Saber como funciona o e-commerce é essencial para qualquer empresa que deseja expandir sua atuação para o universo digital.

O comércio eletrônico permite que negócios vendam produtos ou serviços pela internet, com alcance nacional e até internacional, 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Diferente do varejo físico, o e-commerce depende de plataformas tecnológicas, meios de pagamento online e estratégias de marketing digital para atrair e converter clientes.

Empresas que entendem essa lógica conseguem reduzir custos operacionais, escalar suas vendas e oferecer uma experiência mais conveniente ao consumidor.

Neste artigo, você vai descobrir os pilares do e-commerce e as etapas da jornada do cliente no comércio eletrônico.

Acompanhe para dominar o assunto e saber como aplicar esse conhecimento no seu próprio negócio.

o funcionamento de um e-commerce é a orquestração de cinco pilares estratégicos: a plataforma, os produtos, o marketing, a logística e os pagamentos, e a integração entre eles é o que cria uma operação escalável.

O que é e-commerce?

E-commerce é um ecossistema completo de vendas digitais, que envolve diversas áreas estratégicas da empresa para garantir que a experiência do cliente aconteça de forma fluida, segura e satisfatória.

É comumente usado como sinônimo de loja virtual, o que não está errado, mas o termo e-commerce abarca toda a infraestrutura de tecnologia e processos para vender pela internet, enquanto a loja virtual remete apenas ao site ou app que anuncia os produtos.

Ao falar em e-commerce, estamos tratando da integração entre tecnologia, marketing, logística e meios de pagamento, tudo isso conectado por uma jornada de compra 100% digital.

A tecnologia é a base de tudo, pois garante que o site esteja disponível, seja responsivo, funcione bem em qualquer dispositivo e esteja integrado a sistemas de estoque e faturamento.

O marketing digital entra com as estratégias de atração e conversão, como SEO, anúncios pagos, e-mail marketing e redes sociais.

A logística é responsável por garantir que os pedidos sejam entregues dentro do prazo e em perfeito estado.

E os pagamentos precisam ocorrer de forma segura e sem fricção, com múltiplas opções e automação na gestão de cobranças.

Além disso, o e-commerce pode adotar diferentes modelos de negócio.

O mais comum é o B2C (business to consumer), em que empresas vendem diretamente ao consumidor final.

Já as vendas B2B (business to business) ocorrem quando uma empresa vende para outro CNPJ.

Existe ainda o conceito D2C (direct to consumer), que elimina intermediários e permite que a própria marca (e não um varejista que compra mercadorias de fornecedores) comercialize seus produtos diretamente com o público.

Como funciona o e-commerce? 5 pilares para o sucesso

Para entender como funciona o e-commerce na prática, é preciso olhar além da vitrine digital.

O sucesso de uma operação online depende da coordenação eficiente de várias áreas que sustentam toda a jornada de compra.

A seguir, veja os cinco pilares que formam a base de um e-commerce competitivo e preparado para crescer.

1. Plataforma: o ponto de partida para a sua loja

A plataforma de e-commerce é o centro operacional da sua loja online.

É nela que o cliente navega pelos produtos, escolhe variações, adiciona itens ao carrinho, preenche os dados de entrega e finaliza o pagamento.

Por isso, costuma-se dizer que a plataforma é a vitrine e o carrinho do e-commerce, pois ela reúne a apresentação dos produtos e a infraestrutura para realizar as vendas.

Além da aparência visual, a plataforma cuida de integrações com meios de pagamento, cálculo de frete, gestão de estoque, SEO, análise de desempenho e muito mais.

Uma boa plataforma deve garantir que tudo isso funcione de forma estável, rápida e segura.

No mercado, existem diversas opções que atendem desde pequenos lojistas até grandes operações.

Entre as mais conhecidas estão Shopify, VTEX, Nuvemshop, Tray, Loja Integrada e WooCommerce (para WordPress).

Cada uma tem suas características, planos e possibilidades de personalização.

O ideal é escolher aquela que se encaixa com o seu modelo de negócio, volume de vendas e expectativa de crescimento.

A escolha certa da plataforma é um dos primeiros passos para estruturar um e-commerce escalável e competitivo, pronto para oferecer uma experiência de compra fluida e confiável ao consumidor.

2. Produtos e estoque: o que você vende

No e-commerce, o produto é o protagonista da experiência de compra

Por isso, é essencial apresentar cada item de forma clara, atrativa e confiável na página de produto.

Boas fotos de produto fazem toda a diferença: elas devem mostrar o item de vários ângulos, em boa resolução e, sempre que possível, em uso.

Isso ajuda o consumidor a visualizar o que está comprando e reduz as chances de devolução da mercadoria.

As descrições também são fundamentais. 

Devem incluir informações técnicas (como medidas, materiais e especificações) e benefícios práticos para o cliente.

Além de melhorar o ranqueamento nos buscadores, textos bem escritos esclarecem dúvidas e aumentam a confiança na compra.

Outro ponto crucial é o controle de estoque

Nada prejudica mais a experiência do cliente do que realizar uma compra e, dias depois, ser informado de que o produto está indisponível.

Para evitar isso, é importante ter um sistema de gestão integrado à plataforma de vendas, garantindo que o estoque seja atualizado em tempo real.

Com uma vitrine bem montada, informações completas e um controle logístico eficiente, o e-commerce transmite profissionalismo e aumenta as chances de conversão e fidelização.

3. Marketing e vendas: como atrair clientes

Ter uma loja virtual no ar não significa que os pedidos vão começar a chegar automaticamente.

Sem visibilidade, não há tráfego; e sem tráfego, não há conversão

Por isso, o marketing digital é indispensável para qualquer operação de e-commerce.

Ele é responsável por atrair visitantes qualificados, gerar interesse e estimular compras.

Uma das estratégias mais comuns é o uso de redes sociais, como Instagram, Facebook e TikTok.

Nelas, a marca pode se conectar com o público, divulgar novidades e criar campanhas promocionais.

Já o Google Ads permite alcançar usuários que estão pesquisando ativamente por produtos, por meio de anúncios pagos que aparecem nos resultados de busca ou em sites parceiros.

Outra frente importante é o SEO (Search Engine Optimization), que consiste em otimizar o site e os conteúdos para aparecer em destaque em buscas na internet.

Embora os resultados do SEO levem mais tempo para aparecer, ele traz tráfego qualificado de forma contínua e com menor custo no longo prazo.

Uma boa estratégia de marketing deve combinar diferentes canais e estar alinhada com os objetivos comerciais da empresa.

É isso que transforma visitas em vendas e ajuda o e-commerce a crescer de forma sustentável.

4. Logística: como o produto chega ao cliente

A logística no e-commerce é responsável por garantir que o pedido feito pelo cliente chegue com segurança, dentro do prazo e em perfeito estado.

Esse processo completo é conhecido como fulfillment e envolve as seguintes etapas:

  1. Recebimento do pedido: o sistema da loja identifica a compra e aciona o estoque automaticamente
  2. Separação dos itens (picking): os produtos são localizados e coletados no centro de distribuição ou estoque
  3. Empacotamento (packing): os itens são embalados com segurança, considerando peso, volume e fragilidade
  4. Envio via transportadora: a encomenda é despachada por uma transportadora ou serviço de entrega, escolhido conforme custo, prazo e localização
  5. Logística reversa: caso o cliente deseje devolver o produto, o processo de devolução é iniciado e precisa ser ágil e descomplicado.

Uma operação logística bem organizada impacta diretamente na satisfação do consumidor, reduz custos com trocas e avarias e melhora a reputação da loja.

Além disso, ter parcerias estratégicas com transportadoras e oferecer opções como rastreamento e frete expresso contribui para uma experiência de compra mais confiável e profissional.

5. Pagamentos: como você recebe o dinheiro

O pagamento é a etapa final na jornada de compra no e-commerce. E uma das mais decisivas.

Mesmo com uma boa vitrine, marketing eficiente e logística afiada, nenhuma venda se concretiza se o cliente tiver dificuldade para pagar.

Por isso, essa fase precisa ser simples, segura e adaptada às preferências do público.

Um dos fatores mais importantes é oferecer múltiplas formas de pagamento, como cartão de crédito (em uma ou várias parcelas), boleto bancário, Pix e carteiras digitais.

Cada consumidor tem seus hábitos e limitações, e quanto mais opções disponíveis, maiores as chances de conversão.

Outro ponto essencial é o checkout (momento em que o cliente insere dados pessoais e endereço de entrega, escolhe a forma de pagamento e finaliza a transação) otimizado.

Afinal, muitos consumidores desistem da compra nessa etapa por encontrarem formulários longos, páginas lentas ou falta de clareza nas informações.

A segurança também é fundamental.

O sistema de pagamento precisa garantir a proteção dos dados financeiros do cliente com tecnologias como criptografia e certificações como PCI Compliance.

Com um processo de pagamento fluido, o e-commerce aumenta suas taxas de aprovação, reduz o abandono de carrinho e garante a entrada de receita no caixa com mais previsibilidade.

Como funciona a jornada do cliente no e-commerce?

Entender como funciona a jornada do cliente no e-commerce é essencial para criar uma experiência de compra eficiente e sem fricções.

Essa jornada envolve todas as interações do consumidor com a sua loja, desde o primeiro contato até o pós-venda.

A seguir, veja as principais etapas desse processo e como otimizar cada uma delas para aumentar a conversão e a fidelização de clientes.

Descoberta (marketing)

A jornada do cliente no e-commerce começa com a descoberta, ou seja, o momento em que ele entra em contato com a sua marca pela primeira vez.

Isso geralmente acontece por meio de ações de marketing digital, como anúncios no Google, publicações em redes sociais, conteúdos em blogs ou campanhas de e-mail.

Nessa fase, o objetivo é despertar o interesse do consumidor e levá-lo até a sua loja.

Para isso, é fundamental entender o perfil do seu público e criar mensagens que resolvam suas dores ou apresentem soluções que ele está buscando.

O uso de estratégias de SEO, tráfego pago e marketing de influência também é decisivo para aumentar a visibilidade da marca.

Quanto mais certeira for a sua comunicação, maiores as chances de atrair visitantes qualificados (aqueles que realmente têm potencial para se tornarem compradores).

Visita (acesso ao e-commerce)

Após descobrir sua marca, o cliente acessa sua loja virtual. 

É nesse momento que a plataforma de e-commerce entra em ação.

A visita é o primeiro contato direto com sua vitrine digital, e cada detalhe importa: desde a velocidade de carregamento das páginas até a organização do menu e a aparência do layout.

Uma boa experiência de navegação aumenta o tempo de permanência no site e estimula o consumidor a seguir explorando.

A estrutura da loja precisa ser intuitiva, responsiva e visualmente agradável.

Também é essencial que o cliente encontre facilmente o que procura, seja por meio de categorias bem definidas ou de uma busca eficiente.

Além disso, banners, destaques promocionais e recomendações personalizadas podem guiar o visitante para produtos estratégicos.

Nessa etapa, a confiança também é construída. 

Sinais de segurança, selos de proteção e depoimentos de outros clientes ajudam a quebrar objeções e criar um ambiente mais propício à conversão.

Escolha do produto

Depois de navegar pela loja, o cliente encontra um item que chama sua atenção e inicia o processo de decisão de compra.

Nesse momento, o papel das informações do produto é decisivo para garantir a conversão.

Fotos de alta qualidade, tiradas de diferentes ângulos, ajudam o consumidor a visualizar melhor o item.

Já as descrições completas devem esclarecer tudo o que ele precisa saber: tamanho, material, funcionalidades, diferenciais e condições de uso.

Além disso, avaliações de outros compradores e respostas às perguntas mais frequentes fortalecem a confiança.

A clareza sobre prazos de entrega e políticas de troca também influencia diretamente a decisão.

Se tudo estiver alinhado, o cliente segue para o checkout e fica muito perto de fechar a compra.

Checkout (pagamento)

O checkout de pagamento é a etapa em que a compra se concretiza.

Mas, infelizmente, também é o momento em que muitas vendas são perdidas, seja por processos complicados, falta de opções de pagamento ou insegurança.

Por isso, o ideal é que o checkout seja rápido, direto, transparente e seguro. Quanto menos etapas, melhor.

Evite exigir cadastros longos ou informações desnecessárias e permita que o cliente finalize a compra como convidado, caso não queira criar uma conta.

Ofereça os meios de pagamento preferidos do público: cartão de crédito, Pix, boleto, carteiras digitais e parcelamentos.

Cada consumidor tem uma preferência e, quanto mais opções, maior a taxa de conversão.

Quanto à segurança, use certificados SSL, sistemas antifraude e selos de proteção visíveis para transmitir confiança.

E, sempre que possível, implemente automações de cobrança, como retentativas para cartão recusado e envio automático de segunda via.

Com um checkout bem estruturado, o cliente finaliza a compra com mais facilidade e a loja reduz o abandono de carrinho.

Recebimento (logística)

Após o pagamento, o cliente entra em uma nova fase da jornada: o recebimento do produto. 

Esse momento é tão importante quanto os anteriores, pois representa a entrega concreta da promessa feita na venda.

Aqui, a logística precisa funcionar perfeitamente: a separação do item, empacotamento, escolha da transportadora e rastreamento da entrega são processos que impactam diretamente na satisfação do consumidor.

É fundamental que o produto chegue no prazo, em bom estado e exatamente como foi descrito no site.

Manter o cliente informado sobre o status do pedido, com atualizações automáticas por e-mail, SMS ou WhatsApp, melhora a percepção de profissionalismo da loja.

E, se houver algum problema, é essencial oferecer um canal de suporte ágil e transparente.

Além disso, a loja precisa estar preparada para lidar com devoluções (logística reversa) de forma simples, com políticas claras e sem burocracia.

Uma boa entrega finaliza a compra com chave de ouro e também aumenta as chances de recompra e indicação da marca.

Pós-venda (remarketing)

A jornada do cliente no e-commerce não termina na entrega do produto.

O pós-venda é o momento de fortalecer o relacionamento e estimular novas compras, contribuindo para a fidelização.

Isso pode ser feito por meio de remarketing, campanhas de e-mail, pesquisas de satisfação e ofertas personalizadas.

Enviar um e-mail agradecendo a compra, oferecendo suporte ou pedindo uma avaliação já demonstra atenção ao cliente.

Com base no histórico de pedidos, você também pode criar recomendações de produtos complementares ou similares, aumentando o ticket médio.

Outra ação eficaz é automatizar campanhas de recuperação de clientes inativos, com descontos exclusivos ou condições especiais.

Além disso, manter um bom atendimento no pós-venda, com respostas rápidas e solução de problemas, reforça a credibilidade da loja.

Empresas que investem em uma estratégia de pós-venda bem estruturada vendem mais e criam promotores da marca. 

Essa etapa fecha o ciclo e prepara o terreno para novas jornadas com o mesmo cliente.

entender como funciona o e-commerce é mapear a jornada do cliente de ponta a ponta, otimizando cada etapa, da descoberta da marca à fidelização no pós-venda, para gerar confiança e maximizar a conversão.

A importância de uma gestão de pagamentos integrada

Em um e-commerce, todos os pilares (plataforma, marketing, produtos, logística e pagamento) trabalham com um objetivo em comum: gerar vendas.

Mas nada disso se transforma em resultado real sem uma gestão de pagamentos eficiente e integrada.

É nessa etapa que o esforço de toda a operação se converte, de fato, em receita para o negócio.

Um sistema de pagamentos mal estruturado pode gerar abandono de carrinho, atrasos na liberação de pedidos, inadimplência e problemas com a reconciliação financeira.

Por isso, é fundamental contar com uma solução que centralize e automatize todo esse processo.

Um hub de pagamentos como a Vindi conecta-se diretamente à sua plataforma de e-commerce, garantindo um checkout de alta conversão, com suporte a todos os meios de pagamento populares, como cartão, Pix e boleto.

Além disso, oferece segurança antifraude, automação de cobranças e conciliação integrada com o financeiro, simplificando a gestão do negócio.

Na prática, funciona como o coração financeiro da operação, assegurando que tudo o que foi planejado e executado ao longo da jornada do cliente resulte em faturamento previsível e sustentável.

É essa integração que dá ritmo, consistência e saúde financeira ao seu negócio.

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