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A ABECS (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) publicou nesta semana o balanço de transações em cartões do primeiro semestre de 2018.

O estudo afirma que houve um crescimento de 13,6% de valor em compras transacionado. Foi observado o mesmo período de 2017 para o estudo.Isso causou uma movimentação de R$ 720 bilhões de reais em compras em cartões, correspondendo a 34% do consumo familiar brasileiro. De acordo com a Associação, esta é a maior alta registrada nos últimos quatro anos.

No primeiro semestre, R$ 450 bilhões foram movimentados com cartões de crédito (alta de 14%). O cartão de débito movimentou R$ 265,4 bilhões (alta de 12,3%). Enquanto isso, R$ 4,6 bilhões foram movimentados por cartões pré-pagos. Uma alta de 62,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Na quantidade de transações com cartão, o crescimento foi de 15%. Ou seja, um total de 8,8 bilhões de vezes.

Fernando Chacon, presidente da ABECS, afirma que isso se dá pela expansão das contas de pagamentos. Chacon diz que a meta do setor de débito é dobrar o percentual, e chegar a 60% em 2022.

A ABECS também afirma que a projeção de crescimento desse mercado é entre 14,5% a 16,5%, só neste ano.

“O crescimento do mercado de meios de pagamentos eletrônicos, bem acima do desempenho da economia, mostra o vigor deste segmento e o potencial que existe para a migração de uso de pagamentos”

Como anda o seu sistema de cobrança?

Com esse estudo da ABECS, vemos que pagamentos com cartões está se tornando o principal meio de pagamento dos consumidores. Portanto, é bem importante ter um software de pagamentos eficiente, ainda mais agora que veremos um crescimento nesse meio de pagamento.

Já ouviu falar da Vindi? Sendo um dos melhores softwares de cobrança e pagamentos do mercado, é certamente ideal para essa nova tendência. Com a Vindi, você pode:

  • Receber pagamentos através de boletos, cartões de crédito e débito. Você escolhe o que é melhor para a sua empresa e para os seus clientes. E, além disso, é tudo automatizado. Você não vai mais ter que se preocupar com cada pagamento individualmente;
  • Usar nossas extensões para integrar com diversas plataformas, inclusive de e-commerce, notas fiscais e antifraude;
  • Personalizar a forma de cobrança do seu jeito. Seja planos, venda pontual ou assinaturas, você pode cobrar com a Vindi;
  • Escolher entre todas as adquirentes de pagamentos do mercado nacional. Assim, você pode escolher entre as taxas existentes, adquirindo as que melhor servem ao seu negócio;
  • Gerir facilmente o faturamento recorrente. Através do software Vindi, você pode observar as transações e relatórios com facilidade;
  • Ter um maior nível de segurança nas transações. Possuímos a certificação PCI Compliance, uma das maiores certificações de segurança no mundo. Principalmente porque a segurança fica em primeiro lugar, não é?

Com os brasileiros caminhando para o pagamento com cartões, possuir um software de meios de pagamentos eficiente e que atenda esse público ajuda em muito um negócio crescer e se manter dentro dessa tendência. Afinal, é onde os consumidores estão e o que eles querem.

Essa semana foi divulgada a lista com as 25 Startups mais desejadas do Brasil, a Linkedin Top Startups Brasil 2018. E adivinhem, a Vindi foi uma das selecionadas!

Por isso, listamos 20 motivos do porquê merecemos estar nesta lista, confere aí!

1. Na Vindi rola muita colaboração entre pessoas, equipe e empresa.

Somos uma grande família, onde todo mundo está disposto a ajudar, independente do assunto. Desde os sócios até os funcionários mais novos, todos possuem o mesmo espírito colaborativo!

2. Todo mundo que trabalha aqui tem atitude positiva diante de desafios!

Gostamos de sentir o gostinho da vitória em cada desafio que encaramos! Isso faz parte do nosso dia a dia e do DNA do Vindiano!

3. Nós temos sede, muita sede…de conhecimento

Temos uma equipe extremamente inteligente que busca sempre novas formas de trazer e compartilhar conhecimentos com todos!

4. Temos pessoas formadas em diversas áreas, diversas mesmo!

De ex-boia-fria a obstetriz, de ex-jogador de futebol a cozinheiro! O processo tá um parto? Chama a “Mami”, aí saí normal.

5. Somos compromissados com o cliente, com o crescimento e com a meta!

Nosso foco é o cliente, prezamos sempre pela experiência positiva! Bater meta não é algo que nos assusta e sim nos motiva!

6. Trazemos pessoas boas para trabalhar com a gente, sem esquecer de treinar forte quem já está em casa!

A Vindi parece coração de mãe, sempre cabe mais um! E quem já mora aqui é tratado com toda atenção para crescer pessoal e profissionalmente!

7. Somos movidos por pessoas e desafios! 

Encontramos pessoas inspiradoras por aqui, daquelas que realmente são inspiradoras! Além de adorarmos um desafio!

8. Às quartas jogamos futebol!

Sim, todo mundo pode participar, menina, menino, CEO e quem mais estiver afim de bater uma bolinha! Até o caneco nosso time já trouxe para casa!

9. E todos nós estamos alinhados 100% em nosso propósito de ajudar empresas.

Temos mais de 4 mil clientes, nossa missão é ajudar empresas a vender mais e sempre!

10. Nós acreditamos na transformação de pessoas e da tecnologia e levamos isso a sério todos os dias!

A evolução das pessoas e como as mesmas transformam a tecnologia nos fascina!

11. Formamos um time que preza pela ética, transparência e lealdade. Aqui não tem mimimi!

Somos muito transparentes na hora de dar e receber feedbacks! Sabemos que isso é essencial para o crescimento das pessoas!

12. Somente informações sigilosas são guardadas, o conhecimento é compartilhado entre todos!

Sempre aprendemos algo no dia a dia, seja passando na mesa do colega ou pedindo uma ajuda. Além do Vindi University, projeto onde qualquer funcionário pode dar uma aula sobre algum assunto que manja!

13. Prezamos pela boa convivência, pelo respeito e liberdade de todos que passam pela Vindi!

Aqui o preconceito não tem vez!

14. Não temos decoração de buffet infantil, mas valorizamos pessoas

Você não vai encontrar um escorregador gigante ou uma cesta de basquete. Mas o mais importante, que é a valorização de todas as pessoas que trabalham aqui, isso você vê a todo momento!

15. Temos talentos musicais 

16. Amamos eventos

Realizamos diversos eventos durante o ano, como o Assinaturas Day e Tomorrow, sempre para trazer as novidades do mercado.

17. Temos praticantes de Kung Fu

O pessoal se junta para praticar Kung Fu e cuidar da saúde juntos!

18. E aulas de Jiu-Jitsu

O Teo, nosso Head de Segurança da Informação, dá aulas de jiu-jitsu para a galera toda semana!

19. Não somos só mais um rostinho bonito, temos conteúdo – e dos bons!

Prezamos em levar conhecimento, adoramos produzir e-books, posts e vídeos com muita qualidade! Aqui, todo mundo é incentivado a escrever sobre o assunto que mais sabe!

20. Vestimos a camisa da Vindi

Sim, literalmente, vestimos a camisa da Vindi, dos eventos que produzimos, dos projetos que iniciamos. Mas, o que quero dizer é que aqui figurões não tem vez, acreditamos nas pessoas transformadoras que compram as ideias até o final!

Aqui está o nosso código de cultura, leia.

Assista ao vídeo da Cultura Vindiana e veja um pouquinho de como é o clima por aqui!

 

Hoje já é bem comum vermos por aí ações de marketing, campanhas publicitárias e diversos outros tipos de comunicação feitos por influenciadores o tempo todo. Mas o que são “influenciadores”, afinal?

Bem, basicamente um influenciador é alguém muito popular em uma ou mais plataformas de rede social, e que possui um público massivo que acompanha as suas postagens diariamente. Ou seja, influenciam pessoas sobre e através de um determinado assunto (como roupas, opiniões ou simplesmente humor). E essa influência não é pouca: atualmente, já é a segunda maior fonte para tomada de decisão de compra e consumo de um produto ou serviço. Sua popularidade é tamanha que se tornam “marcas”, com imagem a zelar, necessidade de produção de conteúdo constantemente (seu “produto”) e um público consumidor que o acompanha.

Mas eles não são necessariamente celebridades, como os famosos atores, apresentadores e atletas. Muitas vezes são “gente como a gente”, pessoas comuns que conquistam a empatia e confiança por parte do público e, consequentemente, o engajamento, por isso tornaram-se um dos maiores objetos de investimento das grandes marcas. Um caso bem famoso recente foi o do casal Bruna Marquezine e Neymar (popularmente conhecidos como “Brumar”) que participaram de uma campanha da C&A, o que gerou um aumento de 237% com a marca, segundo levantamento realizado pela Socialbakers.

No entanto, nem tudo é positivo. Assim como observamos impressionantes benefícios de se associar a um influenciador, há também exemplos recentes do extremo oposto, como com o youtuber Júlio Cocielo, que fez um comentário considerado racista durante a Copa do Mundo de 2018, onde as marcas precisaram correr para quebrar seus contratos com o influenciador e não ter a suas imagens contagiadas pela reação negativa do público.

Podemos listar alguns dos perigos dessa nova modalidade do marketing, como:

  • Ações, falas e opiniões de influenciadores
    Em um mundo mais humanista, com minorias ganhando cada vez mais espaço e visibilidade, não são mais aceitas opiniões preconceituosas, que são fortemente rechaçadas na rede. Isso cria uma imagem extremamente negativa para o influenciador que faz (ou fez em algum momento do passado) comentários desse tipo, que se estende até as marcas parceiras, associando-as às mensagens negativas feitas pelo influenciador.
    O impacto dos influenciadores digitais é massivo, portanto suas ações e falas possuem grandes consequências, exigindo responsabilidade das marcas neste mercado.
  • Impacto incerto
    É difícil medir o impacto sobre a percepção do público feito por um influenciador sobre uma marca, uma vez que em cada caso há reações diferentes e em níveis diferentes.
  • Custam caro
    Por possuírem grande número de seguidores (e saberem do valor de seu impacto), cobram caro por suas postagens patrocinadas, o que leva algumas marcas a contratar usuários comuns no lugar dos influencers, no entanto, estes não possuem tanto poder de alcance, é claro.

O QUE FAZER PARA REVERTER OS RISCOS DE SE ASSOCIAR A UM INFLUENCIADOR:

  • Aumentar o critério para escolher o influenciador digital.
    Número de seguidores não necessariamente corresponde a qualidade de conteúdo (principalmente em uma era tão cheia de usuários fake). Entender aprofundadamente sobre suas ideias e opiniões, ver seu impacto na comunidade e se suas características se adequam aos preceitos da marca, pesquisar sua presença na internet nos últimos anos (uma vez que um tweet negativo antigo pode ser desenterrado e levado de volta à relevância) e evolução de opiniões (se necessário, fazer um anúncio público esclarecendo-as).
  • Respeitar o influenciador.
    Como falamos anteriormente, influenciador também é marca, portanto possui sua própria cara, suas próprias características e objetivos. Assim, não se pode reclamar de certa conduta de um influenciador se esta estiver alinhada com a marca dele. Afinal, os seguidores dos influenciadores querem saber justamente sobre eles.

É claro que essa nova área do marketing é bem complexa e ainda a estamos explorando, mas com essas pequenas dicas já dá para você ter uma ideia de como funciona esse ramo e quem sabe colocá-lo em prática.

E você, o que acha de influenciadores? Nos diga o que pensa nos comentários!

Ontem (17/09) o Instagram anunciou que agora será possível para todos os e-commerces que forem aprovados na rede social, o anúncio de seus produtos pela função Stories. Além disso, a plataforma lança uma versão teste de um canal de compras através do Explorar.

Para os Stories, as empresas podem adicionar tags personalizáveis que redirecionam o consumidor à página de detalhes do produto, que, entre outras informações, conterá o link para a site mobile da empresa e finalizar a compra.

Já o canal no Explorar, o Instagram informa que será baseado nos interesses de cada usuário e exibirá publicações de produtos de vários negócios, onde o usuário poderá curtir e descobrir novos interesses.

De acordo com uma pesquisa lançada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em agosto deste ano houve um aumento em 3,65% de inadimplentes no Brasil em comparação ao mesmo período do ano passado. Isso significa que 41% da população adulta (cerca de 63 milhões de brasileiros) está com restrição no CPF.

No entanto, em comparação mensal entre julho e agosto de 2018, houve ligeira queda de -0,71% no número de endividados. A maior região de devedores é o Sudeste, com aumento de 10,52%, enquanto Centro-Oeste sofreu o menor aumento: 1,87%. A região com maior número de inadimplentes é a Norte, com 49% (5,9 milhões).

Os números mais expressivos encontram-se nos consumidores da faixa de idade entre 65 e 84 anos, com aumento de 9,56% de inadimplência. Em contrapartida, entre os jovens de 18 e 24 anos a inadimplência caiu em -23,2%.

Você já viu como a Vindi pode ajudar as empresas a solucionar a inadimplência?

Caso ainda não conheça, a Vindi é um gateway de pagamentos (um dos maiores do Brasil, aliás) que automatiza o processo de pagamentos e cobranças recorrentes dos clientes da sua empresa. Isso significa uma menor inadimplência dos clientes, que receberão a cobrança direta sem necessidade de envio manual. Os pagamentos podem ser configurados para à vista, parcelados, registrados ou sem registro, de acordo com a sua necessidade.

Isso otimiza o seu tempo e traz maior comodidade aos seus clientes, que além de receberem o aviso da cobrança, podem recebê-la através do cartão ou do boleto direto no e-mail ou através do celular via SMS.

banner consultoria vindi

Assinatura é um assunto que por aqui já conhecemos bem e agora o pessoal da maçã está de olho neste mercado também! Com mais de 170 bilhões de downloads, a Apple Store pretende aumentar sua renda apostando no modelo de negócios.

A ideia que está sendo estudada por lá é trocar a venda única do aplicativo no momento em que o usuário realiza o download na loja da Apple para uma assinatura mensal, criando um modelo mais sustentável. Caso de sucesso em muitas empresas, como, por exemplo, Netflix e Smartfit. Hoje em dia a arrecadação criada pela Apple Store é feita através da venda única e da publicidade, gerando quase o dobro da receita anual da loja do Google, Play Store.

Segundo a Venture Beat, os aplicativos pagos representam 15% do total de vendas, mas o número vem caindo durante os anos. O CEO da Apple, Tim Cook, atribui o modelo de assinaturas como um dos responsáveis pelo último trimestre empresa e que junto com assinaturas de terceiros já ultrapassaram US$ 300 milhões.

Alguns ainda duvidam que a Apple conseguirá sucesso trocando seu modelo de negócios, mas isso, só o tempo irá dizer. Mas a economia da recorrência já transformou diversas empresas que aumentaram seu faturamento com esse modelo, como Netflix, Slack e muitas outras. Você pode conferir mais sobre o assunto, ver mais cases de sucesso e até estudar se esse modelo faz sentido para o seu negócio baixando o nosso estudo abaixo.

Terminou há pouco o Fórum E-Commerce Brasil 2018 e foi bem legal, novamente.

Fiz um post rápido no estilo BuzzFeed sobre nossa experiência no evento.

Vamos lá!

1. No more copos

A gente está com muito copo na ecobag: vamos tomar café, água e cerveja nessa coleção. E ainda vai faltar líquido para preencher, mas vale dizer que a Bling vai cobrar direitos autorais, afinal eles inventaram os copos nos eventos de e-commerce no país. Verde limão, inclusive.

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Minha bagunça…

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2. Foi um Cruzeiro ou uma refilmagem do filme Cassino?

Dezenas de caça-níqueis, martelos de força, roletas e diversos jogos nos fizeram voltar para o cassino dos anos 50 de Las Vegas. Milhares de pessoas lutaram por “copos” (obviamente), cupons de desconto, livros, Iphone+Macbook+Watch (boa Moip!), café, cerveja e bonecos.

3. Waze no evento

Tivemos que ativar o Waze e o Maps do Google dentro dos pavilhões, diante da imensidão do evento 2018. Mais de 150 expositores se dividiram nessa edição de 2018. Sugiro aluguel de bikes ou patinetes na edição de 2019!

labirinto

4. Entramos num RPG ou viajamos no tempo?

A Social Miner (cliente e parceiro S2) revelaram que é possível sim voltar no tempo. Entramos na TV Cultura diretamente no programa Castelo Rá-Tim-Bum para aprender sobre people marketing no espaço deles. E a gente não sabia se estava vivendo aquilo ou era apenas um sonho, onde uma “Branca de Neve Barbada” andava pelos corredores do evento.

5. Nos vemos em 2019!

Só sei de uma coisa: ” Vou voltar o ano que vem”.

Foi bem legal.

 

Nós já escrevemos bastante sobre churn rate (taxa de cancelamento) aqui na Vindi. Já fizemos inclusive evento sobre o tema, dada a importância de conhecer e medir esse item. Agora é hora de falar sobre churn involuntário, um fantasma para negócios SaaS e de assinaturas.

Recomendo inclusive, ler esses 3 conteúdo para entender porque essa métrica é tão importante em negócios recorrentes.

Poucas empresas (reforço, pouquíssimas) têm a preocupação e sabem como tratar o churn involuntário, aquele cancelamento que ocorre sem ação do cliente ou do fornecedor. Quando um assinante de um serviço vai no painel e cancela por vontade própria uma assinatura ou quando um cliente liga para um call center para cancelar um serviço, existe uma motivação evidente por parte do cliente, em suspender algo que na prática, não está gerando valor para ele ou ainda, para os casos de economia de custos e despesas.

Mas e quando ele cancela sem ter uma motivação? Como sua empresa trata isso?

Churn involuntário

O churn involuntário ou churn passivo (passive churn) nada mais é que aquele que acontece sem ação do cliente/assinante. Ele simplesmente se dá porque:

  • Um cliente esqueceu de pagar o serviço e não renovou;
  • O cartão de crédito venceu ou foi trocado pelo banco e ele não atualizou no serviço;
  • Ele não foi cobrado, portanto esqueceu que tinha uma recorrência no serviço;
  • A empresa não incentivou a renovação de um contrato (ou esqueceu) e o cliente simplesmente foi perdido.

Diante dessas situações acima, muitas empresas não têm a capacidade tecnológica de combater esse fantasma. Sim, o churn involuntário é um fantasma. Primeiro que ele é difícil de identificar sem um sistema adequado para análise, segundo que, em empresas em alto crescimento, ele é negligenciado, o que é um erro comum em negócios SaaS.

Churn voluntário x Churn involuntário

Na tabela abaixo (inspirada num estudo de métricas de telefonia da PUC RIO) ilustrei as principais motivações do processo de cancelamento, tipos e as diferenças de churn voluntário e involuntário.

Tipos de negócio com altos índices de churn involuntário

Alguns segmentos/ramos possuem um grande desafio em combater churn involuntário. Depois de alguns estudos internos externos chegamos a 4 segmentos que sofrem mais com o churn involuntário.

Programas de sócios torcedores

Pode parecer surpresa, mas um dos segmentos que mais sofrem com o cancelamento involuntário são os clubes de futebol, que possuem programas de sócios torcedores. Como a maioria deles, ainda está no desafio de ter alta tecnologia, o processo de manutenção de sócios ativos é um grande desafio. Muitos clubes não sabem na ponta da língua quantos associados possuem.

programa socio torcedor

Motivos de churn involuntário

  • Sistemas não integrados (site, call center e parceiros não estão integrados, o que dificulta a gestão dos sócios). Em negócios de programa de sócio torcedor, a captura de novos sócios se dá por esses canais: telefone, site e estádio. Mas poucos deles têm um sistema integrado e inteligente na hora dessa gestão de carteira;
  • Inadimplência. Esse é talvez o mais comum dos motivos, onde o cartão vence e o associado não consegue fazer o checkout de uma forma simples. Como a maioria dos sistemas não está integrado, os clubes simplesmente deixam a carteira morrer ao longo do tempo. É bem comum sócios não saberem que estão inadimplentes e na hora da compra do ingresso, descobrem esse problema da pior forma;
  • Comunicação. Poucos sistemas estão preparados para se comunicar com o sócio torcedor para falar dos benefícios e também para se comunicar em tempo real com as ações de marketing do clube. Os clubes acabam se esforçando para trazer novos associados e não para engajar os atuais.

Doações (Ongs, Igrejas e Associações)

A motivação da doação é diferente de um cliente que paga uma assinatura. Por conta da dinâmica de ser facultativo o ato de doar e também por questões de valor agregado. Quem doa recorrentemente ou participa de associações onde a contribuição é voluntária, tem uma relação muito única de recorrência.

doacao recorrente

Como não existe uma obrigação para usar algum serviço, contribuições voluntárias têm um desafio claro: se manterem vigentes.

Motivos de churn involuntário

  • Falta de incentivo. Como se trata de doação/contribuição voluntária, as ONGs, associações e algumas igrejas não incentivam as contribuições de forma eficaz. Pode parecer antagônico, mas de fato organizações do terceiro setor têm esse conflito em pedir de forma profissional, a doação/contribuição. Mas se isso é o que mantém a instituição, por que não, profissionalizar a arrecadação?
  • Falta de automação na cobrança recorrente. É incrível imaginar, mas poucas instituições têm uma cobrança recorrente eficaz na hora de arrecadar doações. A maioria sofre com processos manuais, envio de mala direta para atrair e recuperar o doador.
  • Problemas na cobrança. Ter problemas na hora de cobrar, é um casos clássicos para doações e contribuições voluntárias. E como o relacionamento não existe um contrato formal, é voluntário, as ONGs e associações não têm culturalmente a comunicação para cobranças não efetuadas e/ou canceladas. Se um cartão de crédito de um doador vence, raramente são convencidos pela instituição a fazer um novo checkout ou pagamento. Por isso, defendemos que para esse tipo de instituição a cobrança é tão importante quanto a captação de doadores.

Academias

Esse é um setor que a gente conhece bem. E de fato, é um segmento que sofre muito com churn involuntário. Por alguns motivos específicos.

academia recorrente churn

Vamos a eles:

Motivos de churn involuntário

  • Planos mensais. Parte das academias ainda trabalham com venda de planos mensais, onde o aluno precisa pagar mensalmente via cheque, dinheiro ou cartão. Está aqui o maior erro dos gestores de academia. Planos mensais são vulneráveis para a manutenção do aluno na academia. Nossa sugestão aqui na Vindi é sempre vender planos mensais no cartão de crédito, onde o aluno cancela mediante uma justificativa pessoal. Nesse momento a academia deve estar pronta para ouvir o feedback da motivação do cancelamento e também apta para criar um mecanismo de retenção.
  • Alunos desengajados. Aqui o negócio é o serviço que a academia presta. Ouvimos diariamente que o grande desafio das academias é conter o crescimento das “low costs“. Não há nada mais poderoso que um cliente bem atendido com uma percepção alta do valor entregue. O cancelamento involuntário se torna um grande perigo, quando a academia deixa de prestar um bom serviço. O aluno simplesmente não renova.
  • Ausência de tecnologia. Existem cerca de 35 mil academias no Brasil, segundo dados cruzados de reportagens e de órgãos como a Acad (Associação das Academias Brasileiras) e a IHRSA. Acreditamos que apenas 15% delas usem um software na nuvem. O que é bem preocupante, já que um dos grandes aliados para combater inadimplência e controlar cancelamento é tecnologia. Consequentemente, softwares de gestão de academia são ferramentas importantes para uma gestão eficaz. Cobrança recorrente então, nem se fala.

Softwares e apps (SaaS)

Grande desafio de softwares e aplicativos, o churn é um elemento chave para um negócio desses ser um sucesso. Pessoas pagam assinaturas de apps e empresas de softwares, porque querem acessar um serviço de qualidade.

churn involuntário

Grandes cases como Playkids, Spotify, Hubspot e Dropbox têm problemas de assinaturas canceladas por muitos motivos, mas o churn involuntário é quase que uma universidade para essas empresas.

Motivos de churn involuntário

  • Falta de engajamento. Esse é um item claro que vai impactar em cancelamento. Se um assinante/cliente está desengajado, ele não terá motivos para renovar, ainda mais se a renovação estiver manual (baseada em renovação de contratos). A renovação não ocorre nesse caso, porque o cliente não vê valor e motivação para contratar novamente ou manter o plano.
  • Problemas de cobrança. Temos casos práticos de apps e SaaS que migram para a Vindi com esses problemas. A maioria dos casos, chegam para a gente com uma solução média ou ruim de billing. No caso de SaaS e apps que não possuem equipes de retenção, não ter uma cobrança afiada é fracassar em reter. O churn involuntário vira um fantasma. Falta de saldo nos cartão de crédito, na conta corrente e uma comunicação ruim na falha do billing, são problemas comuns.
  • Usabilidade. Em casos de apps de games e notícias, não ter uma usabilidade excelente, pode ocasionar churn involuntário. A galera de UX (experiência do usuário) e UI (interface do usuário) sabem bem disso. Isso é tão verdade que deixamos de usar alguns serviços, por pura percepção de valor no próprio aplicativo. Softwares também têm esse desafio.

Churn involuntário é um fantasma que muitas vezes é invisível em empresas que crescem muito. Alguns setores investem mais em retenção, por isso acabam conhecendo mais os motivos que levam a um cancelamento ativo e passivo. Na maioria das vezes, o churn involuntário deve ser tratado como um desafio de cobrança (e fraude), não de retenção ativa de customer success.

churn involuntário

O blog Cobrança Recorrente tem um texto excelente sobre como o Spotify combate inadimplência, vale ler.

 

A Deezer anunciou essa semana que recebeu um aporte de 185 milhões de dólares de investidores sauditas, inclusive da Rotana, gravadora de referência no Oriente Médio. Agora o serviço de streaming de música passa a valer mais de US$ 1 bilhão no mercado.

Além do aporte, a Deezer fechou exclusividade para a distribuição das músicas da Rotana, fortalecendo seu mercado no Oriente Médio, já que a estratégia da empresa é usar conteúdo regional para expandir o mercado. 

Assim como a Deezer, diversas empresas estão recebendo bilhões com a economia da recorrência. Quer saber mais sobre o assunto? Acesse nosso estudo. 

Nas próximas semanas a Slack Technologies, referência em comunicação organizacional, deve aumentar o seu valor de mercado em US$ 2 bilhões, totalizando assim US$ 7 bilhões de valuation. Tudo por conta de uma nova rodada de investimento de cerca de US$ 400 milhões, que se concretizada será a maior da empresa até o momento.

Atualmente, o Slack possui 3 milhões de usuários pagantes de um total de 8 milhões, e o novo investimento mostra a força da ferramenta que não contém nenhum vendedor.

Quer saber como a Economia da Recorrência transformou várias empresas assim como o Slack? Acesse abaixo o nosso estudo sobre o assunto.

No começo dessa manhã (06/08), a Resultados Digitais anunciou a aquisição da empresa Plug CRM.

O anúncio oficial foi feito pelo CEO da RD, Eric Santos, no evento B2B Summit que acontece em São Paulo e pelo blog da empresa. Desde então o software da RD atuava especialmente com foco em inbound marketing e usava integrações com softwares de venda terceiros, para ajudar na parte comercial do processo.

“Assim como vendas é uma extensão natural do trabalho de Marketing Digital, o CRM é uma extensão natural de um software como o RD Station Marketing. É no CRM que a empresa consegue organizar os processos desta função, ajudando os vendedores a agregar inteligência para conversas produtivas com os clientes, e auxiliando seus gestores a acompanhar resultados e identificar pontos de melhoria”, reforçou Eric.

Desejamos boa sorte à RD (nossa cliente e parceira) e a “Plug” nessa nova jornada!

O anúncio também foi feito no próprio blog da RD. Leia na íntegra.