Ter uma loja virtual é uma aposta certeira para empreendedores que querem aproveitar a onda das compras online. 

Com o crescimento contínuo do e-commerce e a transformação digital, não há dúvida de que vale a pena começar seu negócio na internet.

Mas, para ter sucesso nesse mercado competitivo, você precisa entender muito bem como funciona uma loja online e se preparar para atender a demanda. 

Afinal, não é tão simples como colocar os produtos à venda e esperar pelos pedidos.

É preciso ter um domínio e uma plataforma, organizar a logística, pensar na segurança, investir em marketing e várias outras questões.

Neste guia, você terá todas as informações que precisa para dar os primeiros passos e se tornar um empreendedor digital.

Leia com atenção e descubra como lucrar com uma loja virtual na era do e-commerce.

O que é uma loja virtual?

Uma loja virtual, também chamada de loja online ou e-commerce, é uma empresa que vende produtos e/ou serviços 100% online.

Existem várias formas de começar a empreender na internet com um negócio próprio, desde a criação de uma loja digital própria até a venda de produtos por meio de marketplaces.

De qualquer forma, abrir uma loja virtual é um dos negócios mais promissores da atualidade.

Para começar, é muito mais fácil dar os primeiros passos nesse mercado: basta um computador ou mesmo um smartphone.

Os custos também são muito inferiores aos dos negócios físicos, pois, dependendo do segmento, não é necessário ter um espaço físico, funcionários, equipamentos e todos os requisitos de uma empresa convencional. 

Além disso, uma loja virtual pode alcançar milhares de consumidores na imensidão da internet, sem limitações geográficas. 

Mas, para ter sucesso nesse mercado, é preciso conhecer as estratégias do e-commerce e superar os desafios desse modelo de negócio.

Loja Virtual, E-commerce e Marketplace

Diferença entre e-commerce e marketplace

Para quem está pensando em realizar vendas online, é comum ficar na dúvida entre anunciar seus produtos em um site ou ter sua própria loja virtual.

Para começar, vamos pensar que o marketplace é como uma vitrine de um shopping, onde várias marcas estão expostas para que o consumidor escolha qual deseja comprar.

Já o e-commerce, é como uma loja própria em uma rua, por exemplo, onde você anuncia somente os seus produtos.

Digamos que o concorrente não “mora” ao lado, como no marketplace.

Confira uma explicação mais detalhada:

Marketplace

Como comentamos acima, o marketplace é uma plataforma de varejo online que reúne diversas marcas e vendedores.

O vendedor anuncia seus produtos através dessa plataforma e a questão de taxas, pagamento, logística de entrega são um pouco diferentes do e-commerce.

Separamos alguns exemplos para você entender melhor:

  • Elo7: um marketplace que reúne vendedores que produzem artesanato para casamentos, batizados, aniversários e muitas outras ocasiões
  • Mercado Livre: quem nunca fez uma compra no Mercado Livre, não é mesmo? Ele é um exemplo clássico de marketplace, onde os vendedores anunciam seus produtos e utilizam a tecnologia do site para realizar as vendas
  • Americanas.com: a loja online das Lojas Americanas também se transformou em um marketplace, onde é possível encontrar produtos de diversos vendedores, das mais variadas partes do país.

E-commerce

Já o e-commerce, funciona como uma loja própria: você contrata uma plataforma e cria seu site, incluindo todo o processo de vendas, pagamento e entrega.

Diferente do marketplace, no e-commerce você não disputa diretamente com o seu concorrente.

Exceto pelo fato de que seu site deve estar bem posicionado nos mecanismos de busca. 

Mas, quando acessado, tudo o que for comprado é, apenas, da sua loja.

Veja alguns exemplos:

  • Chico Rei: um e-commerce mineiro de camisetas e canecas personalizadas
  • Sephora: além da loja física, a marca possui a loja online de produtos de beleza nacionais e importados.

Bom, agora que já sabemos a diferença entre marketplace e e-commerce, vamos conhecer um pouco mais sobre as vantagens e desvantagens de cada um.

Vantagens e desvantagens do marketplace

Vamos começar pelas vantagens e desvantagens do marketplace para empreendedores online. 

Visibilidade e confiança

Quando uma marca é nova no mercado, leva um tempo para que as pessoas comecem a confiar e a comprar, principalmente quando falamos de compras online.

Ao anunciar os produtos em um marketplace, sua marca ganha força junto com a marca detentora do varejo.

Além de trazer muitos acessos, afinal, são nomes já consolidados no mercado e que possuem muitos acessos diários em seu site.

Isso ajuda a economizar um bom dinheiro em marketing, já que não é preciso fazer anúncios que levam as pessoas até seus produtos – o próprio marketplace já se encarrega disso.

Redução de custos

Como mostramos acima, o marketplace oferece toda a estrutura para que você realize a venda dos seus produtos.

Ele será o responsável por manter o site no ar, por trazer o cliente até sua loja e muitas outras coisas.

Isso reduz, e muito, os custos quando comparamos com um e-commerce.

Em troca, ele fica com uma porcentagem sobre o que você vende.

Afinal, a empresa está te dando toda a estrutura necessária para vender.

Apesar da taxa cobrada em cima das vendas, o lucro ainda pode ser alto, já que não há gastos com tecnologia e marketing. 

Porém, toda a parte de logística de entrega fica por sua conta.

Branding

Apesar das vantagens, o marketplace acaba prejudicando as empresas em questão de branding. 

É ótimo para anunciar quando se está começando, mas para se consolidar no mercado, é preciso investir em outros tipos de canais, para que sua marca comece a ficar conhecida.

Se você apostar todas suas vendas somente no marketplace, o nome da sua empresa sempre ficará encoberto pela marca do mesmo.

Dependência

Caso você decida investir apenas no canal de marketplace, é preciso ter a visão de que se a empresa falir, acaba levando a sua também.

Dessa forma, todas as lojas que anunciam na plataforma acabam perdendo seu espaço de anúncio e, consequentemente, deixando de faturar.

Além disso, vale ressaltar que você estará atuando sob as determinações dos termos do marketplace.

Algumas mudanças estruturais podem acabar impactando seu negócio e você não terá poder de decisão sobre. 

Concorrência

No marketplace, diversas lojas podem anunciar, inclusive, as que vendem produtos semelhantes aos seus.

Ou seja, acaba ganhando quem anuncia melhor e com o menor preço.

Afinal, o cliente consegue comparar os valores dentro do site.

Formas de pagamento

As formas de pagamento entre um e-commerce e um marketplace pouco mudam, mas é preciso escolher bem o marketplace em que irá anunciar seus produtos.

Alguns utilizam uma página de checkout própria e que não causa problemas.

Já outros, acabam redirecionando o cliente na hora de finalizar a compra e realizar o pagamento, o que pode acarretar em um abandono de carrinho.

Isso acontece porque o cliente pode não se sentir seguro ao inserir seus dados em outro lugar fora da sua página.

Vantagens e desvantagens do e-commerce

Agora vamos conferir os prós e contras de ter seu próprio e-commerce.

Sua marca com exclusividade

Ao criar um e-commerce você consegue deixar tudo do seu jeito: a cara do site, as categorias, descrições, fotos dos produtos e tudo mais.

Sua marca é única e você não concorre com outros lojistas, como no marketplace.

Investimento

Tudo que é exclusivo ou personalizado acaba sendo mais caro

Mas o retorno vale a pena.

Para ter um e-commerce próprio, é preciso investir em tecnologia, ou seja, contratar uma plataforma para transformar seu site em loja e criar todo o fluxo de compra.

Um exemplo é a Magento, que possui código aberto e permite que você customize seu e-commerce da forma que quiser.

Ou o Woocommerce, um plugin que transforma um blog em uma loja online.

Com a tecnologia das plataformas de e-commerce somada a uma plataforma de pagamento, sua loja está pronta para começar a vender.

Mas não se esqueça que, além disso, é preciso investir em marketing, já que você precisa atrair clientes para sua loja, acertar o público-alvo e fazer os anúncios certos.

Pagamento

Como você é dono do e-commerce, pode escolher a plataforma de pagamento que melhor atender às suas necessidades.

Procure dar o maior número de opções de formas de pagamento para seu cliente, como cartão de crédito, débito e boleto, para aumentar suas possibilidades de conversão.

Lembre-se de que aceitar todas as bandeiras é importante, além de ter uma página própria de checkout de pagamento, o que aumenta a confiança do cliente para preencher seus dados e finalizar a compra.

Equipe

Também é preciso ter uma equipe qualificada para operar seu e-commerce.

Lembre-se de que o site precisa estar bem posicionado nos mecanismos de busca e ter um controle de estoque.

Além disso, alguém precisa cuidar da logística, da atualização e manutenção do site, garantindo que tudo rode perfeitamente.

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Marketplace ou e-commerce: qual o melhor para o meu negócio?

Você já conferiu a diferença entre eles e as vantagens e desvantagens de cada um.

Agora, é preciso analisar qual modelo faz mais sentido para o seu negócio, considerando qual vai impactar menos no seu bolso e te dar mais retorno.

E nada impede que você migre de um para outro no futuro, é importante fazer testes e entender qual é o melhor para você agora.

Existem até algumas empresas que possuem o próprio e-commerce, mas que anunciam alguns produtos em marketplace. Tudo depende da estratégia tomada para aquele momento.

Estatísticas das lojas virtuais

O comércio eletrônico teve sua maior alta dos últimos 20 anos em agosto de 2020, quando registrou aumento de 47% nas vendas, segundo dados da Ebit|Nielsen publicados na Meio & Mensagem.

No total, o setor fechou 2020 com um crescimento de 33%, segundo o relatório Webshoppers nº 43 publicado pela Ebit|Nielsen. 

Já em 2021, as vendas online superaram em 57,4% o mesmo período de 2020, movimentando R$ 78,5 milhões em compras no país, segundo dados da Neotrust publicados no E-commerce Brasil

Outro dado interessante é que 69% dos pequenos negócios estão vendendo online, segundo a 10ª edição do levantamento “O Impacto da pandemia do coronavírus nos Pequenos Negócios”, publicado em março de 2021 pelo Sebrae. 

Obviamente, os números apontam para o crescimento contínuo do comércio eletrônico e muitas oportunidades para empreendedores digitais – inclusive em períodos de crise.

12 pontos de atenção para abrir sua loja virtual

Antes de colocar a mão na massa, e efetivamente colocar sua loja virtual no ar, alguns pontos de atenção precisam ser levantados.

Confira:

1. Planejamento

Começar seu próprio negócio não é uma atividade simples, mesmo que seja online.

Embora hoje não seja difícil ter um e-commerce, muita gente acaba deixando de lado uma série de fatores que são decisivos para o sucesso do seu empreendimento digital.

Para evitar futuras dores de cabeça, antes de mais nada, você precisará criar um planejamento bem estruturado, passando por etapas como:

  • Entender seu cliente
  • Conhecer o mercado
  • Encontrar um nicho
  • Pensar em um modelo de negócio como o de assinatura (como em clubes de assinatura)
  • Ter parceiros confiáveis
  • Possuir diferenciais
  • Conhecer as novas tecnologias do mercado.

Quando seu ramo de atividade estiver bem desenhado, você estará pronto para colocar as mãos na massa.

2. Formalização

Em primeiro lugar, você precisa definir qual será o seu CNPJ, se terá sócios ou investidores e quem fará parte da construção dessa loja virtual.

Dessa forma, se você está começando agora, um CNPJ tipo MEI pode ser uma boa opção, já que apresenta um custo baixo operacional e pode ser administrado sem nenhuma relação de sociedade.

Nós já falamos sobre os tipos mais comuns de CNPJ aqui no Brasil, e você pode ler mais sobre o assunto clicando aqui.

Além disso, é fundamental que a Nova Lei do E-commerce seja respeitada, e que você consiga discriminar todas as ações executadas após a abertura da loja virtual.

Você precisará informar dados relacionados a segurança, atendimento ao consumidor, logística e tudo o que é pedido neste decreto. 

Portanto, fique de olho nisso.

3. Hospedagem

A hospedagem é um dos pontos mais importantes na hora de criar um e-commerce, pois existem três tipos distintos:

  • Servidor dedicado: exclusivo para o cliente solicitante, é construído a partir das suas necessidades, com recursos para atendê-la de forma plena
  • Cloud server: utiliza dados em nuvem para armazenamento
  • Servidor compartilhado: consiste na utilização de um único servidor para diversos usuários.

Na hora de abrir um e-commerce, faça uma análise do espaço necessário a ser utilizado para que ele funcione sem nenhum empecilho.

Para sites pequenos e médios, o ideal é espaço de até 10GB.

Porém, se o seu e-commerce também for um portal multimídia, com publicações diárias de imagens e vídeos que ultrapassem esse limite, busque uma opção de servidor dedicado ou cloud server.

Essa escolha influenciará diretamente no desempenho da sua loja virtual e na experiência do consumidor.

Além da hospedagem, escolha um endereço eletrônico (domínio) que faça sentido para a sua marca e seu público-alvo.

4. Plataforma para e-commerce

A plataforma será a base do seu e-commerce. 

Ela garante as vendas, visitas orgânicas e patrocinadas, além da disposição das informações dos seus produtos, que precisam estar sempre em evidência.

Há três tipos de plataformas disponíveis no mercado:

  • Gratuitas: são limitadas e não permitem customização das páginas
  • Código fonte aberto: também são gratuitas, porém demandam conhecimentos específicos da plataforma
  • Pagas: costumam ter suporte de qualidade, além de oferecer a possibilidade de customização.

Algumas opções, como a Magento ou Woocommerce, possuem vantagens e pontos de melhoria que precisam ser levadas em consideração.

Neste caso, pense não só na sua necessidade de venda, mas também nas integrações, plugins e usabilidade que cada opção do mercado oferece.

5. Meios de pagamento

Essa parte é fundamental e, em muitos casos, pode definir o sucesso ou fracasso do seu empreendimento online. 

Há, também, três maneiras de você receber pagamentos online:

  • Intermediadores de pagamentos: meios simples de utilizar e vão te ajudar a assumir riscos de fraude e no adiantamento de recebíveis. Intermediadores costumam cobrar uma taxa por transação, junto de um valor variável sobre o total da venda
  • Gateways de pagamento: oferecem soluções completas e conexões mais estáveis com redes adquirentes (Cielo, Redecard, etc.). Diferente dos intermediadores de pagamento, cobram uma taxa fixa por transação – o que a torna uma solução mais barata
  • Integração direta com a adquirente: conta com equipes de desenvolvimento que entendem de segurança. Como o gateway, você terá contato direto com o adquirente para negociar taxas livremente.

6. Plataforma de gestão de pagamentos

Como falamos no ponto acima, ter uma plataforma e-commerce, que permite integrações, é fundamental para que sua loja virtual funcione da forma mais otimizada possível.

E ter uma plataforma de gestão de pagamentos que faça o controle de vendas avulsas, parceladas e recorrentes pode fazer muita diferença para o seu negócio.

Além disso, essa plataforma também precisa contar com funcionalidades que permitam o controle e automação do processo de cobrança dessa loja.

Até porque, cobrar manualmente é sinônimo de tempo perdido e de investimentos que não estão sendo bem utilizados.

Use os recursos da sua área financeira com cuidado.

Portanto, é muito importante que você pense em parceiros, como a Vindi, para entender como criar uma loja virtual e otimizar a sua gestão de pagamentos.

7. Logística

A parte de logística é sempre um grande desafio para quem quer abrir um e-commerce de sucesso.

Se você pretende vender um produto, precisa de um sistema de logística para entregar os pedidos, à medida que eles acontecerem.

O envio dos produtos adquiridos pelo seus consumidores pode ser realizado de duas principais maneiras:

  • Agência dos Correios: responsável por realizar a postagem direto para o endereço do cliente, assim, o custo será o da própria postagem, paga aos Correios
  • Empresas de logística: essa é a opção adotada pela maioria dos e-commerces brasileiros, em que um veículo da empresa passa em seu estoque para recolher as encomendas, que serão entregues no destino final do cliente.

8. Estratégias de frete

Além de escolher o operador logístico, você pode selecionar diferentes estratégias de frete para seu e-commerce, como:

  • Custo real: é a alternativa mais simples e transparente, pois o frete será cobrado do consumidor envolvendo todos os custos do envio
  • Custo de mercado: é definido de acordo com os preços praticados pelos concorrentes
  • Frete grátis condicional: é oferecido para compras acima de um determinado valor, assim como para determinadas regiões, é uma tática muito eficaz para reduzir taxas de abandono de carrinho

Lembrando que o frete grátis pode ser uma maneira de alavancar suas vendas e, ainda, ativar leads coletados previamente.

Outras estratégias podem ser adotadas para reduzir o valor do frete, como a opção de retirar o produto em espaço físico.

De qualquer forma, analise os custos envolvidos para oferecer o máximo de opções a seus clientes, considerando, até mesmo, possíveis greves que podem acontecer durante o ano.

Os Correios, por exemplo, são mais propensos a esse tipo de paralisação do que as transportadoras.

Por isso, o frete precisa ser considerado desde o começo, pensando inclusive na expansão do seu negócio, com a ajuda de um operador logístico.

Fique atento aos serviços sobrecarregados em datas comemorativas, pois podem gerar atrasos nas entregas aos seus clientes.

Outra dica importante: avalie a viabilidade de realizar entregas em regiões muito distantes da sua base de operação, pois, às vezes, o esforço não vale a pena e isso pode significar prejuízos financeiros.

Por isso é sempre bom avisar seus consumidores no momento da compra sobre as limitações da entrega.

Para dominar esse tópico, confira nosso artigo sobre como planejar o frete no seu e-commerce. 

9. Segurança de dados sensíveis 

Cuidar dos dados pessoais dos seus clientes deve ser uma das prioridades na hora de criar uma loja virtual.

Além disso, o ambiente digital é muito propenso a ser invadido por hackers e grupos criminosos que usam essas informações para proveito próprio.

Por isso, o momento de finalização da compra e de transação precisa ser criptografado e protegido com a ajuda de um checkout transparente integrado com antifraude que cuide desse momento decisivo e que precisa de muita atenção.

Lembrando que receber pagamentos na internet exige algumas preocupações adicionais, como fraudes e chargebacks.

Compras realizadas com cartões de crédito roubados podem gerar muita dor de cabeça e prejuízos, uma vez que você envia o produto e, dias depois, o pagamento é cancelado.

Sempre que você pensar em como receber pagamentos pela internet, também precisará ficar de olho em qual método de detecção de fraudes será utilizado.

10. Antifraude

Para evitar fraudes no e-commerce, é preciso contar com ferramentas específicas que protegem suas transações.

A plataforma da Vindi, por exemplo, possui integração com a Konduto, uma plataforma de checagem antifraude.

A tecnologia é simples: quando o cliente acessa o site, a plataforma sabe de onde ele veio e então começa o acompanhamento durante toda a navegação.

Isso porque compreender o comportamento de seu cliente é essencial para que o sistema entenda se há segundas intenções em seu acesso.

Dessa forma, o JavaScript consegue realizar essa função sem maiores problemas.

Ao fazer a compra no e-commerce, os dados do pedido são enviados para a API.

Então é analisado o comportamento de navegação do cliente usando tecnologias como análises de redes sociais, geolocalização de IP, detecção de proxy, entre outras.

O site recebe a recomendação e o score, que é o valor de confiança.

Se a recomendação apontar para uma revisão, basta entrar no portal para fazer uma análise do pedido.

No site você poderá obter mais informações sobre os dados coletados para decidir o que fazer com a transação. 

Ou seja: você poderá optar por rejeitar a compra, dependendo do score, ou aprová-la.

Ter esse tipo de sistema oferece diversas vantagens para o e-commerce em geral.

Pense no tamanho do prejuízo que as lojas virtuais têm com fraudes devido à fragilidade do sistema de pagamento de sua loja.

Ter uma plataforma única apenas para processar os pagamentos e identificá-los como suspeitos trará mais praticidade em sua rotina, já que você saberá o que pode ser fraude ou não nas compras feitas no e-commerce. 

11. Marketing

De nada adianta ter uma plataforma incrível e uma loja maravilhosa se ninguém ficar sabendo da existência dela, não é mesmo?

Muita gente ainda acha que é só criar uma loja e esperar que os clientes cheguem.

Entretanto, a verdade é que o marketing é o propulsor de todo esse investimento que você está fazendo desde que começou a se perguntar como criar uma loja virtual.

Selecionamos alguns métodos que vão ajudá-lo a alavancar suas vendas online:

  • Criação de conteúdo (mídias sociais): é uma ótima maneira para atrair visitantes com potencial de compra à sua loja. Além de não ser tão caro e trazer resultados positivos, é uma boa forma de estabelecer um relacionamento com seus consumidores
  • Anúncios digitais: anúncios no Google Ads, Facebook Ads ou YouTube Ads são métodos que funcionam muito bem, pois geram grande volume de visitantes a curto prazo
  • E-mail Marketing: é um dos melhores canais de venda para e-commerce, pois você pode criar ofertas exclusivas com base nos itens que seus visitantes procuraram em seu site
  • SEO (Search Engine Optimization): estratégia de otimização de conteúdo para conseguir um posicionamento melhor nos mecanismos de busca.

Lembre-se: não deixe para pensar em estratégias de marketing apenas no futuro.

Se você quer crescer desde o começo, pense na sua marca desde o começo.

12. Suporte ao cliente

O suporte ao cliente é tão importante que está previsto na legislação de empresas que atuam nos ambientes digitais.

Se você já fez alguma compra online e precisou de ajuda, sabe que não existe nada mais desconfortável do que ser abandonado no meio de uma compra.

Basicamente, é a mesma coisa que estar em uma loja física e o vendedor ir embora sem dizer o porquê.

Isso não aconteceria presencialmente, não é mesmo?

Da mesma forma, virtualmente, essa postura é inaceitável.

Ao pensar em como criar uma loja virtual, você precisa pensar em como fará o atendimento ao cliente.

As dúvidas serão respondidas apenas por e-mail? Ou você contratará um serviço de chatbot para ficar disponível em horário comercial?

Lembre-se de que o bom atendimento em e-commerce é a maneira mais efetiva de converter compradores casuais em clientes assíduos, além de diferenciar sua loja virtual das demais concorrentes.

Hoje, o grande desafio para empresas de e-commerce é transformar seu atendimento em uma área de fidelização de clientes e criação de novas oportunidades.

Afinal, o processo de compra só ocorre depois de um bom atendimento.

Para isso, uma ótima maneira de aprimorar seu atendimento é aplicar técnicas de customer success.

Para facilitar o seu processo, preparamos um resumo de todos esses pontos. Vale salvar ou imprimir a imagem para se organizar. Aproveite para compartilhar o checklist abaixo com outros empreendedores nas suas redes sociais:

checklits- 12 pontos de atenção antes de abrir sua loja virtual

 

Como criar uma loja virtual em 7 passos

Agora que você já sabe quais são os maiores pontos de atenção para criar sua loja virtual, vamos entender os 7 passos principais para começar a vender online agora mesmo?

1. Pesquise se o domínio está disponível

Você já tem um nome para sua loja? Qual domínio pretende colocar na URL?

Essa pesquisa e compra do domínio pode ser feita em vários sites de busca, mas é fundamental que você escolha a extensão certa.

Dessa forma, evite nomes longos, caracteres especiais, números, palavras estrangeiras ou muito complicadas.

O mais importante é que o endereço do seu site tenha o nome da marca que você escolheu, facilitando as buscas dos clientes.

Além disso, existem diferenças entre as extensões .com, .com.br, .org, .net e outras. 

Geralmente as .com e .com.br são as mais caras, mas são as que mais transmitem credibilidade ao consumidor.

E a hospedagem deste domínio também precisa estar nos seus planos, já que o site, por si só, não funciona sozinho. A Locaweb, por exemplo, oferece a hospedagem de sites com domínio grátis. 

Ao começar a pesquisar sobre os servidores, você verá que existem diversas opções, desde hospedagem compartilhada até hospedagem dedicada.

As dedicadas geralmente são mais caras, mas oferecem um serviço de estabilidade do site muito mais eficiente também.

2. Invista em design

Layout é tudo quando falamos de uma loja virtual.

A preocupação de quem está desenvolvendo um e-commerce deve ser com:

  • Logo da marca aplicado
  • Páginas de catálogo por categoria
  • Fotos de boa qualidade dos produtos
  • Descrição dos produtos, com código e SKU
  • Valor em destaque
  • Promoções
  • Informações de contato no rodapé da página
  • Política de privacidade
  • Página de checkout
  • E páginas de conteúdo da marca, como um blog, por exemplo.

3. Tenha uma plataforma prática

Seus clientes precisam acessar seus produtos, colocá-los no carrinho e finalizar uma compra rapidamente, de forma que a loja garanta uma experiência encantadora, intuitiva e ágil para ele.

Portanto, pesquise sobre as plataformas e teste a usabilidade delas antes de fechar um acordo.

As resenhas e o contato com outras empresas digitais também são importantes para pegar essas dicas valiosas.

Além disso, é fundamental que sua loja virtual funcione tanto no mobile, quanto no desktop.

Nós chamamos isso de páginas responsivas, que abrem rapidamente tanto no celular, quanto no computador.

Dados recentes da Mobile Time e da Opinion Box mostraram que 85% dos consumidores com smartphone já realizaram compras por ele.

Nessa mesma pesquisa, 73% responderam que preferem realizar a compra pelo mobile.

Se você não quer perder essas vendas, fique de olho na hora de escolher a plataforma ideal.

4. Automatize sua gestão de cobranças

Como já mencionamos aqui, é praticamente impossível fazer com que sua loja virtual cresça sem que seu processo de pagamentos e de cobrança esteja automatizado.

Por exemplo, se você vai oferecer várias formas de pagamento, como boleto e cartão de crédito, quem fará a emissão desses boletos?

Pensando em um cliente ou outro, esse não parece ser um grande problema.

Mas, e quando sua loja tiver 1.000 clientes diários (e nós queremos que você chegue rapidamente a esse número)?

Ainda será possível fazer tudo manualmente?

E se seu cliente colocar algum dado do cartão de crédito incorretamente, quem fará essa cobrança?

Você terá que enviar, manualmente, um e-mail dizendo que ele precisa finalizar a compra novamente.

E, obviamente, esse processo não é escalável.

Automatizando sua gestão de cobranças, você diminui a quantidade de erros que aconteceriam fazendo esse processo manualmente. 

Além disso, você otimiza tempo e recursos, poupa a área financeira e tem a possibilidade de oferecer mais segurança e opções para os seus clientes.

5. Certifique-se que sua página de checkout é transparente

A página de checkout de pagamento é fundamental para oferecer segurança na hora de vender por uma loja virtual.

Você sabia que, aproximadamente, um terço das vendas na internet são diretamente influenciadas pela página de checkout?

Dessa forma, pense no checkout transparente como prioridade para o seu negócio, e invista em todos os recursos que podem facilitar a vida do seu cliente.

Pedir somente as informações necessárias, oferecer várias formas de pagamento, preencher automaticamente o endereço apenas colocando o CEP e destacando recursos antifraude são fundamentais.

Além disso, é fundamental que o seu cliente continue dentro do seu site ao fazer a finalização da compra.

Se você não tem um checkout transparente e o seu cliente é redirecionado para outra página, as chances dele abandonar o carrinho por falta de segurança são grandes.

6. Lembre-se do antifraude

E já que estamos falando em segurança nas transações, não podemos esquecer do antifraude.

É essa ferramenta que vai garantir a segurança das suas transações e dos seus clientes contra possíveis ataques de hackers e fraudadores.

Contar com um antifraude é importante porque a maioria das lojas virtuais encerram suas atividades depois de invasões feitas por hackers, que deixam inúmeros prejuízos financeiros e mancham a reputação da marca.

E, se você quiser saber mais sobre o assunto, nós temos um e-book completo e totalmente gratuito sobre antifraude. Baixe agora clicando aqui.

7. Venda em multicanais

E, para finalizar nossos passos, é hora de garantir a sua presença em todos os canais possíveis.

Mesmo que a sua loja virtual seja o principal captador de vendas e de faturamento, vender pelas redes sociais também é muito importante para quem pensa em expandir seu negócio.

Dessa forma, você pode usar recursos, como um link de pagamento, para vender em todos os canais, redes sociais, e-mail e SMS.

Plataformas que você pode usar para abrir um e-commerce

Como vimos, a escolha da plataforma é fundamental para o sucesso do e-commerce.

Veja algumas opções:

Magento

A Magento é uma plataforma de e-commerce open source, ou seja, qualquer pessoa que possua um conhecimento aprofundado em programação poderá promover alterações e elaborar novas funcionalidades dentro do sistema.

Inclusive, há uma integração entre as plataformas Magento e Vindi para uma solução completa de e-commerce. 

A vantagem é que essa plataforma não possui limites em relação à customização, o que contribui muito para sua aceitação dentro do mercado.

As extensões Magento (gratuitas ou pagas) podem ser encontradas no Magento Connect (o diretório oficial de plugins Magento).

Lá você também encontrará extensões pagas, desenvolvidas por empresas e programadores independentes.

Para entender melhor como funciona, confira nosso post sobre os módulos da Magento.

Woocommerce

A WooCommerce é uma plataforma para e-commerce de código aberto.

Ela permite a customização de acordo com o tipo do seu negócio ou necessidade.

Criada em cima do WordPress, a plataforma permite aliar blog e loja virtual no mesmo ambiente, e se necessário, instalar plugins de integrações, desempenho e segurança.

Para realizar a instalação é muito simples: basta você acessar seu painel no WordPress, ir em Plugins, clicar em “Adicionar Novo” e fazer uma busca por “WooCommerce”.

Depois é só instalá-lo.

Para mais dicas de empresas, confira nosso post sobre as melhores plataformas de e-commerce do mercado.

15 indicadores para e-commerce que você precisa conhecer

Administrar uma loja online é um grande desafio para um empreendedor que quer se destacar em meio à concorrência.

E, para isso, os indicadores para e-commerce são fundamentais para ditar como está o sucesso do seu negócio.

Confira os principais que você deve monitorar:

1. Visitas pagas no site

Em primeiro lugar, os visitantes que aparecem na sua loja virtual são muito importantes para validar que você está aparecendo nas ferramentas de busca do Google.

Da mesma forma, é possível saber, a partir de ferramentas como o Google Analytics, quais os horários de pico de acessos.

É importante saber esses dados para lançar promoções, por exemplo.

Além disso, é importante destacar que existem várias formas de patrocinar publicações, uma para cada rede social.

Por isso, se você investir no Facebook, precisa do Facebook Ads, e se for usar o Instagram, precisa do Instagram Ads.

Portanto, se você não tem recebido acessos mesmo patrocinando anúncios, é hora de investir em técnicas de ranqueamento, como o SEO.

2. Visitas orgânicas no site

Diferente das visitas que vêm dos anúncios e publicações patrocinadas, as visitas orgânicas são aquelas que aparecem quando um cliente procura no botão “search” do Google e clica no seu site espontaneamente.

Por isso, é fundamental que você alcance seu público-alvo principalmente organicamente, já que as chances de conversão, nesses casos, são muito maiores do que quando somos impactados pela publicidade.

Ter um equilíbrio entre performance para publicações patrocinadas e visibilidade orgânica é o segredo do sucesso para um e-commerce ser visitado com frequência.

3. TPV

O TPV (Transações por Venda) é um dos indicadores para e-commerce mais importantes, que pode ter relação com o volume de vendas ou com o volume de pedidos, além das vendas parciais.

Com esse número em mãos, é possível traçar estratégias e metas que melhorem os números de aquisição.

Além disso, ter esse indicador disponível facilita a conta de outros indicadores que serão falados aqui.

4. CAC

O Custo de Aquisição por Cliente (CAC) é o indicador que mostra quanto sua empresa precisou investir para conquistar aquele cliente.

Dessa forma, se você consegue diminuir seu CAC, está usando seu dinheiro de forma mais estratégica.

Por outro lado, quanto mais você gasta para conseguir um novo cliente, menor é a sua margem de lucro.

Além disso, para calcular o CAC, todos os custos devem ser envolvidos, desde ações de marketing e produção de conteúdo, investimentos em redes sociais e divulgação, desenvolvimento do site e outros.

Nós já escrevemos aqui no blog da Vindi sobre como otimizar esse indicador, e você pode ler mais sobre o assunto clicando aqui.

5. CPC

O Custo por Clique (CPC) te ajuda a mensurar o desempenho das suas publicações patrocinadas

Isso acontece porque, toda vez que um cliente clica em um anúncio, uma cobrança é gerada.

Dessa forma, esse indicador é importante para que você tenha visibilidade de quais anúncios são relevantes para a sua empresa. 

Se o CPC é alto e você não tem o retorno dos acessos, talvez seja o momento de mudar de estratégia.

Para calcular o CPC, é necessário ter o custo total dos cliques dividido pelo número total de cliques.

Por exemplo, se você pagou R$ 1.000,00 por um anúncio e teve 2.000 cliques, seu CPC é de R$ 0,50.

6. LTV

O Lifetime Value, ou Tempo de Vida do Cliente, é um dos indicadores de e-commerce mais comentados no mercado.

Ela mede o faturamento que o seu cliente traz ao longo do relacionamento com a empresa, depois de ser conquistado.

Portanto, com esses dados é possível definir estratégias que aumentem a retenção e o faturamento deles, além de manter o foco nos produtos e serviços que são mais populares entre eles.

Se você quer saber mais sobre isso e aprender como calcular o LTV, basta clicar neste post do blog da Vindi.

7. TAC

A Taxa de Abandono do Carrinho (TAC) mostra quantos clientes entram na sua loja virtual, escolhem produtos e desistem da compra na hora de efetuar o pagamento.

Isso acontece por vários fatores, como ter um checkout de pagamento ineficiente e que não deixa o comprador seguro.

Para calcular o TAC, basta usar o total de abandonos dividido pelo total de compras iniciadas e multiplicado por 100.

Se você quiser saber mais sobre como diminuir a TAC, é só clicar aqui.

8. ROI

O Retorno sobre Investimento (ROI) é um dos indicadores para descobrir o seu lucro obtido com as transações que são feitas na sua loja virtual.

Com esse número, é possível decidir quais anúncios podem ter mais investimentos, dividindo sua receita pelo custo investido.

Entretanto, o ROI só pode ser calculado depois de um fechamento do financeiro.

Para calcular períodos menores, geralmente é utilizado o ROAS.

9. ROAS

Com o ROAS, é possível calcular o retorno investido em cada ação única patrocinada nos anúncios.

Dessa forma, esses dados são fundamentais para que o marketing entenda os melhores canais e as melhores ações para cada estratégia.

Se você quiser saber como calcular e otimizar os indicadores de e-commerce ROI e ROAS, é só clicar aqui.

10. Churn

O Churn mede a quantidade de cancelamentos de clientes que deixaram sua base, independente do motivo.

Basicamente, a redução do Churn está diretamente ligada à construção do relacionamento que você tem com os clientes que estão comprando na sua loja virtual.

Portanto, para calcular o indicador de cancelamentos, você precisa dividir o número de saídas mensais pelo número de clientes ativos.

Você também pode calcular a vida média dos clientes pelo tempo médio de retenção.

Para isso, basta dividir 100 pelo percentual médio de churn no ano, somando os percentuais mensais e dividindo por 12.

Além disso, você também precisa se preocupar com o chamado “Churn Silencioso”: quando o cliente não cancela, mas também não utiliza nunca mais.

Esse tipo de cliente, apesar de ainda contribuir com o faturamento, está insatisfeito ou não consegue ver valor no seu produto ou serviço. 

Portanto, pense nele e invista recursos para reconquistá-lo.

11. SKU

A Unidade de Controle de Estoque, tradução livre da sigla para Stock Keeping Unit, é o único dos indicadores de e-commerce que controla o fluxo de itens e te ajuda a organizar seu estoque e os produtos disponíveis na sua loja virtual.

Além disso, ele é diferente dos famosos códigos de barras.

Você basicamente cria um código para seus produtos e o disponibiliza nas vendas.

Portanto, tenha sempre esse código disponível e de fácil acesso para que a logística seja mais eficiente e ágil na sua empresa.

12. Taxa de rejeição

Um site rejeitado é aquele em que o visitante não navega por nenhuma outra página a não ser a página inicial. 

Além disso, não existe um consenso se existe uma porcentagem ideal para a taxa de rejeição, mas uma margem aceitável fica entre 30% e 45%.

Esses indicadores são encontrados no Google Analytics do seu site, e te dão um norte fundamental a respeito da sua home page.

13. Taxa de conversão

Por último, a taxa de conversão é medida dividindo o número de visitantes da sua loja virtual pelo número de compras que foram efetivamente feitas, revelando o índice de sucesso nas negociações. 

Por exemplo, se seu e-commerce tem 100 mil acessos mensais e 25 mil pedidos por mês, basta fazer essa conta:

  • (25.000 / 100.000) x 100 = 2.5%.

Agora, vamos ao bônus: indicadores para e-commerce de produtos recorrentes

Além de todos os demais que citamos aqui, também devem ser considerados o ARR e o MRR para negócios que usam a recorrência para vender:

14. ARR

A Receita Anual Recorrente (ARR) é uma métrica muito utilizada por empresas SaaS e é muito importante para entender como está a saúde financeira do seu negócio.

Além disso, se você precisar mudar preços ou investir em novos produtos e serviços, a ARR é a estrela guia para que você tenha visibilidade se pode ou não naquele momento.

Portanto, se você quiser calcular a Receita Anual Recorrente, basta clicar aqui para aprender agora.

15. MRR

Diferente da ARR, a MRR é a Receita Mensal Recorrente. E, como o próprio nome já diz, esse indicador calcula um período menor de tempo de faturamento, mês a mês.

Enquanto a ARR é um dia de como o negócio está indo no macro, a ARR indica a saúde financeira da empresa no micro.

Portanto, se você quiser saber quais decisões tomar na empresa a curto e médio prazo, a Receita Mensal Recorrente é a melhor opção para você, e vai te ajudar a calcular a ARR lá na frente.

Sua loja virtual começa agora

Chegando ao final deste super guia, você já tem todas as informações que precisa para abrir sua loja virtual.

Qual será seu próximo passo? Temos uma sugestão!

Aqui na Vindi, nós temos a melhor plataforma de gestão de pagamentos e de cobrança do mercado, e atendemos vendas pontuais, parceladas e recorrentes. 

Então, conte com a gente para apoiar o sucesso do seu negócio digital.

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