O parcelamento e a recorrência são dois modelos que facilitam o pagamento para o consumidor. Muitas vezes, eles são confundidos. Porém, tanto a cobrança recorrente quanto o parcelamento funcionam de maneira diferente e possuem características específicas. 

É sobre isso que vamos falar nesse texto. Então, se você quer entender os benefícios de cada um, continue lendo!

Como funciona o parcelamento 

Embora tenha se popularizado com a chegada do cartão de crédito, o parcelamento já existia antes. Para isso, era comum o uso de cheques ou mesmo carnês. 

Seu principal objetivo é facilitar o pagamento para o consumidor. Por isso, essa opção costuma ser mais comum em compras de produtos ou serviços com valores maiores.

Por exemplo, um celular que custa R$ 900 e pode ser pago em 10X de R$ 90. Ou então, o conserto do carro no valor total de R$ 1.500 que é dividido em 6X de R$ 250. 

Sendo assim, percebemos que uma das principais características do pagamento parcelado é que o valor total de uma venda é dividido em diversas parcelas.

parcelamento

Além disso, ele pode ser pago com ou sem juros. Nesse caso, o vendedor pode optar por arcar com as despesas dessas taxas ou, então, repassá-las ao cliente.

Atualmente, os principais meios utilizados para se fazer um parcelamento é o cartão de crédito e o boleto bancário.

Agora que entendemos o parcelamento, chegou a hora de falarmos sobre a recorrência.

Recorrência: o que é e como funciona

Imagine a seguinte rotina: você acorda pela manhã, vai para a academia e enquanto malha, escolhe a sua playlist favorita no Spotify. Depois, às 12h, sua refeição fit é entregue no trabalho pelo serviço que você assinou. No final do dia, você chega em casa e assiste um filme na Netflix para relaxar. 

Talvez você nem tenha percebido. Mas, a recorrência esteve presente durante todo o seu dia. Seja na mensalidade da academia, na assinatura do streaming de música e de filmes e até mesmo no plano de refeição fit que você assinou por seis meses.

Todos eles são exemplos de cobranças recorrentes e fazem parte da chamada economia da recorrência.

Pois a recorrência consiste na prestação de serviços contínuos. Normalmente comercializados em planos, assinaturas ou mesmo mensalidades.

Mas, ela também pode ser aplicada na entrega de produtos que são adquiridos com frequência, como: fraldas, produtos de higiene pessoal (shampoo, lâmina de barbear), ração para pets entre outros. 

Como funciona 

A recorrência também é uma modalidade de pagamento. Porém, ela possui características próprias. Sendo uma das principais a cobrança contínua de um mesmo cliente.

Então, a melhor forma de otimizar o processo é contando com a ajuda de uma plataforma de pagamento especializada em recorrência.

Assim, os serviços repetitivos do setor financeiro se tornam automáticos, diminuindo as chances de erro, facilitando o processo de comunicação com o cliente e possibilitando o acesso a diversos relatórios em alguns cliques.

Como a recorrência trabalha com mensalidades, assinaturas e planos, é comum que o cliente assine um contrato. Além disso, é nele que será acordada a data de pagamento, o prazo de prestação de serviço e, também, as condições de cancelamento. 

Os meios de pagamento mais utilizados na recorrência é o boleto bancário, débito automático e o cartão de crédito. 

Pagamento recorrente

O termo pagamento recorrente é usado, principalmente, para se referir ao modelo de cobrança no cartão de crédito. 

Nesse caso, os dados financeiros do cliente são coletados uma única vez e, depois, o débito é feito automaticamente. As principais empresas da economia da recorrência, como a Netflix, utilizam esse método. 

Além de todos os benefícios da recorrência, o pagamento recorrente tem outra vantagem: ele não toma o limite do cartão de crédito do cliente, como acontece no parcelamento.

Essa diferença traz grandes benefícios, principalmente, para quem oferece planos semestrais ou anuais, como academias, escolas e universidades. Já que o cliente pode aderir a esses planos longos sem precisar ter o valor total disponível em seu cartão de crédito.

Por exemplo, digamos que o plano anual de uma academia custe R$ 960. Se o cliente quiser pagar o valor parcelado, no momento da inscrição, ele precisa ter disponível esses R$ 960, pagando 12 parcelas de R$ 80. Seu limite só voltará a ser liberado de acordo com a quitação das parcelas.

Já utilizando o pagamento recorrente, o cliente pode optar pelo plano anual. Porém, ele só precisa ter disponível o limite de R$ 80 por mês. Pois não consiste em uma compra parcelada, mas sim no débito automático a cada mês.

Principais vantagens da recorrência 

Trabalhar com o modelo recorrente oferece diversos benefícios tanto para a empresa quanto para o consumidor. Abaixo listamos algumas delas.

  • Receita previsível – já que você sabe exatamente quantos clientes têm em sua base e em qual data do mês acontecerá o pagamento.
  • Maior adesão – o pagamento recorrente permite que mais pessoas tenham acesso aos seus serviços. Mesmo aquelas que não possuem um alto limite em seu cartão (ou não queiram comprometê-lo).   
  • Processo automático – com o pagamento recorrente, todo o processo de cobrança pode ser automatizado. Com isso, seu financeiro ganha tempo para focar em atividades estratégicas.
  • Menor inadimplência – como o débito das mensalidades acontece de forma automática, o índice de clientes inadimplentes diminui. Além disso, nos pagamentos por cartão de crédito, ao deixar de pagar uma fatura, o consumidor gera uma pendência com a administradora, mas o seu recebimento fica garantido.

Como vimos nesse texto, o parcelamento consiste em dividir o valor total de uma compra em diversas parcelas. Já a recorrência funciona pelo débito automático mensal de um valor acordado em contrato. Além disso, ela traz diversos benefícios para negócios que trabalham com planos, assinaturas e mensalidades.

Se você também quer aumentar seu faturamento e passar a cobrar no modelo recorrente, entre em contato com a Vindi. Nós podemos ajudá-lo nesse processo! 

Author

Especialista em Marketing de Conteúdo, escreve há mais de seis anos sobre e-commerce, meios de pagamento, tecnologia e viagens.