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Antigamente, o uso de carnê era muito comum em compras parceladas ou serviços contínuos. Depois, o boleto bancário começou a assumir o cargo. Foi, então, que as contas mais comuns em nosso dia a dia passaram a ser pagas por esse meio popular no Brasil.

Mesmo o cartão de débito e crédito se tornando mais acessível, o boleto ainda continua como uma das formas de pagamento preferidas. Chegando a ser a segunda mais popular por aqui.

Nos próximos tópicos, você vai descobrir as principais vantagens e desvantagens desse meio, o que é necessário para emissão de um boleto e ainda como o boleto pode ser usado na cobrança recorrente.

Por que o boleto é tão popular?

Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), são emitidos cerca de R$ 3,5 bilhões de boletos por ano. Mas por que ele é tão amado assim?

Muitas pessoas o consideram seguro. Pois, pagar por boleto no ambiente online, por exemplo, não exige que você informe dados da sua conta bancária.

Já quando pensamos em instituições de ensino, que ainda usam amplamente o boleto para cobrar seus alunos, esse método se destaca porque ele é acessível a qualquer pessoa. Sem a necessidade que ela tenha uma conta bancária. Além disso, pode ser pago em diversos lugares ou mesmo pela internet.

Principais vantagens

Aceitar esse meio de pagamento tem diversas vantagens, entre elas podemos citar:

Acessível para todos

Como comentamos acima, o boleto permite que qualquer pessoa possa adquirir um produto ou serviço. Pois, ela não precisa ter conta em banco, pode pagar em dinheiro, sem precisar ter um cartão de crédito com limite.

Sem contar que se você presta serviços para instituições governamentais ou empresas, muitas só fazem o pagamento via boleto.

Taxas atraentes

Outra vantagem do boleto para comerciantes é que os valores costumam ser fixos por emissão. Com isso, podem parecer mais atraentes do que as tarifas cobradas pelas bandeiras de cartões.

É, por isso, que muitas lojas virtuais, por exemplo, conseguem oferecer descontos em pagamentos feito por boletos.

Maior adesão

Se você amplia as opções de pagamento, a chance é que mais pessoas queiram comprar seus produtos ou aderir aos seus serviços.

Desvantagens

Mas, mesmo com os prós que citamos acima, o boleto também tem algumas desvantagens que você deve considerar, elas são:

Liquidação demorada

Mesmo o cliente pagando o boleto com rapidez, ainda é preciso uma média de dois dias úteis para que você receba a notificação de pagamento. Com isso, o processo de venda pode acabar se alongando mais.

Possibilidade de inadimplência

Principalmente para quem oferece serviços e cobra por boleto, a taxa de inadimplência é um ponto de atenção. Pois, você depende que o cliente lembre-se de pagar a cobrança antes do vencimento.

Agora, se você tem um e-commerce, uma grande desvantagem desse meio de pagamento é que o usuário tem tempo de desistir da compra. Sendo que ele pode solicitar a emissão do título e depois decidir não pagar.

Nos dois cenários que citamos acima, será necessário gastar tempo e recursos caso você queira reverter a situação e receber pelo serviço ou produto.

Como emitir e quanto custa

Se você quer emitir um boleto, você pode ser tanto pessoa jurídica, com CNPJ, ou mesmo pessoa física, por CPF. Mas, ainda assim, é necessário se adequar aos dois critérios abaixo.

Ter uma conta em banco

Independentemente de ser uma empresa ou não, é necessário possuir uma conta corrente em bancos homologados. Além de contar com um convênio de emissão de boleto.

Carteira de cobrança

Outra exigência é possuir uma carteira de cobrança vinculada ao banco para fazer a emissão do documento.

Se você vai gerar boletos, é possível fazer o processo manualmente pelo banco. Sendo que essa tarefa exige tempo e demora mais. Ou, então, você pode optar por usar um sistema online de emissão de boletos, como a Vindi. Assim, seus títulos são gerados automaticamente em cerca de 30 segundos e podem ser enviados por e-mail ao pagador.

Fim do boleto sem registro

O uso do boleto sem registro foi finalizado pela Febraban. Segundo a empresa, a ideia é evitar fraudes e oferecer uma melhor experiência aos consumidores.

Com isso, agora todos os títulos devem usar a “Nova Plataforma de Cobrança” da Febraban para emitir boletos. Os títulos registrados devem conter o nome completo do pagador, CPF, endereço, data de vencimento e valor.

Uma grande desvantagem do título com registro ao sem registro é que todo boleto, pago ou não pelo cliente, é cobrado do emissor.

As taxas para emissão do documento variam de banco para banco. Mas, se você quiser ter uma ideia de preços, já fizemos um post “Tarifas: conheça as taxas de boleto dos bancos¨. Nele informamos as tarifas dos principais bancos, não deixe de conferir.

Pagamento recorrente no boleto

Também é possível usar o boleto bancário no pagamento recorrente. Caso o seu negócio seja por meio de mensalidades, planos ou mesmo assinaturas, é possível cobrar seus consumidores de forma automatizada.

Funciona da seguinte forma: todo mês, na data acordada em contrato, o cliente receberá um e-mail com um link para emitir o documento e fazer o pagamento dentro do prazo.

Contar com uma plataforma, como a Vindi, vai deixar todo o processo automatizado. Com isso, você pode reduzir custos com recursos para emissão. Além de enviando por e-mail, acabam os gastos de impressão e envio por correios.

O fato é: o boleto tem alta adesão por parte dos consumidores. Então, aceitar o pagamento por esse meio é necessário caso você queira vender mais. Agora é preciso se adequar às novas regras da Febraban e o boleto registrado. E, para agilizar e economizar no processo de emissão, procure uma ferramenta online.

Author

Especialista em Marketing de Conteúdo, escreve há mais de seis anos sobre e-commerce, meios de pagamento, tecnologia e viagens.