A criação de infoprodutos para venda é uma das maneiras mais acessíveis de empreender na internet hoje em dia.
Afinal, muitas vezes, basta uma boa ideia e um investimento baixo para começar a lucrar.
Por conta disso, o volume de trabalhos diretos e indiretos gerados nesse mercado teve um aumento de 30%, segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas divulgada em reportagem do Valor Econômico.
Todo esse apelo faz com que algumas pessoas ingressem na atividade sem o devido conhecimento sobre o mercado.
Assim, não conseguem conquistar espaço e fazem poucas vendas, mesmo se tiverem um bom produto.
Ou criam um conteúdo com qualidade pobre e perdem relevância entre consumidores.
Mas com uma estratégia eficiente somada a um material relevante e completo, é possível encantar e engajar o público, obtendo bons resultados.
Um bom criador de infoprodutos consegue, inclusive, gerar uma renda passiva permanente após disponibilizar seu conteúdo para venda.
Quer saber como?
Continue lendo e aprenda como prosperar nesse mercado.

Infoprodutos exigem baixo investimento e têm alta escalabilidade, ideal para quem quer empreender com autonomia.
O que são infoprodutos?
Infoprodutos são produtos digitais que transmitem conhecimento.
São vendidos pela internet e geralmente criados por especialistas em determinado assunto, com o objetivo de ensinar ou resolver um problema específico do público.
Por dispensarem a necessidade de uma transação presencial, são uma escolha de muitos empreendedores que apostam no formato.
Os tipos de infoproduto variam bastante, podendo ser:
- E-book, geralmente no formato PDF
- Tutorial em um vídeo único
- Curso em vídeo, com uma sequência de aulas
- Webinars, com transmissão ao vivo e participação dos alunos
- Conteúdos em áudio, como podcasts e audiolivros
- Materiais prontos para uso em plataformas diversas, como planilhas e templates
- Mentorias com envio periódico de conteúdos e solução de dúvidas.
As áreas também são diversas, de assuntos modernos como programação e inteligência artificial a temas mais tradicionais como marcenaria e artesanato.
A ideia é aproveitar o conhecimento sobre o assunto para obter lucro.
Para isso, é importante entender como ocorrem as vendas nesse segmento.
Como funciona o mercado de infoprodutos?
O mercado de infoprodutos é movimentado em grande parte por plataformas específicas nas quais qualquer criador pode publicar seus conteúdos.
Embora seja possível fazer uma divulgação por conta própria, o uso desse tipo de ferramenta ajuda a captar clientes.
Alguns exemplos de plataformas de infoprodutos são:
- Hotmart
- Udemy
- Eduzz
- Monetizze
- Kiwify.
Elas funcionam como marketplaces, ajudando a divulgar e disponibilizar o infoproduto em troca de um percentual de cada venda.
Geralmente, contam com programas de afiliados, que são empreendedores que promovem os produtos para venda e também recebem por isso uma fração dos ganhos.
É claro que criadores de infoprodutos podem abrir mão dessas plataformas e vender de forma independente.
E até pode valer a pena para pessoas já conhecidas, como um ex-atleta divulgando conteúdos sobre o esporte em que atuou ou um artista premiado ensinando suas técnicas.
Mas, no geral, o caminho mais seguro é usar as ferramentas existentes para isso.
Também é importante saber que os materiais podem ser disponibilizados de várias maneiras, dependendo do tipo de arquivo.
Um e-book, por exemplo, pode ser encaminhado por e-mail.
Já um conteúdo em vídeo depende do upload para alguma plataforma que faça o streaming, como o próprio YouTube.
Benefícios de trabalhar com infoprodutos
Trabalhar com infoprodutos é uma das melhores formas de ganhar dinheiro na internet.
Principalmente para quem conhece a fundo algum assunto que possa despertar o interesse de um perfil de público.
Conheça agora os três principais benefícios de apostar nesse mercado.
Baixa barreira de entrada
Um infoproduto pode ser criado em poucos passos, usando um computador.
Dependendo do tipo de produto e do conhecimento do criador, até um celular ou um tablet podem ser utilizados.
Por isso, não é necessário investir em uma estrutura para poder elaborar os conteúdos, o que reduz bastante a barreira para entrar no mercado.
Escalabilidade e receita passiva
Um mesmo produto pode ser vendido para centenas ou milhares de clientes, sem que seja necessário aumentar os custos relacionados à produção.
Afinal, o material já está pronto.
Portanto, é um negócio altamente escalável, ou seja, a empresa tem possibilidade de crescer e atender a demandas maiores.
E como um infoproduto pronto pode ser vendido a várias pessoas, o empreendedor ganha uma receita passiva, pois segue lucrando sem precisar trabalhar.
Flexibilidade de tempo e local
Ao criar um infoproduto na sua própria casa, o empreendedor pode escolher quando e onde quer trabalhar.
Fica mais fácil reservar o tempo livre para atividades pessoais ou até mesmo outras ocupações.
Se você precisar – ou quiser – viajar, é só levar o notebook ou outro dispositivo junto para trabalhar em qualquer lugar.
Principais tipos de infoprodutos
Antes, falamos rapidamente sobre os vários tipos de infoprodutos.
Porém, existem três que se destacam pelo bom potencial de retorno.
É claro que o sucesso nessa área depende da qualidade do material, mas um bom ponto de partida é escolher entre um dos formatos que vamos mostrar agora.
Cursos online
Cursos online são infoprodutos com alta demanda, pois muitas pessoas buscam aprender algo novo, seja para seu lazer ou para qualificação profissional.
Por isso, não faltam nichos promissores.
Alguns exemplos são:
- Tecnologia da Informação: cursos sobre programação e manutenção de softwares e hardwares
- Finanças e investimentos: aulas para ajudar a cuidar das finanças e gerenciar aplicações financeiras
- Saúde e bem-estar: dicas de alimentação, exercícios físicos e outras boas práticas para melhorar o estilo de vida
- Empreendedorismo: tutoriais para montar negócios em áreas diversas
- Moda e beleza: ensinamentos sobre como se vestir e se maquiar, entre outros materiais
- Arte: treinamentos de fotografia, filmagens, desenho, música e artesanato, entre outras atividades
- Gastronomia: dicas de cozinha que vão além de simples receitas.
E-books e materiais digitais
Conteúdos escritos também têm um bom potencial, desde que apresentem informações relevantes.
Caso o material não seja muito extenso, pode valer a pena investir em um arquivo no formato PDF, para que o leitor leia no próprio celular.
A formatação, nesse caso, pode ser feita por meio de um software de edição como InDesign ou Canva.
A maior vantagem é poder incluir infográficos para enriquecer o texto e dar fluidez à leitura.
O uso de uma fonte em tamanho grande facilita a visualização em smartphones.
Outra possibilidade é escrever livros extensos, mais apropriados para leitura em e-readers, com as extensões EPUB, MOBI, AZW e AZW3.
Nesses casos, você pode usar o próprio Word ou Google Docs para formatar, ou ainda um software como o Calibre.
Planilhas, templates e ferramentas digitais
Além de buscar um material educativo, muita gente também procura por um modelo pronto para usar em alguma plataforma.
Um exemplo clássico é o das planilhas para softwares como Microsoft Excel e Google Sheets.
Elas podem servir para várias finalidades, como gerenciar finanças pessoais, fluxo de caixa de um negócio, calendário e planejador, e por aí vai.
Outra possibilidade é a criação de templates para slides usados em apresentações em sistemas como Powerpoint e Google Slides.
Modelos de contratos também podem ser úteis para quem precisa de uma segurança para firmar acordos em qualquer área.
Também há produtores de plugins para CMS como WordPress e Magento, que nesse caso vendem direto na loja virtual das plataformas.
Mentorias e webinars
Em vez de elaborar o material para a venda, o webinar exige uma interação maior com os usuários.
O nome vem da junção das palavras web com seminar, ou seja, um é seminário online.
Primeiro, os alunos se cadastram e acessam uma sala virtual em que você apresenta a sua aula por streaming.
A mentoria pode ser feita a partir de uma programação de envio de mensagens por um aplicativo e o agendamento de webinars.
Assim, você pode gerar mais valor por meio de uma experiência personalizada, com a possibilidade dos alunos interagirem com o produtor para fazerem perguntas como diferencial.
Como criar um infoproduto de sucesso?
A primeira condição para criar um infoproduto de sucesso é ter conhecimento no assunto a ser desenvolvido.
Se for necessário, pesquise bem e busque fontes confiáveis.
Mas, além disso, existem três pontos importantes a serem considerados.
Conheça cada um agora.
1. Escolha do nicho certo
Para render bons resultados, o infoproduto precisa ser voltado a um público-alvo disposto a pagar pela informação que vai receber.
Por isso, é preciso analisar primeiro qual dor o seu material pretende solucionar.
A partir daí, é importante verificar se há demanda para essas informações.
Para que as pessoas estejam dispostas a gastarem dinheiro com seu produto digital, não deve haver alternativas mais fáceis para o aprendizado.
Por isso, avalie o quanto a sua solução se diferencia de materiais disponíveis gratuitamente, como uma postagem em um blog ou um tutorial no YouTube, por exemplo.
Analise também as características do público, para identificar se há a tendência de adquirir um conteúdo online para resolver esse problema.
Depois de escolher o nicho mais adequado, é hora de colocar a mão na massa.
2. Planejamento e estruturação
A partir das informações sobre o nicho, você já pode começar a pensar em como será o seu produto.
A elaboração de um roteiro é necessária, portanto, não saia criando antes de planejar bem como será o item.
Produtos educativos e informativos precisam de uma boa divisão do conteúdo para facilitar o aprendizado.
Pense no básico que a pessoa precisa saber antes de mais nada, para depois ir avançando pouco a pouco.
Faça um diagrama visual para organizar todas as subdivisões e resuma as informações presentes em cada uma.
Comece cada uma dessas etapas tendo sempre em mente o que o leitor já sabe até aquele ponto, tentando evitar termos ou conceitos desconhecidos, ou assuntos repetitivos.
3. Ferramentas e plataformas necessárias
A criação de um infoproduto exige o uso de ferramentas para estruturar, editar e até mesmo vender o conteúdo.
Várias delas são gratuitas e podem ser usadas online.
Já citamos algumas aqui, mas agora vamos fazer uma divisão das principais plataformas para cada formato de infoproduto:
- Conteúdo em vídeo: você vai precisar de ferramentas de edição como iMovie ou Final Cut, podendo usar os gratuitos OBS Studio e Shortcut, para depois publicar em plataformas como Hotmart, Udemy e Kiwify ou no YouTube
- Streaming: o OBS Studio também é uma alternativa para webinars, mas você pode usar sistemas mais simples como Zoom, Google Meet e Youtube Live
- Conteúdo em áudio: ferramentas de edição gratuitas como Audacity e Ocenaudio Editor são boas alternativas, e você pode publicar seu conteúdo em streamings como Spotify e Deezer
- E-book: o Canva tem sido bastante usado para a criação de e-books em PDF e o Scribus também é uma boa opção, e os materiais podem ser distribuídos por plataformas como o Hotmart ou por um link fechado no Google Docs
- Planilhas e apresentações: os arquivos são gerados dentro do próprio software em que será usado.
Após essas três etapas, é hora de começar a distribuir seus infoprodutos para colher os resultados de seu trabalho.
Estratégias de venda para infoprodutos
Embora a venda de infoprodutos possa ser feita diretamente por plataformas como Hotmart, vale muito a pena adotar algumas ações para divulgar o seu infoproduto.
A seguir, vamos detalhar três boas estratégias para vender bem.
Marketing de conteúdo e posicionamento digital
Antes de comprar a solução, o público ainda não saberá o quanto você entende do tema até conferir seu material.
Uma boa técnica para contornar isso é produzir conteúdo orgânico, ou seja, que não é feito por publicidade paga.
Você pode criar um perfil em uma rede social ou no YouTube para publicar materiais relacionados ao seu infoproduto – sem todo o detalhamento.
Outra boa técnica é criar um blog otimizado para SEO (Otimização para Motores de Busca, na sigla em inglês).
São boas práticas de desenvolvimento de páginas e redação de texto para facilitar o encontro do material em mecanismos como o Google.
Essa estratégia deve ser elaborada a partir de palavras-chave buscadas pelo público adequado.
Para encontrar esses termos, é importante usar ferramentas como SEMrush, Ubersuggest e o planejador de palavras-chave do Google.
Funil de vendas e email marketing
Outra alternativa é elaborar uma estratégia de funil de vendas, para atrair o público em uma jornada de compra completa.
Para o topo do funil, você cria um conteúdo inicial com informações gerais sobre o assunto para atrair um bom número de pessoas.
Aquelas que consideram fazer a compra estão no meio do funil.
Para elas, o material a ser enviado pode ser um pouco mais específico em relação ao infoproduto.
Já o fundo já é formado por quem decidiu comprar e está escolhendo a melhor opção.
Portanto, é importante destacar bem as vantagens da sua produção.
Por meio de ferramentas como Brevo e Mailchimp, você pode programar o envio de e-mails automatizados, disparados a partir de ações realizadas pelo próprio cliente.
Assim, vários leads vão passando automaticamente pelas etapas do funil de vendas até que uma parte deles se torne cliente.
Investimento em anúncios e tráfego pago
O tráfego pago pode ser uma boa estratégia para algumas situações, pois permite segmentar bem o perfil do público que vai receber a publicidade.
Assim, se você tem um novo infoproduto e quer testar na prática sua viabilidade, poderá avaliar o resultado de uma ação direcionada ao Perfil de Cliente Ideal.
Além disso, se você já tem outros canais de venda, pode escalar sua atividade para aumentar seus ganhos apresentando o infoproduto a mais consumidores.
A plataforma mais famosa para essa finalidade é o Google Ads, mas também é possível anunciar em redes sociais como Facebook e TikTok.
Essa atividade exige conhecimento dos detalhes das ferramentas e das várias possibilidades de segmentação.
Entre elas, estão áreas de afinidade e dados demográficos detalhados.
Como você deve ter percebido, escolher a melhor estratégia de venda é um dos desafios de atuar nessa área.
Conheça outros na sequência.
Desafios de trabalhar com infoprodutos
Elaborar e vender infoprodutos tem vantagens, mas pode ser uma tarefa desafiadora em alguns aspectos.
Por isso, é preciso se antecipar a obstáculos.
Se você busca largar bem nessa área, conheça os três principais pontos de atenção e como superar cada um deles.
Competição no mercado
Justamente por causa das vantagens que já mostramos aqui, desenvolver infoprodutos é uma atividade altamente concorrida.
O mercado já conta com várias opções bem completas voltadas aos mais diversos nichos.
Por isso, é importante buscar meios de se diferenciar.
Em seus conteúdos, procure também entregar a maior qualidade possível, seja no áudio, na imagem ou mesmo em um texto bem formatado.
Procure pedir feedbacks dos clientes para apresentar na sua divulgação, mostrando que há muita gente satisfeita com seu infoproduto.
Assim, você aciona o gatilho mental da prova social, que ajuda bastante nas vendas.
Fortaleça sua marca definindo uma identidade visual clara e uma proposta de valor concreta.
Manutenção e atualização
Apesar da vantagem de só precisar elaborar cada material uma vez, o produtor não pode se descuidar em relação às atualizações.
Afinal, novidades surgem em todas as áreas.
Se o seu infoproduto aborda tecnologia, é preciso manter o produto atualizado em relação a todas as tendências atuais.
Mesmo em outros nichos como artesanato, finanças e arte, a ausência de atualização pode deixar o material defasado ou, pelo menos, incompleto.
Para lidar com esse desafio, procure se atualizar ao máximo em relação ao tema do infoproduto para entregar conteúdos atuais e relevantes.
Além disso, faça uma base de contatos dos clientes para encaminhar a eles os materiais atualizados, aumentando assim a satisfação do público.
Construção de autoridade
O empreendedor autônomo que decide investir nessa área precisa construir uma marca própria partindo do zero, para competir com concorrentes já consolidados.
Por isso, é preciso conquistar autoridade antes de começar as vendas.
E a melhor forma de fazer isso é criar um conteúdo relevante sobre o assunto do infoproduto.
A divulgação pode ser orgânica, via blog otimizado com SEO ou redes sociais, ou por tráfego pago.
Procure interagir com o público, respondendo perguntas por e-mail ou nas caixas de comentários das plataformas que você usar.
Alguns infoprodutores criam grupos em apps como WhatsApp e Telegram para compartilhar informações gratuitamente com os participantes.
Assim, você vai ganhando crédito e mostrando como o seu conhecimento é relevante – e como seu infoproduto pode ser útil.
Conhecendo os desafios e sabendo como lidar com cada um deles, fica mais fácil agir nesse mercado.
Porém, também é importante conhecer as tendências para o futuro.

Com conteúdo relevante e estratégia bem definida, é possível gerar renda passiva e escalar as vendas digitais.
Futuro do mercado de infoprodutos
O e-commerce em geral já é parte da rotina do público, aumentando a sua adesão ano após ano.
Em 2024, mais de 90 milhões de pessoas fizeram alguma compra online no país, segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).
Ao se habituarem ao varejo online, as pessoas começam a considerar a ideia de adquirir um produto digital.
Por isso, a demanda tende a aumentar.
O momento econômico turbulento tanto no cenário brasileiro quanto internacional também contribui para que muitas pessoas decidam empreender, seja para sustento ou renda extra.
Por isso, conteúdos que capacitam alunos para atividades remuneradas têm ganhado cada vez mais espaço.
Além disso, o formato dos infoprodutos também vem passando por uma transformação.
Por meio de ferramentas de inteligência artificial, é possível coletar e analisar uma grande quantidade de dados, em um conceito chamado Big Data.
Por tecnologias como machine learning (aprendizado de máquina) e Processamento de Linguagem Natural (NLP, em inglês), o sistema “entende” as preferências dos usuários.
Assim, as empresas criam conteúdos sob medida.
Sem contar que modelos de IA podem otimizar diversas tarefas, possibilitando inclusive a personalização dos infoprodutos para diversos usuários.
Outra transformação relevante está na área dos pagamentos, como vamos explicar melhor em seguida.
Como a automação de pagamentos facilita a venda de infoprodutos?
Quem vende um infoproduto está repassando informações relevantes a quem fez a compra.
Portanto, você pode ir além de um simples envio de conteúdo para se tornar um mentor, enviando ao cliente informações periodicamente e respondendo dúvidas.
É a assinatura da mentoria.
Nesse aspecto, a automação dos pagamentos pode ajudar você a receber suas cobranças sem fazer um grande esforço.
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Além de reduzir a inadimplência, você pode melhorar a experiência do cliente com uma cobrança simples e fluída, sem fricções.
Funcionalidades como as retentativas, o Renova Cartões e o Renova Vindi também ajudam a solucionar situações de falhas de cobrança e garantir os pagamentos em dia, sem exigir esforço humano.
Então, o que achou das dicas? Está pronto para começar a vender infoprodutos?
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