O conceito de “cashless” se refere a uma economia onde as transações financeiras são feitas predominantemente por meios digitais, reduzindo a dependência do dinheiro físico. A importância dessa tendência é imensa, pois ela representa a evolução dos meios de pagamento, impulsionada pela busca por mais segurança, conveniência e rastreabilidade nas transações.

Empresas que não se adaptam à realidade cashless enfrentam dores crescentes. Além dos altos custos e riscos de segurança associados ao manuseio de dinheiro físico, a principal dor é a perda de vendas, já que muitos consumidores, especialmente os mais jovens, simplesmente não carregam mais notas na carteira e esperam poder pagar com cartões ou Pix.

Por outro lado, abraçar o modelo cashless traz mais eficiência e inteligência para o negócio. A digitalização das transações reduz custos operacionais, aumenta a segurança, melhora a experiência do cliente e, crucialmente, gera dados valiosos sobre o comportamento de compra, permitindo uma gestão financeira muito mais precisa e estratégica.

a transição para uma economia cashless transforma o ato de pagar de uma troca física para uma transação de dados segura, representando mais eficiência para as empresas e mais conveniência para o consumidor.

O que é cashless?

Cashless é uma forma de pagamento sem contato físico que dispensa o uso de dinheiro em espécie, cheque ou mesmo cartões com chip ou tarja magnética.

O nome vem do inglês e significa “sem dinheiro em espécie”, em uma tradução livre.

O método cashless existe tradicionalmente por tecnologias como a RFID e a NFC, que operam por meio da aproximação de dispositivos, como celulares, pulseiras e cartões, a uma maquininha específica ou outro celular habilitado.

Dessa forma, ele permite ao recebedor mais segurança, agilidade de caixa e controle de filas em estabelecimentos físicos.

Porém, existem formatos que não exigem aproximação, como o caso do Pix.

Além disso, atualmente desponta também a tecnologia de pagamentos por QR Code, que é um novo método que pode ser considerado cashless.

Cashless vs. pagamentos tradicionais

A transição do dinheiro físico para os meios digitais representa uma mudança fundamental na forma como trocamos valor. Enquanto os pagamentos tradicionais se baseiam em ativos físicos, o modelo cashless opera no mundo da informação, o que traz diferenças cruciais em segurança, eficiência e na geração de inteligência para os negócios.

Pagamentos tradicionais: o mundo do dinheiro físico

O modelo tradicional é centrado no dinheiro em espécie (cédulas e moedas) e, em menor grau, no cheque. Sua principal característica é o anonimato e a aceitação universal. No entanto, para as empresas, ele traz desafios significativos, como o alto custo de manuseio (transporte de valores, troco, segurança), o risco de roubos e perdas, e a total falta de rastreabilidade das transações, o que dificulta a gestão financeira.

Pagamentos cashless: a era dos dados e da conveniência

O modelo cashless abrange todos os meios de pagamento digitais, como o cartão de crédito e débito, o Pix e as carteiras digitais. Sua principal característica é a conveniência e a segurança, tanto para o cliente quanto para a empresa. Cada transação é eletronicamente registrada, o que garante a rastreabilidade, facilita a conciliação financeira e gera dados valiosos sobre as vendas.

Em resumo, a grande diferença é que o pagamento tradicional movimenta um ativo físico, enquanto o cashless movimenta informação. É essa digitalização que permite a automação de processos, a análise de dados e a criação de um ecossistema financeiro muito mais inteligente e integrado.

Como funciona o pagamento cashless?

Todo pagamento cashless funciona com base no mesmo princípio: a troca segura de informações digitais entre o meio de pagamento do cliente e o sistema do vendedor. Em vez de entregar dinheiro físico, o cliente autoriza uma transação eletrônica que é validada por uma rede de instituições financeiras, como bancos e adquirentes.

O início da transação pode variar: em uma loja física, pode ser pela leitura do chip de um cartão, pelo pagamento por aproximação (NFC) de um celular ou pela leitura de um QR Code para Pix. Em uma loja online, acontece pelo preenchimento de dados em um checkout. Independentemente do método, o objetivo é o mesmo: enviar uma solicitação de pagamento para a rede.

Para garantir que esse processo seja seguro, todo o fluxo é protegido por múltiplas camadas de tecnologia. A criptografia protege os dados durante a transmissão para que não possam ser interceptados, enquanto os métodos de autenticação, como senhas, biometria ou a autenticação de dois fatores (2FA), garantem que apenas o dono da conta possa autorizar a transação.

Quais são os sistemas cashless de pagamento?

Para que o funcionamento do sistema cashless fique mais claro, vamos detalhar a partir de agora cada um dos sistemas envolvidos.

NFC

O NFC é um método criado em 2002 e que está por trás das carteiras digitais e dos cartões bancários contactlessTrata-se de uma tecnologia de troca de dados por aproximação, traduzido como “Comunicação de Campo Próximo”, que requer dispositivos habilitados para essa função.

O NFC tem sido utilizado, por exemplo, em smartphones, smartwatches e cartõesBasta o dispositivo conter um hardware específico para NFC, o que é informado nos manuais dos aparelhos (a maioria dos modelos atuais conta com o recurso).

No momento do pagamento cashless por NFC, o dispositivo deve ser aproximado a outro habilitado com a tecnologia. Se houver sinal de internet, a transferência é realizada a partir da conexão entre o banco do cliente e o banco do recebedor. Veja alguns exemplos de métodos de pagamento que funcionam por NFC:

Carteiras digitais

Nelas, o proprietário deve configurar seu cartão de crédito ou débito para utilizar digitalmente. Ele pode estabelecer um limite que pode ser gasto na carteira digital. Antes de realizar um pagamento, por segurança, ele deve habilitar a função contactless, colocando a senha do dispositivo. Alguns exemplos de carteiras digitais são:

  • Apple Pay
  • Android Pay (antigo Google Pay)
  • Samsung Pay.

Cartões contactless

Os cartões de crédito e débito da maioria das bandeiras e dos principais bancos do mercado já vêm habilitados com o chip NFC. Para pagamento, basta o usuário aproximar o cartão da maquininha, sem ter de inseri-lo. Há também a possibilidade de não utilizar senha para compras de baixo valor, dando ainda mais praticidade ao ato.

QR Code

A solução por QR Code desponta atualmente como uma grande tendência de pagamento cashless. Viabilizado por aplicativos, o pagamento só depende da leitura do QR Code pela câmera do smartphone e da confirmação dos dados na tela. Alguns exemplos de aplicativos com função de pagamentos por QR Code são:

  • Pic Pay
  • Iti (do banco Itaú)
  • Mercado Pago
  • Rappi.

Nesses aplicativos, geralmente, o usuário pode ter uma carteira digital em que insere créditos por transferência bancária ou boletoOutra possibilidade é cadastrar seu cartão de crédito ou débito no celular. Na hora de pagar, é só abrir o app, apontar a câmera para ler o QR Code (que pode ser de um estabelecimento ou de outra pessoa física), informar o valor e o meio de pagamento (se saldo da conta ou cartão) e pronto: a transferência é realizada de imediato para o recebedor.

Os estabelecimentos devem consultar a existência de taxas de cada app, porém, costuma não haver nenhum tipo de mensalidade ou taxa de adesão, apenas taxas proporcionais aos pagamentos recebidos.

Tarjetas RFID

Se você já usou uma pulseira em shows para colocar créditos para pagar e consumir alimentos e bebidas no local, por exemplo, você já usou a tecnologia RFIDO RFID (Radio-Frequency Identification) é um método de identificação automática que existe desde 1980 e usa sinais de rádio, emitidos entre a tarjeta e a máquina, para realizar troca de dados.

Essa tecnologia é usada também em cartões que desbloqueiam as catracas de eventos. Basicamente, ele funciona com um cartão, uma pulseira ou um relógio smartwatchAo serem aproximados a um leitor, os dispositivos realizam uma conexão por ondas de rádio. 

O RFID costuma ser um método cashless bastante eficiente e seguro, que tem a vantagem de não necessitar de rede de dados para funcionar, podendo operar em locais que não têm sinal de internet (o que é bastante comum em festivais, por exemplo). Basta um sistema de controle que imputa e cobra os créditos do dispositivo por radiofrequência. A recarga também pode ser feita por aplicativos, dependendo do sistema adotado.

WhatsApp Pay

Desde 2021, o popular app de mensagens também pode ser usado para transferências pelo recurso WhatsApp PayInicialmente, seu uso era restrito a pessoas físicas, mas já é possível fazer pagamentos para empresas também. As possibilidades, porém, ainda são bem limitadas, pois o usuário precisa cadastrar um cartão de débito de bandeira Visa ou Mastercard emitido por determinados bancos.

Pix

O método de transferências bancárias criado pelo Banco Central vem se consolidando como um dos mais usados no Brasil. Ele é diferente dos sistemas que citamos acima por realizar a autenticação a partir da internet, sem a necessidade de aproximaçãoPor isso que, embora o uso do QR Code em cobranças por Pix seja comum no varejo, é possível transferir valores apenas informando a chave do usuário.

A chave pode ser um número de CPF, CNPJ, e-mail, número de celular ou uma sequência aleatória que pode ser trocada a qualquer momento. Para transferir, basta ter uma chave própria e informar a chave do usuário que vai receber os valores. Ainda que não exija aproximação ou visualização, o sistema tem a segurança garantida por diversos fatores.

Em primeiro lugar, para fazer a transferência é preciso realizar uma autenticação no aplicativo da instituição financeira responsável pela conta. Além disso, todos os dados que trafegam pela rede do Pix são criptografados e protegidos por certificados digitaisPor fim, os motores antifraude gerenciados pelas instituições financeiras são capazes de analisar automaticamente eventuais transações atípicasPor isso, o Pix tem sido o grande responsável pelo crescimento dos sistemas cashless, como vamos mostrar em seguida.

Tap to pay

O “Tap to Pay” é a tecnologia que transforma o próprio smartphone em uma maquininha de cartão, sem a necessidade de nenhum aparelho adicional. Utilizando o chip NFC (Near Field Communication) do celular, o vendedor pode aceitar pagamentos por aproximação diretamente na tela do seu dispositivo, seja de um cartão físico, de outro celular ou de um smartwatch.

Essa solução representa uma grande evolução para a mobilidade e a redução de custos, especialmente para profissionais autônomos e pequenos negócios. Com um simples aplicativo, o celular se torna um ponto de venda completo, eliminando o custo de aluguel ou compra de uma maquininha física e simplificando a operação de cobrança.

a adoção de pagamentos cashless deixa de ser um diferencial para se tornar uma expectativa básica do consumidor, transformando a modernização do checkout em uma questão de relevância e sobrevivência para o negócio.

Evolução do uso dos sistemas cashless

A transição para uma economia com menos dinheiro físico se acelerou de forma impressionante no Brasil, consolidando os meios de pagamento digitais como a preferência nacional. A evolução é liderada pela massificação do Pix e pela conveniência do pagamento por aproximação, que redesenharam o comportamento de consumo e as operações de varejo em todo o país.

O Pix se tornou o protagonista absoluto em volume de transações. Dados do Banco Central do primeiro semestre de 2025 mostram que o sistema já ultrapassa a marca de 6 bilhões de operações mensais. Essa popularidade massiva transformou o Pix no método mais frequente para transferências e pagamentos do dia a dia, superando o dinheiro e o cartão de débito na preferência da maioria dos brasileiros.

No varejo físico, o pagamento por aproximação (NFC) se tornou o padrão. Segundo o balanço anual da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), as transações contactless movimentaram mais de R$ 1 trilhão em 2024. Esse número revela que o hábito de “aproximar e pagar”, seja com cartão, celular ou smartwatch, deixou de ser uma tendência para se tornar a principal forma de interação com as maquininhas.

Esse cenário reflete uma mudança cultural profunda. O consumidor brasileiro hoje espera agilidade, segurança e conveniência, e não ter uma variedade de opções de pagamento cashless significa, na prática, perder vendas. A alta adesão às carteiras digitais e a outros métodos instantâneos prova que a experiência de pagamento se tornou um pilar central da competitividade no varejo.

Quais são as principais vantagens do cashless?

O cashless, como vimos, pode ser operado de várias maneiras e é bastante versátil e prático tanto para quem paga quanto para quem recebe. Entenda mais detalhadamente que vantagens estão envolvidas.

Vantagens para o consumidor

O consumidor ganha principalmente pela segurança de não andar com cédulas de dinheiro e não precisar de senhas na hora de seus pagamentos.

  • Em eventos e shows, é muito mais seguro pagar usando sua pulseira ou celular, com créditos pré-pagos, evitando furtos e perda de dinheiro e aumentando o controle sobre os gastos
  • No dia a dia, pagar com uma carteira digital dispensa o uso de cartões físicos, o que é mais prático e não perde em questão de segurança, pois ainda é necessário desbloquear o celular e autorizar o cartão na carteira digital para pagar
  • As carteiras digitais podem ser desabilitadas quando o usuário quiser. Assim, se o celular é furtado, o bloqueio é feito mesmo sem o celular, bastando acessar os dados na nuvem, ou com as centrais dos bancos ou apps
  • O cashless dispensa o contato manual com as maquininhas, o que é especialmente importante para prevenção de doenças contagiosas, como a covid-19 e a gripe.

Vantagens para o empreendedor

O recebedor também ganha em segurança, por não ficar com um grande volume de dinheiro no caixa, e agilidade, evitando demoras nas filas de balcão. Todo o processo se torna mais fácil ao não ter que lidar com as tradicionais dificuldades com troco ou senhas. Qualquer estabelecimento pode usar um sistema cashless, principalmente por NFC ou QR Code. Assim, é possível:

  • Oferecer facilidade de pagamento aos seus clientes
  • Dispensar o uso da maquininha nos pagamentos por QR Code, o que pode eliminar gastos de aluguel da maquininha
  • Transmitir uma imagem moderna do estabelecimento
  • Ter maior controle financeiro, pois os apps geram relatórios e registros
  • Poder emitir nota fiscal com esses sistemas
  • Observar aumento do seu revenue, pois as formas de pagamento digitais costumam estimular o consumidor a comprar mais e melhor.

Como os pagamentos cashless garantem a segurança nas transações?

Embora a ideia de transações digitais possa gerar receio em alguns, a verdade é que os pagamentos cashless são, em muitos aspectos, mais seguros que o manuseio de dinheiro físico. Isso porque eles são protegidos por múltiplas e sofisticadas camadas de tecnologia, projetadas para garantir a confidencialidade, a integridade e a autenticidade de cada operação.

As principais camadas de segurança são:

  • Criptografia de ponta a ponta: desde o momento em que você aproxima o cartão ou clica em “comprar”, seus dados financeiros são criptografados. isso significa que eles são transformados em um código complexo e ilegível durante toda a sua transmissão pela rede, impedindo que sejam interceptados por fraudadores.
  • Tokenização: em transações com cartão, a maioria dos sistemas modernos não transmite o número real do seu cartão. em vez disso, eles usam um “token”, um código substituto e único para aquela transação. mesmo que um criminoso capture esse token, ele é inútil para realizar outras compras.
  • Múltiplos fatores de autenticação: os pagamentos digitais exigem que você prove quem você é. isso pode ser feito através de algo que você sabe (uma senha), algo que você tem (um token ou código no celular) ou algo que você é (sua biometria, como digital ou reconhecimento facial). essa necessidade de múltiplas confirmações dificulta enormemente o acesso não autorizado.
  • Rastreabilidade e monitoramento: diferente do dinheiro em espécie, toda transação digital deixa um rastro. essa rastreabilidade não só facilita o seu controle financeiro, como também ajuda as instituições a monitorarem as operações em tempo real, utilizando inteligência artificial para detectar e bloquear atividades suspeitas antes mesmo que elas causem um prejuízo.

Cashless society: quais os países que mais usam sistemas cashless?

A evolução dos meios de pagamento vem contribuindo para o fortalecimento do conceito cashless society, ou seja, uma sociedade sem dinheiro físicoPaíses com sistemas avançados e altos índices de acesso a serviços bancários já sonham com o fim das notas e moedas. De acordo com esta lista (em inglês) elaborada pela empresa britânica Expert Market, este é o caso das seguintes nações:

  • Noruega: todo cidadão adulto norueguês tem uma conta bancária, e apenas 2% dos pagamentos feitos no país são com dinheiro em espécie
  • Finlândia: também não tem “desbancarizados”, e o Banco Central local espera que até 2029 o dinheiro em espécie não seja mais necessário por lá
  • Suécia: tem um alto índice de transferências por dispositivos móveis, apenas 1% dos pagamentos são em espécie e pode ser a primeira “cashless society” já em 2024
  • China: embora o “dinheiro vivo” ainda seja uma realidade, o país asiático recentemente realizou um experimento com moeda digital e teve resultados animadores
  • Nova Zelândia: apenas 1% da população não tem acesso a serviços bancários
  • Reino Unido: apesar dos bons índices de transferências cashless, 17% da população não abre mão do dinheiro tradicional.

No Brasil, os índices que mostramos no tópico anterior podem parecer animadores. Porém, a “cashless society” é um conceito muito distante por aqui, uma vez que 16% da população ainda não tem acesso a serviços bancários, como mostra a Revista Exame.

Onde e como pode ser usado o cashless?

Como vimos, os métodos cashless são muito interessantes para estabelecimentos e situações que requerem agilidade de cobrançaEm food trucks, por exemplo, o público busca rapidez no preparo da comida, e não seria diferente com a fila de pagamento – tudo deve acontecer da forma mais prática possível.

Em eventos, feiras, shows, em que se formam enormes filas, isso também é essencial. No Brasil, já vimos o cashless ser usado em eventos como Lollapalooza, Tomorrowland, Copa do Mundo de 2014 e Olimpíada de 2016. As transações por NFC são também amplamente aceitas nos principais restaurantes e lojas do país onde, além da praticidade, os clientes gostam de usar meios modernos de pagamento.

Alguns países estão muito alinhados à tendência cashless. Na Holanda, por exemplo, um dos países com tecnologias de pagamentos mais avançadas, a maioria dos estabelecimentos não aceita ou não incentiva mais o uso cédulas, até mesmo na hora de comprar um pãozinho.

Cashless para negócios recorrentes

Para empresas que operam com vendas recorrentes – planos, assinaturas ou mensalidades –, os métodos cashless RFID, NFC e QR Code podem não ser tão aderentes, pois são mais voltados para o varejo de vendas únicas. Já o Pix pode ser usado neste formatoMas a busca por praticidade e segurança nos pagamentos para esses negócios não precisa se limitar por causa disso.

Plataformas como a Vindi automatizam as cobranças recorrentes, evitando que o cliente precise pagar presencialmente com meios físicos. Por exemplo, em academias, pode ser normal um cliente se dirigir ao balcão todo mês para realizar seu pagamento com cartão ou dinheiro. Pois isso está com os dias contados.

Com o sistema que mencionamos, as academias inserem os dados do cliente no sistema uma única vez, estabelecem a periodicidade e o cliente faz seu pagamento automaticamente a cada mês. 

Muito mais prático, não é mesmo?

Como se preparar para aplicar o cashless na sua empresa? 5 dicas!

A transição para um modelo de negócio cashless é um passo estratégico que exige planejamento e uma boa comunicação com os clientes. Não se trata apenas de instalar uma nova tecnologia, mas de integrar o novo sistema aos processos da empresa e educar o público sobre os benefícios. A seguir, apresentamos 5 dicas para fazer essa mudança de forma eficiente.

1. Identifique as tecnologias ideais para o seu negócio

O primeiro passo é entender quais tecnologias cashless fazem mais sentido para o seu perfil de cliente e de operação. Avalie se o seu público já utiliza o pagamento por aproximação (NFC), se o Pix é a melhor opção para a sua loja virtual ou se um sistema baseado em QR Code é o mais adequado para o seu ponto de venda.

2. Prepare a infraestrutura necessária

Após escolher as tecnologias, é preciso preparar a sua operação. Isso pode envolver a contratação de uma maquininha moderna que aceite NFC, a integração de um gateway de pagamento que gere QR Codes Pix no seu e-commerce, ou a adoção de um hub de pagamentos que centralize todas as novas formas de recebimento.

3. Invista no treinamento da sua equipe

Sua equipe da linha de frente precisa estar preparada para operar as novas tecnologias e, principalmente, para orientar os clientes. Invista em treinamentos para que os colaboradores saibam como funciona cada método de pagamento, como resolver problemas comuns e como explicar as vantagens do cashless de forma clara.

4. Comunique os benefícios para os seus clientes

A mudança precisa ser comunicada de forma positiva. Crie campanhas informando sobre as novas formas de pagamento, destacando sempre os benefícios para o cliente, como mais agilidade, segurança e conveniência. Uma boa comunicação ajuda a quebrar a resistência e a incentivar a adoção dos novos métodos.

5. Ofereça incentivos para o uso do cashless

Para acelerar a adesão, crie incentivos para os clientes que utilizarem os meios de pagamento digitais. Oferecer um pequeno desconto para pagamentos via Pix ou um brinde para quem pagar por aproximação são estratégias que estimulam a experimentação e ajudam a criar um novo hábito de consumo.

a segurança do modelo cashless substitui o risco físico do dinheiro por múltiplas camadas de proteção digital, como a criptografia e a tokenização, que garantem a integridade das transações e a confiança do cliente.

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