Tem taxa no Pix?

Essa é uma das perguntas mais frequentes sobre o sistema de pagamento instantâneo do Banco Central desde que ele chegou, em novembro de 2020.

Um dos motivos da enorme adesão popular ao Pix é que as transferências entre pessoas físicas são gratuitas ‒ além de instantâneas, a qualquer hora do dia ou da noite.

Já para as pessoas jurídicas, o Pix pode ter tarifas, mas a promessa feita no início era de que elas seriam menores do que as praticadas em boletos e em transferências do tipo TED.

Acontece que esses valores dependem única e exclusivamente da definição dos próprios bancos, e já estão chegando a 1,45% por transação.

Quer saber o valor da taxa Pix para empresas?

Acompanhe o texto até o final e comece a comparar as tarifas desde já. 

Há cobrança de taxa no Pix?

Para empresas, pode haver cobrança de taxa no Pix.

O Banco Central proibiu a cobrança nas transações entre pessoas físicas e também dos empresários individuais (EI) e microempreendedores individuais (MEI).

Porém, as instituições bancárias estão autorizadas a cobrar pelo recebimento de valores por Pix de pessoas jurídicas que não se encaixem nos dois tipos de CNPJ citados acima.

Assim, após um período de gratuidade nos meses iniciais do lançamento do Pix, muitos bancos, principalmente os tradicionais, instituíram tarifas.

Quando a taxa do Pix é cobrada?

A taxa do Pix é cobrada por alguns bancos de seus clientes com conta empresarial quando recebem pagamentos por transferência Pix.

O envio de dinheiro por Pix por parte das empresas também pode ser cobrado.

Para facilitar, listamos aqui os valores praticados por alguns bancos atualmente, mas é importante lembrar que eles podem mudar a qualquer momento.

Além disso, dependendo do plano contratado pela empresa com o banco, a tarifa pode ser reduzida ou até zerada, mas esses são alguns valores de tabela:

  • Itaú: até 1,45% do valor da transação, com mínimo de R$ 1 e máximo de R$ 150
  • Safra: até 1,3%, com mínimo de R$ 1,50 e máximo de R$ 150
  • Bradesco: até 1,45% para vendas no Pix pelo QR Code, com mínimo de R$ 0,90 e máximo de R$ 145
  • Banco do Brasil: até 0,99%, com máximo de R$ 140
  • Santander: até 1% do valor, com mínimo de R$ 0,50 e máximo de R$ 11 

Aqui cabe trazer também uma informação que pode ser útil para quem tem loja online ou vende em um marketplace.

Serviços como Mercado Pago, PagSeguro, PayPal,  que funcionam como intermediários em todo tipo de pagamento online, também cobram taxas para você receber por Pix.

A do PagSeguro possivelmente é a mais alta do mercado, com 1,89% do valor da transação. Já o PIX na Vindi é bem mais em conta, você paga 0,95% por transação aprovada, com valor mínimo de R$ 1,60.

De qualquer forma, vale lembrar que as transferências tradicionais, TED e DOC, também têm custos, e não costumam ser baixos.

Para lojistas, mesmo pagando uma taxa em um pagamento no Pix por QR Code, esse valor ainda é menor do que as máquinas costumam cobrar por transação no débito ou crédito.

É preciso, portanto, calcular e comparar.

No vídeo abaixo, o Presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, avalia o impacto do PIX no sistema financeiro e reforça que o PIX “coloca todos os competidores do sistema financeiro no mesmo nível […] ele cria competição, cria inclusão. Na verdade, eu acho que ele faz com que o pedaço da torta, o tamanho do mercado de sistema de pagamentos cresça como um todo”.

Taxa Pix: pessoa física vs. jurídica

Como já vimos, pessoas físicas são geralmente isentas de tarifa ao receberem pagamentos por Pix.

Não por coincidência, 75% das transferências Pix realizadas em um mês de 2021 (maio) foram entre pessoas físicas, segundo a revista Você S/A.

Os outros 25% se dividiram entre uma pessoa pagando uma empresa (12%), uma empresa pagando uma pessoa (11%) e apenas 3% representavam transferências entre empresas.

Mas nem sempre as pessoas físicas têm gratuidade no Pix.

Um profissional autônomo pode usar sua conta bancária de pessoa física para receber o dinheiro de uma venda. 

Então, o BC criou duas regras para garantir a possibilidade de cobrança de tarifa quando o Pix for usado para compras:

  • A tarifa poderá ser cobrada quando transações forem recebidas por meio de QR Code dinâmico (aquele tipo de QR Code com o valor especificado para pagar)
  • A tarifa poderá ser cobrada quando a pessoa física realizar mais de 30 transações com Pix em um único mês, sendo aplicada a partir da 31ª transação.

Logo, nessas duas situações, mesmo a pessoa física pode ser cobrada nas transações com Pix.

Novamente, vai depender da política de tarifas de cada banco.

Quanto custa fazer um Pix?

Para a pessoa física e microempreendedor individual, como já mencionamos, o custo para fazer um Pix é zero na maioria dos casos, já que não é cobrada nenhuma tarifa.

De acordo com o regulamento do Pix, divulgado pelo Banco Central em outubro de 2020, “o envio de pagamentos é gratuito e ilimitado para todas as pessoas físicas, empresários individuais e MEIs”. 

Essa é a brecha que os bancos têm para fazer a cobrança às pessoas jurídicas que detalhamos no tópico anterior.

Essas tarifas podem chegar a até 1,45% por transação ‒ ainda abaixo do crédito, débito, TED e DOC.

No entanto, o BC acrescenta que “os que adotarem o Pix para fins comerciais, poderão ser tarifados no recebimento da transação”, o que pega também algumas pessoas físicas.

Afinal, não são apenas as empresas que fazem transações com fins comerciais.

Como as taxas do Pix são definidas e cobradas?

Como vimos, as instituições financeiras são livres para decidir quais serão as taxas do Pix cobradas de pessoas jurídicas e pessoas físicas que façam transações com fins comerciais.

No regulamento oficial do BC, estão definidas as seguintes regras para a cobrança de tarifas dos usuários finais do sistema:

  • Os participantes do Pix (instituições) devem divulgar aos usuários finais pessoas naturais e pessoas jurídicas as tarifas, as gratuidades e os eventuais benefícios relativos ao envio e recebimento de um Pix.
  • Considera-se que a transação possui finalidade de compra quando: 
    • Sendo o usuário recebedor pessoa natural:
      • O usuário pagador pessoa natural inicia a transação por meio de QR Code dinâmico ou outra forma de iniciação associada ao Pix Cobrança
      • O usuário pagador pessoal natural inicia a transação por meio de inserção manual de dados da conta, chave Pix ou QR Code estático, a partir da 31ª transação no mês
      • O usuário pagador pessoa jurídica inicia a transação por meio de QR Code estático, dinâmico ou outra forma de iniciação associada ao Pix Cobrança
    • Sendo o usuário recebedor pessoa jurídica:
      • O usuário pagador é pessoa natural
      • O usuário pagador pessoa jurídica inicia a transação por meio de QR Code estático, dinâmico outra forma de iniciação associada ao Pix Cobrança
  • As tarifas relacionadas às transações realizadas com a finalidade de transferência podem ser cobradas pelos participantes do Pix provedores de contas transacionais apenas dos usuários pagadores
  • As tarifas relacionadas às transações realizadas com a finalidade de compra podem ser cobradas pelos participantes do Pix provedores de contas transacionais apenas dos usuários recebedores.

Dentro dessas regras, cada banco pode estipular as suas próprias tarifas, mas elas ficam bem próximas umas das outras.

Quais as taxas do Pix na Vindi?

Com todas as facilidades envolvidas no pagamento por Pix, imagina poder contar com uma plataforma que sistematiza a cobrança recorrente para você todos os meses, usando o Pix.

É isso que o Pix da Vindi faz: você envia (os dados) uma vez e recebe na frequência que quiser.

Além da praticidade e do reforço no fluxo de caixa, é uma ótima forma de combater o risco da inadimplência.

Para isso, a plataforma cobra uma tarifa menor que as dos grandes bancos, que não fazem nada além de registrar a entrada do dinheiro ‒ e pegar uma parte para si, praticamente um pedágio.

O custo do Pix da Vindi é de 0,95% por transação aprovada, com valor mínimo de R$ 1,60.

Lembrando que o Pix é gerado de forma automática todos os meses para o cliente, e você não precisa se preocupar com isso, apenas receber o valor, pagando menos de 1%.

A liquidação é imediata, e o repasse pode ser feito para a sua conta duas vezes por dia, às 10h e às 15h. 

O valor mínimo por transação é de R$ 2, e o máximo, de R$ 200 mil.

Para os compradores, o Pix Vindi é gratuito e ilimitado.

Aqui estão as respostas para as perguntas mais frequentes sobre o Pix da Vindi.

Pix e cobrança recorrente para você

Fazer cobranças recorrentes utilizando o Pix pode ser exatamente o que a sua empresa precisa.

Com a plataforma da Vindi, pioneira no mercado de recorrência, você tem essa opção e ainda pode oferecer formas de pagamento como cartão de crédito, boleto bancário e link de pagamento para seus clientes.

Para facilitar o processo de cobrança e a gestão da receita recorrente no seu negócio, há recursos como gestão de assinaturas, controle de inadimplência, gestão financeira e integração com os demais sistemas que você utiliza.

Tudo com a praticidade e segurança do Pix.

Se você está procurando o melhor meio de pagamento e um sistema billing eficiente para o seu negócio, nós podemos ajudar. 

Clique aqui e ative a cobrança recorrente por Pix.

Taxa PIX - PIX Vindi com Recorrência: imagem de mulher vestida com roupa laranja em fundo azul segurando celular com QR Code

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