O Software as a Service (SaaS) on demand se consolidou como o principal modelo de comercialização e aquisição de soluções tecnológicas.

Para você ter uma ideia, segundo a Gartner, o segmento SaaS deve atingir USD 143 bilhões em 2022. 

A Economia do Acesso está diretamente ligada ao mercado SaaS. Antes da década de 1990, vendia-se os softwares na forma de CDs para instalação. Em geral, as pessoas pagavam muito caro para comprar estes produtos. Além de ser um processo de instalação mais complexo, logo surgia uma atualização e, com ela, a necessidade da compra de um novo produto.

Por isso, muitas empresas transformaram a forma de oferecer seus produtos de software ao cliente e, outras, com um olhar atento no futuro, já nasceram com um novo mindset.

Entenda mais a seguir e também confira aqui 18 exemplos de SaaS que você provavelmente deve conhecer!

O que é o SaaS on demand?

O SaaS on Demand é um tipo de venda de softwares que leva em consideração a demanda do cliente por soluções tecnológicas e diferentes níveis de precificação.

Com o passar dos anos, a forma de consumo no mercado de softwares se transformou e avançou juntamente com a tecnologia. E o desejo de antes, que era baseado na propriedade, tornou-se o desejo por acesso, o que traduz a economia “on demand”.

O SaaS é um tipo de software baseado na computação em nuvem. Com essa característica, os softwares ganharam vantagens no mercado.

A primeira delas é que não é mais necessário instalar licenças nos computadores. Todo o acesso ao programa é feita de forma online, por meio de computadores ou dispositivos conectados à internet. Portanto, basta um login do usuário para o acesso completo às funcionalidades adquiridas.

O contrato SaaS também inclui as atualizações futuras que o software pode sofrer. Com essa premissa, elimina-se a necessidade de o usuário se preocupar em adquirir novas versões. Isso porque elas ficam por conta do provedor de SaaS e chegam automaticamente ao cliente.

Como se cobra o SaaS on demand?

Na prática, o SaaS on demand gera mais flexibilidade de preços e pagamentos. O cliente pode escolher o plano que mais se adequa às suas necessidades, e com isso, pagar somente pelo equivalente a essas modalidades e quantidade de usuários.

O pagamento, geralmente, acontece num checkout online, por meio do cadastro de um cartão de crédito do cliente, como em uma compra no e-commerce.

Além disso, o SaaS on demand pode ser comprado a partir de uma assinatura, que se renova de acordo com o contrato. Essa assinatura pré-determina quais funcionalidades o usuário terá acesso, além de quantos logins simultâneos serão possíveis.

No momento da adesão, informa-se a duração do ciclo de cobranças, com o qual o cliente deve concordar. Assim, ele pagará, por exemplo, por 12 meses, tendo o valor descontado mensalmente na fatura do cartão, sem comprometer o limite total do cartão de uma só vez.

Ao final do ciclo (que pode não ter um tempo mínimo de contrato), ele pode renovar a assinatura ou encerrar a contratação. Dessa forma, o “on demand” é um modelo no qual o usuário é livre para ir testando soluções que mais façam sentido para o seu contexto de uso.

Quais as vantagens desse modelo?

A partir do panorama do tópico anterior, podemos concluir que as principais vantagens do SaaS on demand são:

1. Customização sob demanda

O cliente pode fazer adesão aos módulos do software mais necessários para suas atividades. Além disso, a maioria dos SaaS possuem APIs de fácil integração a outros sistemas, que podem ser adicionados pelo usuário ou pelo provedor para gerar uma solução completa e unificada.

2. Pronto para usar

Ao contrário dos antigos processos de instalação de software, no SaaS on demand os usuários podem começar a usar o software assim que fazem a adesão, sem necessidade de baixar ou instalar.

Pode ser necessário apenas uma integração via API. Ou seja, são soluções prontas para uso, ou, muitas vezes, “plug and play”. Elas são mais vantajosas também do que o desenvolvimento de uma solução on premise pelo time de TI da empresa.

3. Acesso remoto

Além disso, os usuários permitidos podem acessar suas contas de onde estiverem, contanto que tenham uma conexão de rede.

O SaaS armazena os dados em nuvem, o que elimina o armazenamento local e necessidade de transferi-los de um dispositivo a outro. Isso, por sua vez, facilita o trabalho remoto e centralizado.

4. Facilidade de uso

Hoje, com a popularização do SaaS, melhores práticas estão sendo seguidas quanto ao desenvolvimento de interfaces.

O UX e UI Design, por exemplo, são áreas relativamente novas, que surgiram da necessidade de tornar as aplicações mais fáceis de serem usadas e entendidas pelo usuário.

5. Atualizações automáticas

Utilizar um SaaS é como contar com um serviço terceirizado, no qual o usuário final não possui a responsabilidade técnica.

Por isso, o provedor do SaaS on demand irá cuidar das atualizações e manutenções do software, e disponibilizá-las sem interferir na rotina de uso.

6. Mais acessível

A existência, na maioria dos SaaS, de diversas faixas de precificação versus funcionalidades, permite que negócios menores também possam utilizá-los.

Além disso, com a forma de cobrança pela recorrência, é possível oferecer mais facilidade na hora da adesão e pagamento do serviço, uma vez que a cobrança é feita de forma automática, no período contratado, e não prendendo o limite do cartão de crédito do cliente. 

A Vindi é uma plataforma especializada em cobranças recorrentes, e muitas empresas de SaaS on demand utilizam nossa solução para cobrarem de seus clientes de forma automatizada e segura.

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