O Vindi Insights de outubro de 2021 está bombando de novidades sobre a recorrência e com muitos números para inspirar sua estratégia.

Os destaques desta edição são o nosso evento Recorrência 2021, novidades sobre o mercado SaaS, pesquisas sobre meios de pagamento e um novo indicador de ticket médio.

Além disso, você confere os resultados dos principais segmentos dos clientes Vindi e um panorama geral dos indicadores macroeconômicos do país.

Pronto para ficar bem informado com o Vindi Insights?

Então, siga a leitura e aproveite nosso conteúdo.

Notícias do mercado da recorrência

A seção de notícias de outubro de 2021 está repleta de novidades sobre a Vindi, o mercado SaaS e meios de pagamento.

Confira o que saiu na mídia sobre a recorrência:

Maior evento sobre recorrência do Brasil foi um sucesso

Entre os dias 25 e 27 de outubro, ocorreu o Recorrência 2021, o maior evento sobre assinaturas e recorrência do Brasil.

Nesta edição, totalmente gratuita e realizada 100% online, tivemos três dias com conteúdos aprofundados sobre recorrência, uma verdadeira imersão no assunto.

Foram palestras com grandes nomes do mercado, entrevistas ao vivo e muitos casos de sucesso para inspirar seu negócio, além de uma certificação exclusiva.

E se você perdeu, não se preocupe, pois basta fazer um cadastro em nosso site para ter acesso a tudo que rolou no Recorrência 2021.

Você vai poder assistir a vídeos como:

  • Do tradicional à Recorrência: como grandes empresas aderiram ao modelo de assinaturas?
  • Inovação na Educação: como desenvolver os empreendedores do futuro
  • Como a liderança influencia a sustentabilidade do negócio
  • Brasil Pet: como a recorrência apoia e sustenta o terceiro maior mercado do mundo?
  • Desafios de retenção: como a experiência do cliente pode ser definitiva na recorrência
  • Open banking, PIX e Registro de recebíveis: transformação do mercado bancário e meios de pagamento.

Foram mais de 12 horas de conteúdo, que foram disponibilizadas no site com o objetivo de democratizar o conhecimento sobre o mercado de assinaturas, com foco na consolidação desse modelo de vendas.

O preço por uso vai substituir o preço por assinatura em SaaS?

Tudo indica que o preço por assinatura será substituído pelo preço por uso (Usage Based Pricing – UBP) no mercado SaaS, de acordo com uma matéria da TechCrunch (disponível apenas em inglês).

Esse modelo de precificação permite que o consumidor pague pelo volume que consome (transações, tempo de uso, ou outra métrica) em vez de pagar uma assinatura mínima fixa ou por quantidade de usuários.

O preço por uso tem sido adotado especialmente pelas empresas em crescimento acelerado, coincidindo com os melhores CACs de cada segmento.

A principal vantagem é que esse modelo permite que os clientes comecem com um custo menor, minimizando as barreiras de entrada e, ao mesmo tempo, preservando a capacidade de monetizar clientes com a geração de valor.

Além disso, o preço por uso permite a expansão do TAM para diversos perfis de clientes.

Veja como as empresas que adotam o modelo têm maior projeção de crescimento e valor de mercado superior:

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80% dos consumidores estadunidenses assinam um produto ou serviço

O relatório “Optimizing Subscription Payments” (Otimizando pagamentos de assinaturas, em português), publicado pela PYMNTS (em inglês), mostra que 80% dos consumidores dos EUA têm pelo menos uma assinatura em seu nome.

As categorias campeãs são serviços de streaming, jogos online, cursos, serviços pessoais, conteúdos digitais, serviços financeiros e Internet das Coisas.

Softbank investe R$ 50 milhões na Pipefy em rodada decisiva

O Softbank fez um aporte de US$ 75 milhões na Pipefy em uma rodada que será decisiva para a empresa de software de gestão de processos.

A Série C teve a participação da Insight Partners, Redpoint eventures e Steadfast Capital, uma gestora de Nova York que investe em empresas de capital aberto e startups em estágio pré-IPO.

De acordo com o CEO da Pipefy, Alessio Alionço, o capital será suficiente para acelerar o crescimento da empresa e cruzar a linha dos US$ 100 milhões de receita anual nos próximos anos – o que já abriria espaço para um IPO nos EUA.

Aproveite e confira nossa entrevista exclusiva com ele no “Dentro do Ringue”, o podcast da Vindi: 

Começa a 3ª fase do open banking no Brasil

A 3ª fase do open banking teve início no dia 29 de outubro de 2021, conforme planejado pelo Banco Central.

A principal novidade no sistema bancário aberto em implementação é o Pix, que poderá ser usado com mais facilidade nas compras online.

Nessa fase, os consumidores poderão compartilhar suas informações com os serviços de transações de pagamento.

Dessa forma, diferentes instituições financeiras poderão trocar dados de clientes para realizar um pagamento – sempre com o consentimento do consumidor, é claro.

Ainda na 3ª fase, em 2022, será autorizado o acesso aos dados de consumidores para o envio de propostas de crédito.

Dinheiro não deve morrer tão cedo, apesar do avanço dos pagamentos digitais

Mesmo com o crescimento contínuo dos pagamentos digitais e o avanço do Pix, o dinheiro em espécie segue invicto como o meio de pagamento mais usado no Brasil.

É o que diz o presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, que acredita que o fim das cédulas e moedas ainda está muito distante.

Em entrevista à CNN Brasil, ele afirma que o uso do dinheiro vivo é muito forte, principalmente entre os brasileiros mais pobres e os desbancarizados, que o utilizam devido à ausência de taxas, praticidade e possibilidade de negociar preços no comércio local.

Segundo dados da CNDL e SPC Brasil, 71% dos brasileiros costumam fazer pagamentos com dinheiro em papel, mas 70,5% já utilizam o Pix – sinal de que, mesmo com a resistência das cédulas, o digital tende a crescer cada vez mais.

Inadimplência da taxa condominial é a menor desde 2004 em SP

O índice médio de inadimplência dos pagamentos condominiais no Estado de São Paulo foi de 2,11% no terceiro trimestre de 2021 – o menor resultado desde 2004.

Os dados são da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios do Estado de São Paulo (AABIC) e mostram o retorno de um cenário de estabilidade pós-crise.

Boa notícia para os síndicos e administradoras de condomínios, que terão um respiro no caixa com a queda da inadimplência.

Indicadores econômicos

Nos indicadores econômicos de Outubro neste Vindi Insights, vemos o avanço da inflação impulsionado pelo aumento do preço dos combustíveis, alimentação e habitação.

Já o Índice de Confiança do Consumidor teve a primeira alta após 2 meses de queda e chegou a 76,3 pontos.

Enquanto isso, o desemprego teve um recuo para 13,2%, com dados melhores do que o projetado.

Vindi Insights: Indicadores econômicos - tabela com dados sobre IGP-M, IBC-BR, Índice de Confiança do Consumidor, Taxa de Desemprego, IPCA-15 e IGP-DI.

TPV da Vindi

No TPV da Vindi, as seguradoras seguem em destaque, com um crescimento de 140,5% em relação a outubro de 2020.

Outro ponto positivo para este Vindi Insights foi a retomada do segmento fitness, que teve um crescimento de mais 9% em relação ao mês passado e de 60% em relação ao mesmo período do ano anterior. 

Vindi Insights TPV Vindi: gráfico com o TPV em % dos segmentos

 

Taxa de aprovação por segmento

Novamente, o segmento de seguradoras se destacou com um aumento de 21% na taxa de aprovação de pagamentos.

O segundo maior índice foi de turismo e hotelaria (17%), e o terceiro, de serviços financeiros (10%).

Ticket Médio por cobrança (novo!)

E tem indicador novo no Vindi Insights: o ticket médio por cobrança, que mostra a comparação do valor médio gasto pelos clientes em cada compra entre os segmentos.

Apesar da queda de 1,4% em outubro, o segmento de saúde segue na liderança com o maior ticket médio entre todos os setores.

Por outro lado, apesar de ter um aumento de 3,5%, associação e doações segue sendo o segmento com menor expressividade:

Vindi Insights Ticket Médio Cobrança - gráfico em barras com o comparativo do indicador entre os segmentos nos meses de Agosto, Setembro e Outubro

 

TPV por segmento

Por fim, vamos ver quais segmentos tiveram destaque na suas variações de TPV no Vindi Insights de outubro de 2021:

  • Turismo e Hotelaria: o segmento teve alta de 25,5% após uma queda de 16% em setembro, com 60% dos players apresentando variação positiva
  • Serviços Financeiros: a alta de 19,4% veio após uma queda de 30% em setembro, recuperando o fôlego do segmento
  • Clube de Assinaturas: após 3 meses em alta, o segmento teve uma queda de 2,7% em outubro, com mais de 53% dos clientes tendo variação negativa
  • Seguradoras: a queda de 7,6% foi significativa após o crescimento de 31% no mês anterior
  • Educação: pela primeira vez desde junho de 2021, o segmento teve uma queda de 6,2%, capitaneada pelos principais players.

Gostou das novidades e dos números do Vindi Insights de outubro de 2021?

 

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