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Quando a Uber chegou no Brasil, em 2014, o aplicativo ganhou o coração dos consumidores. O segredo do seu sucesso se deve a diversos fatores, mas com certeza entre eles podemos destacar a comodidade, pois se tornou fácil e acessível a qualquer um se locomover de carro. Além disso, a Uber facilitou a cobrança, aceitando uma das formas de pagamento mais populares, o cartão de crédito.

Segundo dados da própria empresa, a Uber tem mais de 20 milhões de usuários e mais de 500 mil motoristas parceiros no Brasil. E ainda realiza uma média de 15 milhões de viagens ao redor do mundo. Diante de números como esses, não podemos ignorar o modelo de negócio da empresa que serviu como inspiração para outros aplicativos.

Neste texto, vamos falar especificamente sobre as formas de pagamento da Uber e como ela utiliza a recorrência na prestação de seus serviços, além das vantagens do método. Continue lendo!

O modelo recorrente da Uber

No momento em que a Uber chegou por aqui, muitos taxistas ainda resistiam ao uso do cartão de débito ou crédito como uma das formas de pagamento das corridas. Foi, por isso, que aplicativos que conectavam passageiros a motoristas e aceitavam cartões começaram a se popularizar.

Então, a Uber apareceu no momento certo. Pois, trouxe concorrência para esse mercado e, com o lançamento do UberX, as pessoas passaram a ter acesso a corridas ainda mais baratas.

Você deve se perguntar: mas como o modelo de cobrança Uber se encaixa na recorrência? Bem, o motivo é que mesmo não havendo uma mensalidade, um plano ou algo parecido (ainda), o aplicativo armazena os dados do cartão do cliente. Sendo assim, sempre que ele utilizar o serviço, a cobrança é automática.

E essa é uma das grandes vantagens do pagamento recorrente, tudo é feito sem burocracia e automaticamente.

Pagamento recorrente sem mistério

Como você viu acima, a Uber também pode ser considerada recorrente. Aliás, se você tem dúvida se o seu negócio pode se encaixar nesse modelo, já fizemos um post sobre “Quais empresas podem aderir ao pagamento recorrente”, não deixe de lê-lo.

Quando falamos em pagamento recorrente, nos referimos a serviços ou produtos de uso contínuo. Por isso, está frequentemente associado a mensalidades, planos, assinaturas e também a contratos com períodos determinados em meses, trimestres e assim por diante. Além disso, grandes nomes como a Netflix e o Spotify são exemplos de serviços oferecidos na recorrência.

Já a Uber, se utiliza das formas de pagamento recorrente armazenando dados e acionando-os sempre que necessário. Sendo que isso é possível, pois eles contam com uma plataforma de pagamento para realizar as transações.

Formas de pagamento recorrente

Se você quer atrair mais consumidores, não tenha dúvidas que as formas de pagamento são ótimas aliadas para isso. Voltando ao nosso principal exemplo, a Uber, é possível notar o movimento que a empresa fez para conseguir deixar seus serviços disponíveis para um maior número de brasileiros.

No começo, o aplicativo aceitava apenas cartão de crédito. Depois passou a oferecer a opção de dinheiro, agora já é possível também usar o cartão de débito para pagar por uma corrida. Sem falar em cartões pré-pagos, Paypal e parceria com bandeiras de cartão.

Mas, neste texto, vamos no concentrar nas principais formas de pagamento em negócios recorrentes.

Cartão de crédito – é uma das maneiras mais fáceis e práticas de receber. Tem a vantagem de ser econômica e com um índice baixo de inadimplência, já que o pagamento é feito para a bandeira do cartão.

Cartão de débito – o débito também pode ser usado na recorrência e tem a vantagem de aumentar o número de adesão por parte de pessoas que não possuem a função crédito.

Boleto bancárioembora a Uber não use o boleto como uma de suas formas de pagamento, o boleto bancário, muito popular no Brasil, também pode ser usado para pagamentos recorrentes.

Como fazer cobranças recorrentes

Para facilitar a gestão de pagamentos recorrentes, você pode contar com a ajuda de uma plataforma completa. Já que é ela que vai permitir fazer todas as cobranças de forma automática. Reduzindo, assim, tempo e também economizando com recursos.

A Uber utiliza uma plataforma para fazer suas cobranças. Sendo que entre as opções você vai encontrar adquirentes, subadquirentes e também gateways de pagamento, como a Vindi.

Abaixo, vamos falar de cada um deles de forma resumida. Mas se você quiser entender melhor as vantagens de cada um, não deixe de ler aqui nosso post explicando tudo sobre o assunto.

Adquirentes – são empresas responsáveis por fazer a comunicação com as principais bandeiras de cartão do mercado, como Visa e Mastercard. E, também, com os bancos emissores, como Itaú, Bradesco entre outros.

Subadquirentes – são os intermediadores de pagamentos. Eles são responsáveis por todo o processo da cobrança. Inclusive por repassar o valor final para o comerciante, já com o desconto da taxa de serviço.

Gateways – são estruturas tecnológicas responsáveis por fazerem cada transação. Sendo que os gateways oferecem segurança e praticidade aos comerciantes. Além de serem conhecidos por cobrarem taxas mais interessantes.

Uber de olho na economia da recorrência

Com a tendência de negócios por meio de assinaturas crescendo cada vez mais, a Uber também resolveu se arriscar nesse meio.

Acima explicamos como funciona o pagamento recorrente da empresa atualmente no Brasil. Mas vale citar que o aplicativo já lançou nos Estados Unidos um modelo baseado na Subscription Economy.

Por enquanto, esta opção só está disponível em cinco cidades americanas: Austin, Orlando, Denver, Miami e Los Angeles. Sendo que o usuário pode pagar uma taxa mensal de US$14,99 – em Los Angeles o preço sobe para US$ 24,99.

A estratégia é bem parecida com a Amazon Prime. Pois a vantagem da assinatura é ter descontos de até 15% em corridas realizadas no mês em que o plano estiver ativo.

Não há dúvidas que a recorrência e suas formas de pagamento vieram para ficar. E o melhor é que ela ajuda os consumidores, oferecendo mais comodidade e menos burocracia. Além de facilitar também a vida das empresas; que contam com receita previsível e economia de recursos.

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Especialista em Marketing de Conteúdo, escreve há mais de seis anos sobre e-commerce, meios de pagamento, tecnologia e viagens.