Além de preço, qualidade e atendimento, disponibilizar a forma de pagamento certa para seu consumidor é a fórmula certa para garantir mais vendas. E não importa se o seu negócio é físico ou online. Pois, nos dois cenários, o cliente pode amar sua oferta, mas se ele não tiver como pagar de nada adianta, certo?

É, por isso, que ampliar as opções de pagamento vai ajudar a deixar seus serviços ou produtos disponíveis para mais pessoas. Além disso, lembre-se que se o cliente não conseguir fechar com você, ele vai acabar buscando o concorrente.

Neste texto, você vai conhecer os métodos mais comuns no mercado. Com isso, vai ficar mais fácil decidir com a melhor forma de pagamento para você. Vamos lá!

1º passo: descobrir o perfil do seu cliente

Na busca para descobrir qual forma de pagamento você deve oferecer, a primeira lição é entender quem é o seu consumidor.

Sendo assim, é preciso descobrir quais são suas preferências e seus hábitos de compra. Com isso, vai ser mais fácil encontrar o melhor meio de receber por seus serviços ou produtos.

Um boa estratégia para conhecer o perfil dos seus consumidores é definindo personas. Essa técnica é bem conhecida no marketing digital. Sendo que, de forma simplificada, personas são representações fictícias dos seus clientes ideais.

Mas, embora sejam criações fictícias, elas devem ser criadas com base em informações reais. Ou seja, é preciso pesquisar o perfil dos clientes que você quer atingir, incluindo suas motivações, região demográfica, desafios, necessidades entre outros dados.

Com esses personagens, você será capaz de oferecer produtos e serviços muito mais personalizados; desenhados exatamente para quem importa. Ou seja, seu público-alvo.

2º passo: conhecer os meios de pagamento

Pronto. Agora que você já sabe quem é o seu consumidor, chegou a hora de entender quais são as formas de pagamento e como elas funcionam.

Dinheiro

O bom e velho dinheiro é uma forma de pagamento para negócios que operam no ambiente físico, com a grande vantagem de não envolver taxas por vendas. Porém, uma pesquisa divulgada pelo Banco Central esse ano apontou que o uso do dinheiro está em declínio.

Em 2013, 78% das pessoas entrevistadas disseram pagar em dinheiro enquanto esse ano o número caiu para 60%. Além disso, os dados do Banco Central mostram que o valor da compra influencia a forma de pagamento. Sendo que a preferência por dinheiro fica entre valores até R$ 50.

Cartão de débito

O cartão de débito passou a ser um dos principais meios de pagamento; seja para produtos ou serviços adquiridos fisicamente, como também no ambiente virtual, por meio do débito em conta.

Aceitar cartão de débito é uma ótima maneira de atingir mais pessoas. Pois, você oferece uma opção para quem não tem cartão de crédito ou mesmo para quem não gosta de andar com dinheiro.

Cartão de crédito

É uma forma de pagamento cada vez mais comum. Sendo muito utilizada nas compras feitas em lojas virtuais.

As principais vantagens dele é a certeza de que você receberá o valor, rapidez na cobrança e a redução da inadimplência; já que o pagamento é feito para a administradora do cartão e apenas repassado a você. É, por isso, que muitas escolas e universidades aderiram ao cartão para receber mensalidades.

A mesma pesquisa do Banco Central que citamos acima, apontou que o cartão de crédito é a forma de pagamento preferida pelos brasileiros na hora de pagar compras em valores mais altos, principalmente acima de R$ 100.

Boleto bancário

O boleto é uma forma de pagamento brasileira, ainda muito utilizada pelos consumidores que não possuem cartão.

Para que ele seja vantajoso também para você, o ideal é buscar plataformas que cobram uma taxa baixa na emissão, como o Aceita. Além disso, optar pela emissão automática de boletos digitais ajuda a reduzir tempo e custo com recursos como envio por correio.

Vale lembrar que o boleto sem registro deve acabar em breve. Por isso, é bom você entender quais são as exigências do boleto registrado. Já escrevemos sobre o assunto, você pode ler o artigo aqui.

Pagamento recorrente

Quem trabalha com assinaturas, mensalidades ou mesmo planos, pode optar pelo pagamento recorrente. Por meio dele, é possível cobrar clientes em cartão de crédito, débito bancário ou mesmo boleto de forma automática, sempre na data acordada em contrato.

Se você quiser saber mais, não deixe de ler nosso “Guia completo do Pagamento Recorrente”.

3º passo: saber como cobrar

Se você já decidiu qual forma de pagamento precisa aceitar em seu negócio físico ou virtual, então é o momento de saber como pode fazer essa cobrança. É o que vamos explicar logo abaixo.

Adquirentes

Se você vai aceitar cartões como forma de pagamento será necessário se conectar a um ou mais adquirentes. Eles são empresas (como Cielo, Getnet e Rede) responsáveis pela comunicação com as bandeiras emissoras do cartão e também com os bancos.

É cobrada uma taxa por cada transação e o valor é repassado a você, normalmente, em 30 dias depois da venda.

Para negócios físicos, o serviço dos adquirentes é oferecido pelas maquininhas de cartão (também chamadas de POS, sigla para Point of Sale).

Para estabelecimentos com alto volume de transações, como supermercados, também existe o TEF (Transferência Eletrônica de Fundos), um software instalado em computadores fixos responsável por registrar todas as transações.

Já para negócios virtuais, o uso de adquirentes pode ser feito diretamente. Mas o mais comum é por meio de subadquirentes ou gateways de pagamento.

Gateways de pagamento

O gateway é uma tecnologia responsável por realizar as transações, conectando seu negócio a diferentes meios de pagamento.

Essa comunicação é feita por meio de API (Application Programming Interface) e permite mais flexibilidade. Pois, por meio de um gateway, é possível trabalhar com diferentes adquirentes. Além de permitir aceitar cartão de crédito e débito, boleto e até plataformas como o PayPal.

O Gateway de Pagamento pode ser usado por negócios digitais, como e-commerces e clubes de assinatura. Mas, também, atende negócios físicos, como academias, estacionamentos e escolas. Nesse caso, o estabelecimento precisa contar com uma plataforma de pagamentos, como a Vindi.

Subadquirentes

São conhecidos como intermediadores de pagamento porque são responsáveis por todo o processo de cobrança. Sendo assim, o subadquirente é quem faz toda a comunicação entre o cliente, a sua loja e também com os adquirentes.

São fáceis de integrar, mas costumam cobrar taxas maiores por transação. Os subadquirentes são tecnologias usadas no mundo virtual, por e-commerce e sites de serviços online.

Quer saber quais são as principais diferenças entre adquirentes e subadquirentes? Então confira o vídeo abaixo!

4º passo: escolher a melhor forma de pagamento

Como você viu acima, existem diversas maneiras de cobrar seus consumidores. Sendo que a melhor forma de pagamento vai depender de quem é seu público, se você atua no mundo digital ou físico, além de quantas transações devem ser feitas por mês.

Na hora de escolher, procure quem oferece taxas mais interessantes, tenha uma solução completa e que seja adequado para crescer junto com o seu negócio. Se você quiser dar uma olhada nos planos que a plataforma Vindi disponibilizada, é só clicar aqui! Descubra qual o plano que combina mais com a sua empresa e solicite o contato comercial para saber mais sobre os valores!

 

Author

Especialista em Marketing de Conteúdo, escreve há mais de seis anos sobre e-commerce, meios de pagamento, tecnologia e viagens.