No dia 15 de março é comemorado o Dia do Consumidor, uma data que vem ganhando cada vez mais importância no calendário, tanto para as empresas, como para os consumidores que adoram aproveitar as ofertas (quem não, né?). Muitas marcas, lojas físicas ou online, fazem diversas condições especiais no período, seja pela diminuição do preço do produto/serviço ou isenção de frete. Nos dias de hoje, algumas empresas transformam esse período na Semana ou Mês do Consumidor, pois as ofertas não ficam apenas no dia 15, e sim, por um tempo maior.

Mas, essa data não tem uma origem promocional, sabia? Muita gente acredita que é um período de ofertas, mas não. A celebração tem relação à segurança, informação e os direitos do consumidor. E, quem fez esse discurso foi John Kennedy, quando era presidente dos Estados Unidos, falando sobre proteção dos interesses dos consumidores. Por isso, a homenagem resultou nessa data comemorativa. 

Atualmente, essa data é uma das principais do varejo, comparando até mesmo com a Black Friday. De 2018 para 2019, por exemplo, segundo o Google, as pesquisas por produtos e serviços aumentaram 113% no período do Dia do Consumidor. Para este ano (2020), 54% dos consumidores no Brasil têm a intenção de fazer compras na Semana do Consumidor, de acordo com a pesquisa feita pela Opinion Box, em conjunto com a Social Miner. 

Dia do Consumidor e o crescimento do varejo

Já que estamos falando do Dia do Consumidor, vou aproveitar o espaço para comentar sobre o crescimento do varejo, que tal? Esse é um assunto importante e que casa muito com a data!

Eu peguei algumas informações de mercado que vão ajudar bastante! Mas, antes, vamos entender o que é o mercado do varejo (vamos por partes!).

Esse é um termo usado para comércios que vendem para consumidores finais, geralmente em pequenas quantidades, o chamado B2C (business to consumer). 

As vendas no varejo cresceram 3,1% em janeiro de 2020, em comparação ao mesmo mês do ano passado, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). A Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviços e Turismo (CNC) estimou que o crescimento no varejo, para este ano de 2020, será de 5,3%. Ou seja, é um mercado promissor, que, se você fizer parte, é preciso estar atento às novidades e oportunidades. 

Tendências do mercado de varejo para 2020 

Fique por dentro de algumas tendências do mercado de varejo para este ano: 

# Loja física e novas experiências 

Em uma loja física, a venda não é o único objetivo. Com o aumento da venda online, as lojas físicas precisaram se reinventar! A loja física precisa construir valor de marca e 

criar experiências diferenciadas ao ponto de fazer com que o consumidor saia da sua casa e queira estar na loja de fato. 

E, o contrário também é verdadeiro: lojas físicas podem ingressar no modelo de e-commerce. Muitos clubes de assinatura estão indo para as gôndolas, deixando o consumidor com mais opções de escolha, na loja online ou na física. Um grande exemplo é o caso da Chef Time. Este clube, entrega, de forma periódica, ingredientes e um tutorial para quem quer cozinhar à la Masterchef e não tem tempo de ir ao mercado e ficar pesquisando receitas. Temos um podcast exclusivo sobre esse tema, aproveite para ouvir

# Omnichannel 

Um estudo da Frost e Sullivan apresenta que compras feitas em e-commerce devem chegar a mais de 6 trilhões de dólares em 2020. Por isso, ter uma plataforma omnichannel é uma grande aposta para empresas que desejam ter a visão de toda comunicação com o cliente de forma integrada. Ou seja, a empresa tem mais chances de vender por oferecer para o consumidor diversas formas de compra: app, loja física, e-commerce, etc. Não importa quantos canais de contato que o cliente usou, todas as informações estão armazenadas de um jeito organizado para que ele não precise ficar repetindo a mesma história toda vez. Isso, faz parte da experiência, sendo um grande diferencial em relação aos concorrentes.  

# Parcerias e influenciadores

Muitas marcas estão buscando por novas parcerias para divulgação dos seus produtos e serviços. Isso acontece devido à digitalização e o uso desenfreado das redes sociais. Mas, ao trabalhar com influenciadores digitais, é preciso que a sua escolha seja compatível com o público e propósito da sua marca. Por isso, lembre-se: não é porque está dando certo para algumas empresas que esse é o melhor caminho para você. Pense bem na sua estratégia e analise todo o cenário

Recorrência para o varejo

Independentemente se o seu negócio é produto ou serviço, a recorrência é um modelo de cobrança para quem vende por planos, assinaturas ou mensalidades. Ou seja, para quem tem uma frequência nas vendas. Você estabelece uma data de cobrança e o seu cliente paga pelo seu produto ou serviço, de forma automática, com o uso do cartão de crédito. Ao invés de parcelar o valor total, a cobrança é feita mês a mês, sem tomar o limite do cartão. O cliente precisa, apenas, ter o valor da mensalidade disponível no cartão no ato da compra ou contratação. 

Esse é um estilo de cobrança que cresce cada vez mais e se faz muito presente no nosso dia a dia. A Netflix, Spotify e planos de celulares são grandes exemplos de recorrência que, com certeza, você já usa. 

Conteúdo bônus para quem curtiu o conteúdo Dia do Consumidor

Se você se interessou pelo assunto, leia mais sobre o mercado do varejo e recorrência aqui no nosso blog:

Se você vende no varejo ou online, no modelo de recorrência ou vendas pontuais, tenho certeza que essas dicas vão te ajudar bastante! E, se você quiser ficar por dentro do mercado, assine a nossa newsletter e receba, semanalmente, nossos conteúdos. Assim, você fica sempre bem informado e, ainda por cima, não paga nada por isso! banner_newsletter_blog_1

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