O phishing é uma técnica de fraude digital usada por criminosos para enganar usuários e roubar informações sensíveis, como senhas, dados bancários e números de cartão.

O nome vem do inglês fishing (pescar) — uma metáfora para o ato de “fisgar” vítimas por meio de mensagens falsas, e-mails, sites clonados ou links fraudulentos.

Nos últimos anos, o phishing evoluiu e se tornou mais sofisticado, explorando novas plataformas e meios de pagamento, como Pix, redes sociais e mensagens instantâneas.

De acordo com o CERT.br, o phishing é responsável por milhares de incidentes de segurança reportados todos os anos no Brasil — e segue sendo uma das principais ameaças online.

O phishing é uma das fraudes digitais mais comuns e utiliza engenharia social para roubar dados pessoais e financeiros.

Table of Contents

Como o phishing funciona: a engenharia social por trás do golpe

O phishing se baseia em técnicas de engenharia social, que exploram emoções humanas, como medo, urgência, curiosidade ou sentimento de obrigação, para induzir a vítima a tomar decisões rápidas e sem verificar a fonte da mensagem.

Diferente de ataques puramente técnicos, o phishing é eficaz justamente porque engana pelo contexto: a mensagem parece familiar, coerente e enviada por uma instituição legítima.

Os golpistas recriam mensagens, páginas e comunicações usando:

  • Logotipos copiados com muita precisão

  • Páginas de login clonadas (bancos, e-commerces, serviços digitais)

  • URLs muito semelhantes às originais, mudando apenas um caractere

  • Táticas de urgência (“sua conta será bloqueada”, “última chance”)

  • Promessas tentadoras (“você ganhou um prêmio”, “cashback liberado”)

Assim que a vítima insere seus dados, eles são capturados imediatamente e enviados ao criminoso, que pode:

  • Acessar contas bancárias

  • Realizar transações

  • Mudar senhas

  • Instalar malware

  • Ou até assumir a identidade digital da vítima

Ou seja: phishing não é apenas um golpe de link malicioso, é uma técnica psicológica projetada para enganar até usuários experientes.

A intenção do golpista é fazer com que você clique em um link e seja direcionado para uma página falsa ou baixe um programa malicioso no seu computador ou smartphone.

Quem nunca recebeu aqueles e-mails suspeitos do tipo “Atenção! Seu nome está negativado, clique aqui para regularizar sua situação” ou “Parabéns! Você foi sorteado e ganhou uma viagem para Paris, clique aqui para fazer seu cadastro”?

Essas mensagens podem chegar por e-mail, SMS, WhatsApp e redes sociais em geral, e têm em comum um tom alarmista ou uma oportunidade imperdível.

Muitas vezes, são iscas muito sofisticadas que conseguem reproduzir com fidelidade o e-mail oficial do banco ou a mensagem daquele site em que você tem conta.  Por isso, todo cuidado é pouco com o phishing à solta pela internet.

Tipos de phishing mais comuns em 2025

Com o avanço das tecnologias, os golpes também se sofisticaram. Veja os tipos mais frequentes de phishing atualmente:

Tipo de phishingComo atuaExemplo prático
E-mail phishingMensagens falsas de bancos ou empresas solicitando atualização de dados.“Sua conta será bloqueada, clique para reativar.”
Spear phishingAtaques direcionados a uma pessoa ou empresa específica.Golpista se passa por colega ou fornecedor.
SmishingEnvio de SMS com links maliciosos.“Você ganhou um brinde, acesse o link para confirmar.”
VishingGolpe por ligação telefônica, fingindo ser de instituição financeira.“Estamos confirmando uma transação suspeita, informe seu código.”
QR Code phishingQR codes falsos em e-mails ou cartazes que redirecionam para sites de captura de dados.Golpe disfarçado de pagamento por Pix.
Deepfake phishingUso de vídeos ou áudios falsificados com IA para simular identidades reais.Falsos pedidos de transferência usando voz de executivos.

Como identificar tentativas de phishing

Os golpistas de phishing se aproveitam de padrões de comportamento previsíveis e constroem mensagens projetadas para parecer legítimas. Por isso, identificar uma tentativa de golpe exige atenção a sinais sutis e combinados, não apenas a erros grosseiros como ortografia ruim.

Para evitar ser enganado, observe os elementos abaixo, eles são usados de forma recorrente em ataques reais:

1. Endereços de e-mail e domínios suspeitos

Os atacantes frequentemente criam domínios visualmente parecidos com o verdadeiro, alterando apenas um caractere:

  • @itau.com.br@itau-suporte.com.br

  • www.nubank.com.brwww.nu-bank.com.br

Outro padrão comum é uso de domínios gratuitos como @gmail, @outlook, @yahoo se passando por empresas que jamais usariam serviços públicos.

Regra prática: instituições sérias nunca usam domínios improvisados.

2. Linguagem apelativa, urgente ou ameaçadora

A engenharia social do phishing normalmente usa emoções fortes para provocar cliques impulsivos:

  • “Último aviso antes do bloqueio!”

  • “Sua conta será encerrada imediatamente!”

  • “Transação suspeita detectada, confirme agora.”

Mensagens que tentam acelerar a ação do usuário são um alerta claro.

3. Pedido de dados sensíveis (que empresas nunca pedem)

Bancos, operadoras, plataformas de pagamento e e-commerces não pedem:

  • Senha completa

  • Código de segurança do cartão

  • Token

  • Código SMS

  • Confirmação via link desconhecido

Se o pedido envolve informações críticas, é golpe.

4. Links mascarados ou redirecionamentos invisíveis

Links encurtados ou mascarados são uma das táticas mais comuns:

  • bit.ly/...

  • tinyurl.com/...

  • links que parecem legítimos, mas apontam para outro domínio ao passar o mouse.

No celular, verifique pressionando o link antes de abrir.

5. Layout estranho ou elementos visuais desalinhados

Mesmo quando são bem feitos, e-mails de phishing frequentemente apresentam:

  • Distorção de logotipos

  • Margens desalinhadas

  • Espaçamentos irregulares

  • Cores fora do padrão da marca

Pequenas inconsistências podem indicar uma página clonada.

6. Falta de personalização ou informações genéricas

Empresas reais costumam usar nome e histórico do cliente. Golpes usam termos vagos:

  • “Prezado cliente”,

  • “Usuário”,

  • “Conta vinculada ao seu CPF”.

Essa falta de contexto é um sinal de alerta.

7. Anexos ou downloads não solicitados

Arquivos .pdf, .zip, .rar, .xlsm contendo malware são um dos principais vetores de ataque.
Se você não pediu o arquivo, não abra.

✔️ Regra de segurança:

Sempre valide a origem antes de clicar.
Quando houver dúvida, entre no site oficial digitando o endereço manualmente, nunca pelo link recebido.

Como um ataque cibernético pode afetar seu negócio?

Ataques de phishing contra empresas têm se tornado cada vez mais sofisticados e difíceis de detectar.
Criminosos que miram organizações costumam usar táticas avançadas de engenharia social, explorando brechas humanas e operacionais para acessar dados sensíveis, credenciais internas e sistemas corporativos.

Ao contrário dos golpes voltados para usuários comuns, ataques corporativos geralmente fazem parte de operações estruturadas, que podem resultar em danos severos e de longo prazo.

As principais consequências incluem:

1. Vazamento e exposição de dados confidenciais

Dados pessoais de clientes, informações financeiras, documentos internos e credenciais podem ser roubados e vendidos na deep web.

Esse tipo de vazamento compromete a privacidade, abala a confiança do cliente e abre espaço para outros golpes.

2. Paralisação das operações e impacto na continuidade do negócio

Quando os atacantes conseguem acesso à rede interna, eles podem:

  • Bloquear sistemas

  • Interromper rotinas financeiras

  • Sequestrar bases de dados

  • Instalar ransomware

Nesses casos, a empresa pode ficar impossibilitada de operar por horas ou dias, o que gera grandes prejuízos.

3. Multas e penalidades relacionadas à LGPD

A Lei Geral de Proteção de Dados exige que empresas protejam informações pessoais com rigor. Um incidente de segurança causado por phishing pode resultar em:

  • Multas elevadas

  • Auditorias

  • Exigências legais

  • Necessidade de comunicação pública sobre o vazamento

Tudo isso afeta credibilidade e gera gastos extras.

4. Danos à reputação e perda de confiança

Clientes e parceiros tendem a evitar negócios que já sofreram incidentes graves de segurança. A percepção de fragilidade pode:

  • Reduzir vendas

  • Aumentar churn

  • Dificultar novas parcerias comerciais

5. Prejuízos financeiros diretos e indiretos

Além de possíveis transações fraudulentas, os custos podem envolver:

  • Recuperação e restauração de sistemas

  • Contratação emergencial de especialistas

  • Indenizações

  • Perda de produtividade

  • Disputas judiciais

O impacto econômico de um ataque pode durar meses e afetar o desempenho da empresa a longo prazo.

Em resumo: um ataque de phishing não é apenas um golpe pontual, é um risco à continuidade do negócio, à proteção de dados e à imagem da empresa. A prevenção e a educação digital são fundamentais para reduzir vulnerabilidades.

Adotar boas práticas de segurança em pagamentos fortalece a confiança do cliente e reduz riscos de golpes online.

15 dicas para proteger sua empresa de ataques de phishing

Proteger seu site e suas operações contra phishing exige uma combinação de tecnologia, processos e educação interna.
Não basta instalar ferramentas: é preciso criar uma cultura de segurança capaz de reduzir vulnerabilidades humanas e operacionais.

A seguir, um conjunto atualizado, moderno e completo de práticas essenciais para prevenir ataques:

1. Utilize um antivírus corporativo com proteção avançada

Softwares corporativos de segurança — com detecção comportamental, análise heurística e bloqueio de atividades suspeitas — são mais eficazes que antivírus domésticos.
Eles identificam:

  • Malwares

  • Keyloggers

  • Ransomwares

  • Arquivos maliciosos vindos de phishing

Proteja todos os endpoints da empresa: computadores, notebooks, celulares corporativos e dispositivos remotos.

2. Configure um firewall de próxima geração (NGFW)

Firewalls modernos analisam não apenas o tráfego, mas também o comportamento das aplicações.
Eles bloqueiam:

  • Tentativas de acesso indevido

  • Conexões a servidores maliciosos

  • Tráfego originado de links de phishing

O ideal é que ele funcione integrado ao antivírus e ao sistema de monitoramento.

3. Proteja seu servidor de e-mails com SPF, DKIM e DMARC

Este é um dos itens mais importantes do mundo corporativo em 2025.

Empresas que usam apenas filtros básicos de spam deixam brechas enormes.

Implemente:

  • SPF — valida se o e-mail foi enviado de um servidor autorizado

  • DKIM — confirma que o conteúdo não foi alterado

  • DMARC — define ações quando uma mensagem falha na validação (bloquear, rejeitar, quarentena)

Essas três camadas reduzem drasticamente golpes de e-mail spoofing.

4. Use certificado SSL e habilite HTTPS em todas as páginas

O SSL criptografa o tráfego entre o usuário e o servidor, dificultando interceptações.

Além disso, navegadores modernos rotulam sites sem HTTPS como “não seguros”, o que reduz a confiança e facilita golpes de spoofing.

5. Faça backups frequentes e armazenados em locais seguros

Backups devem seguir a regra 3-2-1:

  • 3 cópias

  • 2 meios diferentes

  • 1 fora da empresa (nuvem ou servidor externo)

Em ataques que envolvem ransomware ou destruição de arquivos, o backup é a única forma de recuperação.

6. Treine todos os funcionários com simulações realistas

Como phishing explora pessoas, treinamento é essencial.

Práticas recomendadas:

  • Simulações de phishing internas

  • Treinamentos mensais

  • Testes surpresa com cenários reais

  • Dashboards de maturidade por setor

Funcionários treinados reduzem até 80% dos riscos segundo estudos do CERT.

7. Utilize VPN corporativa para acessos remotos

Em home office ou viagens corporativas, sempre use VPN para garantir:

  • Criptografia de tráfego

  • Acesso seguro a bases internas

  • Proteção contra redes Wi-Fi inseguras

VPN também reduz o risco de captura de dados via phishing que explora redes abertas.

8. Aplique controle de acesso baseado em privilégios mínimos

Esse modelo, conhecido como Least Privilege Access, garante que cada usuário só tenha acesso ao que realmente precisa.
Assim, mesmo que um colaborador caia em phishing, o dano fica limitado.

Combine com:

  • Autenticação multifator (MFA),

  • Senhas diferentes por sistema

  • Expiração periódica de credenciais

9. Adote um gerenciador de senhas corporativo

Gerenciadores permitem criar senhas fortes, únicas e armazenadas de forma segura.
Eles ajudam a evitar:

  • Repetição de senhas

  • Senhas fracas

  • Compartilhamento inseguro entre colaboradores

Use sempre MFA como camada adicional.

10. Garanta conformidade com padrões de segurança (como PCI-DSS)

Para empresas que recebem pagamentos, PCI-DSS é fundamental:
ele protege:

  • Dados sensíveis

  • Informações de cartão

  • Fluxos de pagamento

  • Reduz riscos corporativos

Se a empresa não implementar PCI-DSS diretamente, deve usar uma plataforma certificada.

11. Monitore atividades suspeitas com ferramentas SIEM

Soluções SIEM (Security Information and Event Management):

  • Coletam logs

  • Identificam padrões estranhos

  • Detectam tentativas de invasão

  • Ajudam na rápida resposta a incidentes

Empresas maiores devem considerar monitoramento 24/7 via SOC (Security Operation Center).

12. Implemente políticas de Zero Trust

Zero Trust significa:
Nunca confie, sempre verifique.”

Mesmo dispositivos internos precisam ser autenticados e analisados.
Essa abordagem reduz muito a propagação de ataques internos vindos de phishing.

13. Atualize sistemas e plugins com rigor

Várias campanhas de phishing exploram:

  • Versões antigas de WordPress

  • Plugins desatualizados

  • Falhas em CMS

  • Vulnerabilidades de APIs

Manter tudo atualizado é uma defesa básica, mas essencial.

14. Utilize ferramentas antifraude e validação dinâmica

Especialmente para e-commerce, antifraude moderno ajuda a bloquear:

  • Tentativas de login suspeitas

  • Bots automatizados

  • Transações originadas de phishing

  • Comportamento anormal de usuários

Plataformas de pagamento com antifraude integrado são ainda mais eficientes.

15. Monitore menções da sua marca (Brand Protection)

Golpistas criam páginas e anúncios falsos imitando sua marca.

Ferramentas de Brand Protection detectam:

  • Domínios semelhantes ao seu

  • Páginas clonadas

  • Anúncios fraudulentos

  • Perfis falsos em redes sociais

Phishing e segurança em pagamentos online: por que esse tema é crítico para empresas digitais

Para empresas que processam pagamentos, seja em e-commerce, assinaturas, marketplaces ou serviços digitais, o phishing não é apenas uma ameaça pontual, mas um risco capaz de comprometer toda a operação. Quando um cliente insere seus dados em uma página falsa acreditando estar realizando uma compra legítima, o prejuízo não se limita ao indivíduo enganado: ele recai, sobretudo, sobre a marca envolvida.

O golpe pode resultar no roubo de credenciais, acessos indevidos a contas, realização de transações fraudulentas, aumento de chargebacks, vazamento de dados sensíveis e interrupções na operação. Em muitos casos, há ainda impactos jurídicos decorrentes da exposição de informações pessoais sob a LGPD.

Mais do que um problema técnico, o phishing abala a confiança, que é o principal ativo de qualquer negócio digital. Uma única ocorrência pode gerar dúvidas sobre a segurança do checkout, reduzir conversões, aumentar o churn e provocar uma crise de reputação difícil de contornar. Por isso, segurança transacional deixou de ser apenas uma camada adicional: tornou-se parte da própria experiência do cliente e da percepção de profissionalismo da marca.

Como o phishing afeta pagamentos na prática

O impacto do phishing sobre pagamentos é direto, silencioso e muitas vezes difícil de detectar até que o dano já esteja feito. Um cliente pode ser levado, por meio de um link aparentemente legítimo, a uma página de checkout clonada que coleta seus dados de cartão, a um formulário fraudulento de Pix com destino alterado, a um portal falso de reativação de assinatura ou a um QR Code comprometido. Em outras situações, a vítima instala sem perceber um malware capaz de capturar senhas e monitorar sessões em tempo real.

Quando qualquer uma dessas ações ocorre, o golpista passa a ter capacidade de interceptar transações, realizar compras indevidas, alterar configurações de cobrança, desviar pagamentos para contas controladas por criminosos ou ainda efetuar transferências e solicitações fraudulentas. Embora o golpe não tenha sido originado na empresa, é comum que o consumidor associe o incidente à marca envolvida no pagamento — o que compromete diretamente a imagem, desgasta o relacionamento e gera questionamentos sobre a segurança da plataforma.

Em um ambiente competitivo e altamente digitalizado, cada etapa da jornada de pagamento influencia a percepção de valor do cliente. Um único episódio de phishing relacionado à experiência de compra pode fazer o consumidor abandonar a marca, gerar aumento de suporte, elevar custos operacionais e impactar o faturamento. Por isso, proteger o cliente contra fraudes externas também é proteger a saúde financeira e reputacional do negócio.

Práticas essenciais para proteger transações contra phishing

Para minimizar riscos, empresas digitais devem adotar medidas avançadas de segurança transacional, como:

• Tokenização de dados

Substitui informações sensíveis (como número do cartão) por tokens criptografados, impossibilitando o uso por criminosos — mesmo em caso de vazamento.

• Autenticação multifator e 3DS 2.0

A segunda camada de verificação (MFA) e a autenticação forte do cliente (SCA) ajudam a impedir que golpistas concluam transações sem autorização.

• Gateways e provedores certificados PCI DSS

A certificação PCI DSS garante padrões rigorosos na manipulação de dados de cartões, reduzindo riscos e fortalecendo a confiança do cliente.

• Análise comportamental em tempo real

Ferramentas antifraude baseadas em IA detectam padrões incomuns, como:

  • Geolocalização divergente

  • Velocidade incomum de preenchimento

  • Dispositivos suspeitos

  • Comportamento incompatível com o cliente legítimo

Essa camada impede transações originadas de phishing.

• Notificações inteligentes e logs transparentes

Alertas sobre tentativas de login, compras suspeitas e mudanças em dados cadastrados ajudam o usuário a identificar invasões rapidamente.

• Comunicação clara com o cliente

Educar o consumidor sobre canais oficiais e políticas de segurança reduz vulnerabilidades humanas — a porta mais explorada pelos golpistas.

Golpes de phishing evoluíram e hoje miram empresas de todos os portes, exigindo práticas avançadas de segurança e conscientização contínua.

Conclusão: segurança é uma responsabilidade compartilhada

Combater o phishing exige um esforço contínuo e conjunto entre usuários, empresas, provedores de tecnologia e plataformas de pagamento. A segurança digital não depende apenas de ferramentas sofisticadas, mas de uma combinação equilibrada entre processos bem definidos, autenticação adequada, atualizações regulares, cultura interna de prevenção e educação constante de clientes e colaboradores.

Quando a segurança é tratada como prioridade estratégica, e não como um detalhe técnico, as empresas conseguem construir relações de confiança mais sólidas, reduzir riscos operacionais e fortalecer sua reputação em um cenário onde as ameaças evoluem diariamente. Negócios que investem em proteção, monitoramento e boas práticas se tornam mais resilientes, preservam sua receita e entregam aos clientes uma experiência de pagamento realmente segura, previsível e profissional.

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