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Sem dúvidas, a Amazon é a grande líder (e referência) mundial em cloud computing, onde oferece serviços de hospedagem na nuvem desde 2006, e onde no Brasil, passou a operar à partir de 2011, com um data center em São Paulo.

Mas por aqui, muitas empresas ainda ficam na dúvida. Afinal, é mais viável contratar hospedagem na Amazon Brasil ou Amazon USA? Veja a seguir alguns pontos importantes que lhe ajudará nesta decisão:

O fator preço

O modelo de precificação dos serviços de cloud da Amazon são cobrados conforme o uso em mais de 50 serviços. Assim, o cliente paga somente pelo que utilizar e sem a necessidade de contratos longos.

Uma grande vantagem deste modelo de pagamento está na possibilidade de planejar o crescimento e aumento de demanda. Ou seja, se sua empresa, por exemplo, atua com a revenda de hospedagens, então você terá certeza de que as necessidades dos seus usuários serão atendidas sem a necessidade de você contratar um plano em excesso e sem correr o risco de não atender à demanda.

Preços Brasil x Estados Unidos

A seguir separamos dois exemplos de preços para que você possa conhecer as diferenças cobradas entre os serviços na Amazon no Brasil e nos Estados Unidos. Veja:

Serviços de Banco de Dados

Se você pretende contratar uma instância de banco de dados MySQL na Amazon Brasil, terá atualmente os seguintes preços por hora de uso.

precos amazon Brasil
(Fonte: AWS Amazon)

Por outro lado, se optar pela Amazon dos Estados Unidos, mais precisamente na Califórnia, terá os seguintes preços por hora.

amazon Usa

Note que além dos preços menores, ainda é possível contar com mais opções de instâncias na Amazon USA.

Em outro exemplo temos o Amazon Elastic Compute Cloud (Amazon EC2), que é um serviço onde é possível redimensionar o ambiente virtual com sistema operacional, serviços, bancos de dados, entre outros aplicativos. Se desejarmos contratar este serviço pela Amazon Brasil, teremos os seguintes preços por hora.

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Por outro lado, se optarmos pela Amazon no Estados Unidos, teremos os seguintes preços.

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Novamente, além de preços menores, este serviço também traz opções adicionais para escolha.

Se você deseja comparar os preços de todos os serviços disponibilizados pela Amazon, acesse este link, escolha o serviço e compare entre Estados Unidos e Brasil.

Qual hospedagem devo contratar?

Como vimos nos exemplos acima, os preços dos serviços da Amazon nos Estados Unidos, são consideravelmente menores do os preços da Amazon Brasil.

No entanto, o preço não deve ser o único fator para se decidir na hora de contratar os serviços. Ou seja, se o preço fosse o fator mais importante, com certeza todo cliente optaria pela Amazon norte-americana e consequentemente a Amazon não estaria no Brasil.

O fator velocidade

A escolha entre a hospedagem da Amazon no Brasil ou Estados Unidos também deve ser levada em consideração o fator velocidade. Como se sabe, quanto maior a distância física de um servidor de hospedagem do seu público, maior será a latência (tempo de resposta). Em outras palavras, optar por um servidor nos Estados Unidos, pode ser econômico, mas provavelmente a velocidade de suas aplicações será mais lenta do que se tivessem em uma hospedagem aqui no Brasil.

Portanto, é fundamental que sua empresa avalie a demanda de seus clientes, já que serviços como Voip, e-commerces, entre outros sistemas empresariais, requerem um tempo de resposta mais baixo e sendo assim, uma hospedagem aqui no Brasil, seria um ótimo negócio.

Por outro lado, se suas aplicações ou a demanda de seus clientes não sofrem grande influência no tempo de resposta, então optar pela Amazon norte-americana poderá ser uma excelente opção. Sites como o Google.com.br, por exemplo, hospedam suas aplicações em servidores internacionais, pois possuem aplicações leves e não sobrecarregam os navegadores dos usuários.

Para pontuar melhor as dúvidas, chamamos o pessoal da Rivendel para ajudar a gente a definir esse conceito melhor.

Hospedar na Amazon Brasil ou Amazon USA?

Convidamos o Bruno Pereira, sócio da Rivendel para um bate papo rápido sobre qual melhor escolha.

1. Para uma Startup: Amazon Brasil ou Amazon USA?

Bruno Pereira (Rivendel): O custo da Amazon Brasil é cerca de 25-30% maior que os mesmos serviços nos EUA. Algumas aplicações podem ter melhor tempo de carregamento e percepção de velocidade, para os usuários finais por rodar no Brasil. Nestes casos, o custo superior pode compensar facilmente, como em num e-commerce, por exemplo.

PS: Porém, é importante estar atento a aspectos regulatórios do segmento de atuação da empresa. Dados de seguros por exemplo, precisam estar “fisicamente” armazenados no Brasil, então a escolha seria obrigatoriamente pela Amazon Brasil.

Estes aspectos são os principais a serem avaliados na escolha de onde hospedar a infraestrutura da sua empresa.

2. Quais são as principais diferenças entre hospedar aqui e lá?

Bruno Pereira (Rivendel): O Brasil é mais caro, porém mais rápido para acesso no próprio Brasil. Hospedar nos EUA custa mais barato, mas podem trazer uma velocidade inferior para acesso no Brasil. É importante calcular a diferença financeira e a diferença de velocidade para decidir qual a melhor opção para seu negócio.

3. Quais fatores são mais importantes na escolha entre os dois: preço, velocidade ou outro fator?

Bruno Pereira (Rivendel): Há a percepção de que a velocidade melhor hospedando no Brasil, podendo trazer benefícios relevantes na conversão do negócio/site. Se este for o caso no seu produto, provavelmente vale a pena gastar um pouco mais e hospedar nos EUA. Se for um produto pouco impactado pela diferença de velocidade entre Brasil e EUA, a economia no custo da infraestrutura provavelmente justificará que os serviços fiquem hospedados nos EUA.

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Vale também consultar um especialista em tributação, já que o assunto da aplicação de impostos no uso da AWS, com referência no Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 7, de 15 de agosto de 2014 é claro.

Fontes: Amazon, Vindi e Rivendel

Gostou do post? E você, já utilizou algum serviço de de cloud da Amazon em seu negócio? Compartilhe conosco a sua experiência, comentando abaixo:

A Adobe, que já foi pauta aqui, acaba de divulgar os números do último trimestre e eles são muito importantes para o mercado de assinaturas e softwares. A transformação da empresa em largar definitivamente o modelo de venda de “caixinhas” dos seus produtos, se confirmou fortemente após anúncio da empresa: as receitas cresceram 22% frente ao mesmo período no ano passado, e foi impulsionada pelo modelo de assinatura.

Os números falam por si: 800 mil novos assinantes conquistados durante o último ano. A mudança da Adobe, foi considerada corajosa, já que ela “virou a chave” literalmente, sem pestanejar quanto ao modelo anterior. Empresas do mesmo mercado como Microsoft, Oracle e SAP ainda possuem modelo híbridos distribuindo parte no modelo de licenças, parte no modelo Saas.

Resultados da Adobe no trimestre

Assinantes novos: 800.000

Vendas: U$1,31 bilhões

Crescimento da receita: 22%

Faturamento recorrente anual: alcançou U$2.99 bilhões, sobre essa métrica as vendas de assinaturas anuais cresceram cerca de U$350 milhões.

Modelo de assinaturas (Saas) como forma de capitalização

A matéria que tomou notoriedade do Techcrunch, anunciando os resultados chamou a atenção para empresas como HP, IBM e EMC, que ainda lutam para continuar crescendo e mantendo as receitas.

As assinaturas de serviços como Photoshop por exemplo, podem ser acessadas com planos à partir de U$9,99. É a Economia da Recorrência empoderando o software. Até o começo dos anos 2000, 100% dos softwares era adquiridos no modelo de aquisição por licenças, coisa que mudou depois da cruzada da Salesforce no mercado americano. Esse modelo, além do proposta de acesso a pessoas e locais de forma simples, mudou a forma como o software era comercializado no mundo. As gigantes do segmento, demoraram para aderirem ao modelo Saas. Algumas fizeram cara feia, dizendo que não se sustentaria.

SAP, Microsoft e até a Autodesk, ainda lideram em algumas aplicações, mas também demonstraram nos últimos dois anos, a mudança no mindset e também vieram a público retomar a decisão. Elas vão ser empresas de assinaturas.

O mundo dos softwares é assinatura.
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Fonte: Adobe

 

Um dos maiores sistemas de entrega de Software do mundo atual, o modelo de SaaS – Software as a Service – ou simplesmente Software como Serviço, é a distribuição e comercialização do software através de serviço (licenças de uso).

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Cloud Computing, um dos grandes mercados SaaS

O Saas (Software as a Service) o que é?

…usado por diversas empresas de tecnologia e segue a tendência global do consumo contemporâneo.Nesse modelo, onde o usuário paga pelo serviço, o fornecedor é responsável por toda estrutura de entrega (servidores e infra estrutura). O usuário por sua vez, utiliza esse software pela internet, pagando através de uma cobrança recorrente o uso do software online.

Benefícios do SaaS

Se formos comparar ao modelo tradicional de entrega de software, onde o cliente adquire a licença e se responsabiliza pela instalação e manutenção do sistema, as principais vantagens e benefícios do SaaS são:

– Não exige que o cliente (usuário) tenha uma estrutura complexa de tecnologia e informática. E permite também que esse, não precise investir em treinamento de pessoal para manutenção e instalação do software.

– Permite o uso de apenas funcionalidades que forem necessárias ao momento atual do cliente, ou seja, possibilita acessar partes do software e expandir de forma gradual os “upgrades” necessários.

– A implantação pode ser realizada independente da equipe de TI disponível pelo cliente.

– Redução de custos com os itens acima, principalmente pelo tempo economizado em todos os processos. Diferente do modelo tradicional onde o desembolso inicial é alto.

Conversão ideal para Trials x Freemium

Alguns sugerem 10%. Esse número na nossa opinião é algo muito alto. O CTR Rate (taxa de conversão) ideal é subjetivo. Para o mercado SaaS, os números oscilam dependendo de mercados, nichos e diferenças básicas como: B2C x B2B, onde a diferença de público alvo pode impactar bastante o índice. Outro fator é o serviço oferecido. Um exemplo clássico é o próprio Netflix, que afirma que 10% dos seus assinantes são migrados do modelo trial.

Segundo documento da 16 Ventures, 3% é um número adequado para se perseguir. (CONTINUE LENDO para acessar o documento no fim do texto), ou seja, a cada 100 trials o ideal é ter 3 clientes convertidos.

Como Funciona a Cobrança no Modelo SaaS

Em sua maioria, o principal modo de cobrança do modelo de Software as a Service é a cobrança recorrente. Podendo ser mensal, trimestral, anual e algumas vezes quinzenal. Algumas empresas têm como cultura, estabelecer antes da cobrança, o modelo Freemium, onde o usuário testa o serviço antes de comprar. O modelo Freemium funciona muito bem nos modelos de SaaS e nos serviços por assinatura. É o famoso “trial”. Ele é viabilizado pela cobrança de usuários assinantes e pela disponibilização do sistema, ou parte dele, para usuários free.

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Trial – o Freemium para o modelo SaaS

Os métodos mais comuns podem ser identificados pela cobrança recorrente pelo uso de licenças (ex: Adobe Creative Cloud), uso de volume de serviços (ex: Mailchimp) e o freemium (Netflix). Outro exemplo claro de cobranças recorrentes em SaaS, é o mercado de Cloud Computing – que adota esse tipo de modelo para cobrar dos usuários.

Principais exemplos de empresas SaaS

Alguns casos são até fáceis de lembrar quando o assunto é SaaS – Software as a Service. O Netflix, que é fenômeno mundial, pode ser fatalmente citado em qualquer texto sobre SaaS. Maior e melhor exemplo de sucesso, a assinatura de filmes é uma realidade muito grande no mundo. O Netflix possui mais de 40 milhões de usuários/assinantes no mundo. Só por esses números já valem para serem citados. Mas nós temos muito casos de sucesso no Software como Serviço:

Netflix – 40 milhões de pessoas não podem estar erradas.

Salesforce – O CRM online mais usado no mundo. Principal aliado das empresas do Vale do Silício nas vendas.

McAfee – Segurança online através de anti-vírus como serviço.

Adobe – O Creative Cloud, principal modelo de assinatura de software da Adobe já é um sucesso entre profissionais de tecnologia.

Mailchimp – Serviço de entrega de email marketing mais usado pelas startups no mundo.

IBM – a Gigante da informática também tem uma vertente SaaS, em seu processo de Negócios como Serviço.

Paypal –  a maior plataforma de pagamentos do mundo é um exemplo de empresa Saas.

Entre outros inúmeros exemplos de empresas no modelo Software as a Service. 

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Escritório central do Salesforce em São Francisco: um dos maiores cases SaaS

A VINDI, que é também uma empresa Saas, já que permite o uso do backoffice de assinaturas e um completo gateway mediante pagamento de uma assinatura, acredita que muitas empresas vão aderir práticas do modelo de Software as a Service daqui para frente. As pessoas estão validando muito esse modelo, pois o consumo muda rapidamente. Um dos grandes exemplos dessa mudança de Propriedade para Acesso é a palestra do comediante Murilo Gun – Life as a Service, onde essa mudança de consumo é identificada por exemplos do cotidiano.

Veja o vídeo do Life as a Service

Mercados SaaS

Alguns mercados possuem uma grande aderência ao modelo SaaS. Além da entrega simples de um software, empresas de ramos específicos possuem maior convergência com essa mudança:

ERP’s – grande parte dos Erp’s internacionais já funcionam nesse modelo e ainda muitos vão mudar. Esse modelo permite inclusive o nascimento de empresas desse mesmo nicho rapidamente.

BIG DATA – As empresas de grande armazenamento de dados já usam parte de seus produtos nesse sistema.

CLOUD SERVICES – Empresas de hospedagens, cloud computing e servidores utilizam a computação na nuvem para oferecer serviços através de assinaturas.

E-LEARNING – Cursos online, escolas digitais e outras ferramentas possuem total aderência ao modelo SaaS.

JOGOS ONLINE – os Clubes de jogos online oferecem assinatura de jogos através de mensalidades e planos.

APLICATIVOS – Apps de músicas, filmes e podcasts já são febre entre jovens e profissionais de tecnologia. Leia-se o Deezer.

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Jogos Online – um dos pilares da VINDI

Propriedade x Acesso

O principal apelo do modelo SaaS é o acesso, e não propriedade. Antes da internet, a única forma de adquirir um software era adquirir a licença e instalar através de disquets e cds. A operação que parece ser simples exigia muitos processos envolvidos em uma única implementação. Para esse software funcionar de forma completa exigia-se muito de colaboradores, que precisavam de treinamento e suporte, tempo de instalação que era investido pela equipe de TI e o tempo entre compra e funcionamento que muitas vezes levavam dias. Um “upgrade” de sistema também era sofrível para os tempos de hoje. Você era dono do software por completo. Era praticamente comprar um produto físico como um carro, televisão e até uma simples furadeira. Você comprava e se tornava “dono” efetivo do software.

Caso da Furadeira

Pegando mais uma vez o gancho do Life as a Service do Murilo Gun, o consumo de Propriedade pode ser bem exemplificado com a compra da furadeira – onde o comprador desembolsa cerca de R$100 e usa a furadeira algumas poucas vezes em um ano. É muito comum a compra de produtos como a furadeira se transformarem em investimentos mal feitos, já que o pouco uso do produto não justifica o preço pago para ter sua propriedade.

No caso do Acesso, a furadeira teria que ser “alugada” por uso, em forma de assinatura ou licença. Nesse caso, o ideal é investir pela quantidade de horas usada para “fazer furos”, e não ter a propriedade do equipamento. Nesse caso o investimento por horas ou por “furos efetuados”, poderia ser infinitamente menor do que os R$100 da compra da furadeira. Imagine um serviço onde a mesma furadeira seja alugada por R$10,00 a hora. Em apenas uma hora é possível fazer furos de todas as formas. A pergunta que temos que fazer do Consumo de Propriedade x Acesso é:

Quantas vezes você usa uma furadeira no ano?

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O exemplo da furadeira: quantas vezes você usa uma furadeira no ano?

Temos a certeza que o modelo de Propriedade para Acesso (SaaS) é uma realidade nas empresas de software online, e também uma tendência para empresas de tecnologia em geral. Além da economia de R$90 / ano, a propriedade e depreciação não ficam a cargo do comprador / assinante. Assim é com filmes, música digital, software e até carros (conheça o serviço da Zazcar).

Impacto Social do SaaS no Brasil e no mundo

O impacto tecnológico é evidente, já o sócio-econômico não é muito bem difundido. Antes da globalização e da revolução digital, era impossível acessar tecnologias de outro lugar do mundo. Hoje estamos a cliques desse acesso. O impacto é enorme em acessibilidade, velocidade e também economicamente falando. Hoje qualquer pessoa pode, de qualquer lugar no mundo, acessar um serviço SaaS rapidamente, sem burocracia e melhor: por um preço justo. É assim como softwares de gestão de projetos (ex: Basecamp), serviços de envio de emails profissionais (ex: SendGrid), hospedagens e servidores (AWS) entre outros muitos outros exemplos de SaaS. É a democracia do software. Esse impacto positivo têm um grande efeito nos países emergentes, que carentes dos serviços de maior qualidade, podem adquirir softwares capazes de ajudar a própria evolução tecnológica do país. Assim é no Brasil, Índia, China, Peru, Rússia, Chile e todos países em franca expansão inovadora. No Brasil observamos um número grande de startups de tecnologia focadas no modelo SaaS. É o caso de startups como a Rabbiit, software de gestão de tempo, a OdontoSimple – software para dentistas e o software de orçamentos online Orçamento Plus, que são 3 exemplos reais de empresas nascendo no modelo SaaS. 

Considerações finais sobre Empresas SaaS

Vamos recapitular o porquê das empresas SaaS usarem esse modelo e também porque empresas que ainda não adotaram o modelo, devem pensar na mudança:

– Redução de custos (menor gasto com treinamento, suporte e pessoal)

– Flexibilidade de implantação e nas atualização dos softwares,

– Autonomia para Testes A/B – a poucos cliques.

– Escalabilidade e maior velocidade nos “upgrades” e “downgrades”.

– Maior foco no negócio

– Maior Planejamento e rapidez na correção de erros.

– Impacto positivo em países emergentes, democratizando os softwares.

– Entre outros muitos ligados a inovação.

Algumas companhias estão construindo seus negócios e estratégias através de Empresas SaaS. Temos muitos exemplos que não puderam ser citados em um único texto. Conhece uma história de sucesso SaaS no Brasil que não foi citada nesse post? Conte para a gente.

 

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IMPORTANTE: Relatório Sexteen Ventures – A Realidade sobre o Modelo Freemium.

Fonte: Assinatura Recorrente, ComputerWorld, Salesforce, Murilo Gun, Fast Company, SixteenVentures.