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Antes de saber o funcionamento dessa ferramenta tão usada diariamente por empresas que faturam através de boleto: você sabe o que é um arquivo remessa de cobrança? O arquivo remessa de cobrança bancária é a transmissão eletrônica entre sua empresa e seu banco. Na prática o banco precisa receber ou enviar um arquivo  (em formato específico) para saber que você faturou um cliente. Isso é feito quando a cobrança ou sua modalidade necessite de um registro.

O que é um arquivo remessa de cobrança?

Como o próprio nome já diz, é o arquivo com extensão .REM que envia informações para cobrar algum cliente de um produto ou serviço. Boletos bancários, débito em conta e outras transações financeiras como por exemplo Compror, são elaboradas em um layout específico, padronizado pela Febraban, que bancos podem ler para efetuar o registro e a cobrança. Um boleto registrado precisa indispensavelmente dessa funcionalidade.

Para a empresa que emite boleto bancário com ou sem registro, fazer a conciliação de boletos é uma tarefa diária. Para empresas que recebem através de débito em conta corrente também. Segmentos como hospedagens, academias, contabilidades e escolas usam o arquivo de remessa diariamente. Esse processo, quando manual, se torna caótico, pois a conferência de relatórios e controles manuais levam tempo, o que implica em falta de produtividade. Automatizar a conciliação de boletos é um ganho para qualquer negócio. Para essa cobrança bancária ser automática, ela precisa de um software que consiga gerar um arquivo remessa.

Como funciona arquivo de remessa de cobrança?

Para ilustrar ainda melhor o funcionamento dessa remessa, vamos usar de exemplo a plataforma de recorrência da Vindi. Quem vende através de boleto bancário online, offline ou débito em conta, usa a funcionalidade de remessa dentro do nosso sistema online de cobrança. Essa é na verdade, uma das funcionalidades mais poderosas, já que a automatização do faturamento age sobre o fluxo financeiro de forma eficaz das empresas que usam esse recurso.

Na prática, o arquivo remessa de cobrança é processado através de um arquivo com a extensão .REM, já o de recepção de uma liquidação de boletos em lote vêm com a extensão .RET (retorno). Esse formato permite que dados sejam compilados em lote para que sejam lidos através de uma aplicação única. Em outras palavras, esses arquivos juntam diversos dados diferentes, como por exemplo a geração de boletos diversos. Um software gera um lote contendo os arquivos em grupo. Os bancos recebem esse lote e geram individualmente os débitos (no caso do débito em conta) e os boletos no caso de cobranças bancárias. A maioria dos bancos fornece um padrão para que os arquivos de remessa e retorno sejam lidos por bancos, os mais comuns são o CNAB400 e o CNAB200.

Para entender ainda melhor, precisamos explicar o que é um arquivo CNAB.

O que é um CNAB?

O assunto do CNAB já apareceu em nosso blog anteriormente. Você já leu o artigo “O que é o CNAB e para quê ele serve”? Se ainda não leu, vá até lá e dê uma espiadinha. Se já leu, vamos reforçar! Você sabe o que é CNAB? Vamos entender exatamente o que essa sigla representa e como ela afeta sua empresa.

Centro Nacional de Automação Bancária

A sigla CNAB representa “Centro Nacional de Automação Bancária”. Você já imaginou como as informações financeiras podem ser transmitidas da sua empresa para o banco ou vice-versa? É para isso que o CNAB existe.

O CNAB é um tipo de arquivo em formato texto utilizado para manter uma frente de comunicação entre clientes e bancos. Através do CNAB são trocadas informações relativas a pagamento, cobrança, débito em conta, custódia de cheques, entre outros.

Tipos de CNAB

Atualmente, existem dois tipos de CNAB. O CNAB 400 armazena uma quantidade menor de informação e suporta, no máximo, 400 posições para cada registro. Já o CNAB 240 armazena uma quantidade bem maior de informação. Ele é capaz de suportar 4 segmentos de 240 posições para cada registro.

A Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) fica responsável por definir o layout padrão dos arquivos CNAB, contendo algumas colunas fixas. Na verdade, cada banco também acaba gerando seu próprio layout, já que cada um possui algumas características e requisitos próprios.

Envio e recebimento dos arquivos

Existem várias maneiras pelas quais estes arquivos são enviados ou recebidos. A principal delas é através do site do próprio banco. Os sites de banco são de alta segurança, o que garante a privacidade das informações trocadas.

Remessa e Retorno

Essa é uma nomenclatura comum usada para os arquivos CNAB. Quando o cliente (sua empresa) envia um arquivo para o banco, esse é chamado de “remessa”. Quando o banco envia um arquivo para o cliente, esse é chamado de “retorno”. Quando falamos de informações financeiras, segurança é primordial. Por isso, o arquivo CNAB não deve ser compactado.

Como funciona na prática?

Vamos entender, então, como funciona o CNAB usando um exemplo prático bem simples. Suponha que a sua empresa emitiu boletos para que alguns clientes possam realizar um pagamento. Então, chega a hora de dar baixa no seu sistema financeiro interno. Você precisa acessar o site do banco e verificar se algum arquivo CNAB foi enviado para você – ou seja, se há algum CNAB de retorno disponível. Quando o arquivo aparecer no site do banco, é preciso processá-lo através do seu sistema financeiro interno. O sistema vai extrair os dados do CNAB para realizar a baixa dos boletos que já foram pagos.

Reforçando, então: o CNAB é um arquivo essencial para manter a consistência e o diálogo entre as informações que constam no sistema do banco e as informações que constam no sistema financeiro interno da sua empresa. Conhecer o CNAB e entender como ele pode ser integrado no seu sistema financeiro é essencial para manter o controle sobre as informações de pagamento e recebimento. O assunto do CNAB é bastante complexo. Alguns pontos (como o layout que deve ser usado pelo seu banco, ou a maneira certa de efetuar o envio e consultar o recebimento de arquivos) só podem ser esclarecidos diretamente pelo seu banco.

Lembre-se de que esses pontos variam de acordo com a instituição financeira com que sua empresa trabalha. Assim, essa instituição poderá lhe oferecer todas as informações necessárias para colocar o CNAB em funcionamento nas atividades da sua empresa.

Como funciona o arquivo de remessa de Cobrança da Vindi?

Basta ter uma cobrança registrada habilitada no seu banco. Você poderá exportar arquivos de remessa e importar arquivos de retorno. Exportar para casos de boletos registrados e débito em conta e importar para fazer a conciliação dos boletos pagos. Na ilustração abaixo exemplifico um caso de boleto registrado que precisa ter gerada a remessa e enviada ao banco. Basta gerar o lote e enviar para a instituição financeira. Simples assim. Você pode inclusive juntar um lote diário para enviar o arquivo remessa para o banco somente quando fechar o movimento diário.

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Os arquivos de remessa podem ser enviados em lote, ou seja, a empresa pode ir faturando e emitindo os boletos, e gerar a remessa quando o movimento diário estiver encerrado. Não importa a quantidade de boletos online que a empresa emita, um único arquivo remessa enviado, formaliza o registro desses boletos no seu banco. Veja a ilustração abaixo de um arquivo do tipo .REM pronto para ser aprovado e enviado ao banco.

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Após esse passo, a importação do banco fará com que os registros sejam efetuados. O banco por sua vez, cria uma carteira de recebimento a ver, permitindo alterações, baixas e negociações dessa carteira de cobrança. Agora que você sabe o que é um arquivo remessa de cobrança que tal usar na prática?

codigos e erros de transação

O comunicado número 015/2015 da FEBRABAN vem deixando muitos empresários e prestadores de serviços de cabelo em pé, literalmente. E a reação não poderia ser diferente, já que a partir de junho deste ano os bancos não poderão mais disponibilizar as chamadas “carteiras sem registro” a clientes novos.

O boleto sem registro é o mais utilizado no e-Commerce brasileiro, além de seguro e rápido, ele agrega a operação um menor custo e facilidade de compra e venda, em alguns casos, chega a ser nulo o valor cobrado. Contudo, a nova resolução quebra algumas vantagens, principalmente em relação aos custos da cobrança, que devem aumentar. Fique atento as novidades e já comece a se preparar para uma nova revolução no processo de pagamentos. Confira!

Qual a diferença entre um boleto com registro e sem registro?

O empreendedor digital sempre esteve entre o céu e o inferno quando o assunto é boleto. O céu porque nos casos de clientes que não utilizam cartão de crédito, ou outro sistema de pagamento por cartão acabam pagando com boletos – indicativo de que houve venda. E o inferno já que em muitos casos clientes acabam gerando boletos e não pagando no prazo. Isso gera uma grande dor de cabeça e prejuízo, já que o produto é retirado da vitrine digital e fica indisponível aguardando o pagamento do boleto, que na grande maioria das vezes não acontece.

Em meio a toda esta problemática entram os boletos com registro e os boletos sem registro. Mas qual a diferença entre eles? Simples, um precisa ser registrado no banco e o outro não. É ai que começa o dilema! Nos boletos registrados o banco é o detentor de todas as informações, e qualquer alteração que o cliente queira fazer, seja o cancelamento ou a mudança da data de pagamento, é preciso muito mais que gerar um boleto novo, ele precisa enviar um arquivo de remessa para o banco com todas as informações da operação, para que só assim seja realizada a requisição. Já nos boletos sem registro a história é bem diferente, não é preciso nada disso!

Vantagens e desvantagens do boleto com e sem registro?

Não tem como negar que para empresários brasileiros o boleto sem registro é o mais vantajoso, principalmente em relação às tarifas cobradas. No caso dos boletos sem registro, a empresa não terá qualquer ônus caso ele apenas seja emitido e não seja pago, a instituição bancária cobrará uma taxa se o cliente efetivamente efetuar o pagamento por meio da rede bancária. Mas nos casos da cobrança por meio de boleto com registro a situação é bem mais complicada. Embora não seja considerado um título de crédito, o próprio boleto pode indicar que em casos de não quitação da compra ele poderá ser protestado em cartório.

E no caso da nova resolução?

A mudança anunciada pela FEBRABAN será realizada em etapas, conforme cronograma divulgado pela instituição:

DATA AÇÃO
Junho/2015 Cessar a oferta da Cobrança sem Registro para novos entrantes e clientes atuais da cobrança.
Agosto/2015 Início da operação da base centralizada de beneficiários (inserção, manutenção e consulta).
Dezembro/2016 Término da migração das carteiras de Cobrança sem Registro para modalidade registrada.
Janeiro/2017 Início da operação da base centralizada de títulos, com a validação interbancária no momento da liquidação. Nota: o recebimento do título não localizado na base centralizada deverá ser realizado apenas no Banco emissor.

Com as novas regras lojistas virtuais já podem começar a repensar as estratégias de custos, pois a utilização de boletos com registro vai impactar diretamente as finanças dos negócios, principalmente no que se refere as margens de lucratividade das vendas virtuais.

Negócios online que já tiverem convênio firmado com a instituição bancária de cobrança com boleto sem registro até o final de maio/2015, o prazo de mudança é até dezembro de 2016. Cada banco poderá definir o seu próprio prazo, observando a data limite estabelecida para a mudança. Mas caso os boletos sem registro tenham sido emitidos após 2017, o pagamento apenas poderá ser realizado no banco emissor, mesmo que o pagamento ocorra antes da data de vencimento. É importante considerar que, com o novo sistema de pagamento através dos boletos registrados, será obrigatório que no documento de cobrança e no registro bancário pela internet o CPF ou CNPJ do cliente pagador esteja presente.

O post esclareceu todas as suas dúvidas sobre as mudanças dos meios de cobrança? Não deixe de perguntar e fazer contribuições nos comentários abaixo. Ou entre em contato conosco!

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No mercado, são inúmeras as opções de assinaturas disponíveis ao consumidor, que vão desde impressos – jornais, livros e revistas – até bebidas alcoólicas – vinhos e cervejas –, roupas e softwares. As possibilidades não param de surgir, e a tendência de produtos e serviços por assinatura cresce a cada ano. Afinal, quem não gosta de conforto e qualidade? Com um negócio de assinaturas, a empresa garante isso ao seu cliente, deixando a sua marca sempre presente em suas vidas e mostrando o quanto ela se importa com o bem-estar deles. A ampliação desse mercado aconteceu graças aos diversos benefícios que esse modelo garante aos empresários, tais como fluxo de caixa positivo e aumento das margens de lucro. A seguir, lhe mostraremos como sua empresa pode automatizar a cobrança recorrente com boleto.

Como funciona a cobrança recorrente com boleto?

As cobranças recorrentes são aquelas que proporcionam a manutenção – diária, semanal, mensal, trimestral e anual – do fluxo de negócios, sejam eles de prestação de serviços ou compra e venda de produtos. Realizando a cobrança por boleto de maneira recorrente, o gestor tem a oportunidade de organizar suas entregas de maneira que elas sejam mais ágeis e eficazes, dando conforto e comodidade ao consumidor. Este, ao invés de realizar pagamentos pontuais, recebe um boleto bancário em PDF em seu e-mail, podendo imprimi-lo ou usar seu código de barras para pagá-lo via internet banking. Muitas empresas oferecem plataformas de gestão ideais para lidar com o pagamento de clientes, ofertando aos gestores mecanismos de geração e envio automático de títulos, relatórios e levantamentos de inadimplentes, filtros cadastrais e gerenciamento de cobranças.

Que vantagens ele gera para a empresa?

Para oferecer aos seus clientes um negócio de assinaturas, não é necessário possuir loja física, estrutura interna e atendentes. Com isso, você consegue empregar esforços e otimizar recursos naquilo que realmente traz retorno para a empresa: um atendimento personalizado e de qualidade. Ao investir no boleto recorrente, a empresa consegue ter um fluxo de caixa positivo, já que os assinantes pagam antecipadamente pelo serviço. E quanto maior for a sua cartela de clientes, mais recursos financeiros o negócio retém, tendo assim as chances de expandir facilmente seus negócios. Além disso, é possível reduzir os índices de inadimplência relacionados a outras formas de pagamento que estão caindo em desuso, como cheques, e aumentar as margens de lucro, pois os custos com estratégias de marketing para atrair novos clientes são reduzidos.

Recorrente e programado. Qual a diferença?

A plataforma de gestão de cobranças permite que a organização receba pagamentos recorrentes de seus compradores de forma segura e automatizada, disponibilizando dois modelos de assinatura por boleto: recorrente e programado. No primeiro, o sistema se responsabiliza por efetuar todo o processo de cobrança, desde a geração e envio automático do boleto por e-mail até a transação bancária. Com ele, o cliente é cobrado no ato da assinatura e nos meses seguintes até o cancelamento do serviço. Já no segundo o gestor é encarregado de realizar o processo, definindo uma data para a cobrança que fica a seu critério.

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Entendeu como funcionam as assinaturas com cobrança recorrente através de boletos? Caso ainda tenha alguma dúvida ou queira nos contar suas experiências com essa modalidade de pagamento, aproveite o campo de comentários abaixo!