A ideia era investir em um novo segmento para diversificar. Alessandro era sócio de uma empresa de informática e Alexandra proprietária de uma clínica de estética, quando decidiram apostar no segmento de educação para “mudar” os ares.

No início de 2009, trouxeram para o Brasil a primeira franquia da marca Projeta, uma escola de cursos profissionalizantes com foco em saúde. A unidade fica em Guarulhos. Com o sucesso da primeira, decidiram comprar sua segunda unidade no Tatuapé, em fevereiro de 2011, de um franqueado que não conseguiu colocar o negócio para frente. Compradas as unidades, o negócio agora era continuar uma boa gestão e colocar a escola para frente.

 “A ideia de apostar numa franquia de educação veio pelas infinitas possibilidades do mercado” – Alessandro

Só em 2015, o segmento de educação representou 6,6% do faturamento no setor de franquias que, ao todo, faturou R$ 140 bilhões. Uma oportunidade para quem quer investir no segmento de educação.

Leia aqui sobre uma franqueada à Microlins que apostou na recorrência e obteve sucesso 

Mas, além das oportunidades de mercado, a ideia do casal era apostar em uma área ainda desfalcada no país, que é a educação. Nas unidades Projeta são oferecidos 10 cursos profissionalizantes, entre eles: massoterapia, cuidador de idosos, auxiliar de laboratório e auxiliar de veterinário e Pet Shops. Esses dois últimos são os mais procurados.

A escola atende um público com idade acima de 16 anos que busca por inserção ou recolocação no mercado de trabalho. A maioria jovens e adultos. Para facilitar a forma de pagamento, a Projeta oferece boleto bancário, cartão de crédito e, também, cheques. O boleto ainda é o mais utilizado pelos alunos.

Mesmo tentando facilitar o pagamento para os alunos, a escola ainda sofria com problemas de inadimplência. Foi aí que Alessandro percebeu que uma das necessidades seria contratar uma plataforma de pagamento como a da Vindi.

“Os robôs que atuam para diminuir a inadimplência, associados ao envio de e-mails informando o status de todo o processo de cobrança – inclusive a oportunidade de o cliente informar um novo cartão em caso de falhas ou não aprovação -, são recursos extraordinários”. – Alessandro

Além da facilidade de integração ao ERP da escola, a usabilidade do sistema ajuda a escola a manter um processo de gestão totalmente automatizado, o que permite aos donos manterem o foco em outras questões. E é por isso que eles acreditam no modelo da recorrência.

Para incentivar a migração do boleto para a recorrência, a escola trabalha com campanhas contínuas de marketing. Afinal, quanto mais alunos estiverem nesse modelo de pagamento, menores ficam as preocupações com cobranças e inadimplências.

Ainda pensando na diversificação e em investir em novos negócios, o casal quer apostar em outros segmentos, mas pensam sempre em algo que dê para encaixar a recorrência, que é uma ferramenta que atende qualquer tipo de negócio.

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