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Foi na noite chuvosa de quinta-feira (08 de março, dia das mulheres) que aconteceu o Let’s talk about Growth Hacking.

Dividiram a mesa Rodrigo Dantas, CEO da Vindi (e o primeiro growth hacker da empresa), Gabriel Costa do RD Station, Matheus Guerra do aplicativo 12 minutos e Bernardo Jaber da Xerpa. O encontro foi mediado por Jana Ramos, head of growth da Vindi (e amante incondicional da Beija-Flor).

Durante o evento, foram abordados todos os temas que envolvem a profissão. Como a definição do conceito, qual é o perfil do profissional de growth e qual o papel do growth hacker numa empresa. Além disso, o pessoal também apresentou alguns cases de sucesso.

Se você perdeu o bate-papo ou quer relembrar, separamos logo abaixo os principais pontos.

Vem com a gente!

Mas afinal o que é Growth Hacking?

o que é growth hacking

A pergunta que não quer calar, não é? Para Costa, duas palavras definem muito bem o papel do growth: processos e experimentos. O motivo é que elas são a base para atingir o objetivo da área que é escalar qualquer negócio.

Dantas fez uma observação importante: embora um dos pilares da área seja fazer uma empresa crescer, ela não pode esquecer de trabalhar a retenção. Essa é uma das grandes formas de economizar.

“Growth Hacking é como academia. Não é da noite para o dia que você vai ficar musculoso. É a cada dia um avanço até chegar no ponto que você quer”.

Bernardo Jaber

E quem é o Growth Hacker?

quem é growth hacking

Embora por definição da growthtribe.io o professional da área tenha que ser quase um semideus, Costa afirmou que o mais importante é a empresa conseguir montar um time em que nele tenha diferentes perfis combinados.

Uma única pessoa não precisa entender de análise de dados, marketing, psicologia e por aí vai. Mas todas essas habilidades podem estar distribuídas pela equipe.

“O profissional mais difícil de achar é o cara que consegue ver o impacto de tudo no negócio e também nas métricas”.

Gabriel Costa

Para Guerra, mais importante do que o conhecimento do growth hacker, é a sua mentalidade. Ele precisa estar atento o tempo todo para identificar em qual setor se pode fazer melhorias.

E foi durante esse tópico que Dantas comentou que a Vindi tem aplicado as técnicas de growth não só para otimizar seu negócio, mas também na contratação de seus talentos.

Um participante levantou a questão que hoje muitos growth hackers viraram “piloto de ferramentas” e acabou deixando de focar em estratégia.

Todos os participantes concordaram que isso não pode acontecer. Embora o hacker precisa sempre ser curioso e dominar as ferramentas que vão ajudar no seu trabalho.

Fica a reflexão: não adianta gerar cinco mil leads e nenhum deles converter.

E qual é o papel do Growth numa empresa?

papel do growth hacking

O tópico trouxe a discussão: afinal, o growth deve ser parte de qual área? Marketing, produtos ou então ela deve agir de forma independente?

Jaber acredita que se você estiver inserido no operacional, vai ser impossível fazer experimentos ao mesmo tempo. Para ele, growth precisa ser independente, mas ao mesmo tempo olhar para toda as áreas.

Porém, em sua atual empresa, a Xerpa, ele disse que a área de growth está inserida em marketing. O motivo é o momento em que a companhia se encontra “hoje a gente tem que crescer muito, esse é exatamente um de nossos gargalos”.

Na 12 minutos, Guerra comentou que growth está inserido em marketing e produtos.

Costa acrescentou compartilhando a visão do Vale do Silício, na Califórnia. Lá o foco da área de growth é muito voltada para produtos, pois eles buscam ideias com grande capacidade de escalar.

“Não existe certo ou errado. Mais importante do que a estrutura é a mentalidade da área”.

Gabriel Costa

Cases de growth

Para mostrar como o growth atua na prática, os participantes do bate-papo apresentaram alguns cases.

Jana e Dantas mostraram a ação que a Vindi fez no evento RD Summit de 2016. Para divulgar a marca, foi contratado um sósia do Johnny Depp, ele vestia uma bandana da Vindi. Como as pessoas começaram a seguir o cara (que é realmente a cópia do ator), os fotógrafos passaram a tirar muitas fotos e a marca da empresa foi parar em todos os lugares.

“Sou a favor da prática do Blackhat, mas você tem que saber o que está fazendo e estar preparado para encarar os riscos”.

Gabriel Costa

Outra caso apresentado foi pelo participante Robert Sena, ele contou que quando estava prestando serviços para um buffet infantil, resolveu bloquear o IP da empresa. Pois os funcionários se pesquisavam ferozmente no Google.

E foi com essa atitude que eles conseguiriam economizar R$200 por mês em Google Adwords e não atrapalhar as taxas de conversão. Robert deixou a seguinte dica: “SEO demora para obter resultados, no começo invista no Adwords, mas aproveite para selecionar as palavras-chave que convertem para depois trabalhá-las em SEO”.

A conversa ainda contou com a participação da Juliana Assunção, founder do Rank my App, para discutir Retenção em aplicativos junto com o Matheus, além da Amanda Cassola, enterprise da Vindi que contou um case fantástico de aumento de receita utilizando features da plataforma.

Aqui é só um resumo de tudo que rolou no encontro Let’s Talk about Growth Hacking, em breve vamos lançar um vídeo completo sobre o encontro, fica ligado. 😉

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