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A Febraban, Federação Brasileira de Bancos, decidiu no mês de junho de 2015, dar um fim aos boletos sem registro. A medida tem como objetivo garantir a segurança dos consumidores, e pode representar aumento das despesas de gerenciamento e operação de cobranças. Para melhor compreensão do que a mudança significa, é necessário diferenciar os tipos de boletos. Na cobrança com registro, o e-commerce deve mandar um arquivo ao banco, e é uma transação mais cara, já que o lojista paga no ato da emissão e não no fim da compra.

Já na cobrança sem registro, o boleto é emitido e logo enviado para o cliente efetuar o pagamento, sendo que a emissão não é registrada no banco, que só recebe um aviso caso o pagamento seja realizado. Vamos conferir mais informações sobre o fim dos boletos sem registro para entender melhor a nova medida da instituição?

Como vai funcionar o fim dos boletos sem registros

O fim do boleto sem registro anunciado pela Febraban faz parte do Projeto Nova Plataforma de Cobrança, com a clara função de garantir mais transparência para o setor de pagamento. Vale ressaltar que a nova regra vai ser feita em várias etapas, conforme um cronograma lançado pela própria instituição. Em dezembro de 2016 prevê-se o fim da migração das carteiras de cobrança sem o devido registro para a categoria registrada. Já para janeiro de 2017 espera-se o começo da operação da base central de títulos.

É importante lembrar que para que o boleto seja registrado, será necessário ter no documento e no registro do banco através da internet dados como o CPF ou o CNPJ do sacado. Os boletos sem o registro com emissão depois de 2017 podem ser pagos no banco emissor, até mesmo antes do prazo de vencimento. Em casos de não pagamento do boleto registrado, o documento será protestado em cartório. Mas o procedimento não é automático, e, portanto, deve ser solicitado pelo lojista, para garantir mais segurança para receber do seu consumidor.

O que esperar do boleto registrado?

Na categoria de boleto sem registro, existe uma despesa apenas de liquidação. A empresa paga à instituição financeira uma taxa quando ocorre o pagamento do boleto. Caso não há pagamento de boleto, não existe nenhuma cobrança. Já na modalidade registrada, o banco pode cobrar várias taxas, como a de liquidação, de emissão, protesto e permanência. Um dos maiores benefícios dessa mudança é quanto à segurança. Isso porque um dos maiores motivos para o término do boleto sem registro é a alta ocorrência de fraudes. Nesta categoria de pagamento, tanto o emissor quanto o consumidor precisam ser identificados, e as chances do cliente cair em golpe diminuem.

A proposta de inserir o término dos boletos sem registro visa trazer mais segurança, e diminuir os prejuízos causados pelas fraudes de boleto. O golpe é muito comum no país e tem prejudicado muitos lojistas, e claro, os consumidores também. Os criminosos geralmente mudam o número do código de barras do documento, com o propósito de desviar o valor para outra conta. E isso só é possível por causa de vírus na máquina do consumidor final. E você já sabia do fim do boleto sem registro? Queremos saber sua posição sobre o assunto!

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