O comércio vai mal, a indústria não cresce. Será que a solucão pode estar nos serviços? Toda empresa só sobrevive a crises se os clientes continuarem comprando seus produtos e serviços. É o cliente que define a existência de qualquer negócio, seja ele online, offline, comércio, serviço e etc. Se o cliente fugir, a empresa tem que literalmente “correr” atrás dele para reconquistar. Se o serviço ou produto são bons ele volta todo mês, para novamente efetuar a aquisição desses. Crise financeira, crise econômica e qualquer outra crise se agravam quando o cliente deixa de aparecer, ou pior: deixa de pagar.  Esse cenário apresenta para o empresário um monstro: a inadimplência. Acompanhe noss0 texto abaixo sobre SaaS – Software as a Service – como estratégia de combate a crises.

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As empresas de software, especialmente as do modelo SaaS – Software as a Service (software como serviço), têm uma grande aliada quando o assunto é crise: a estratégia de retenção. Incrível como o próprio modelo, por ter como base a cobrança recorrente, inibe ações de migração, quebra de contrato e até cancelamento. É a característica do próprio modelo:

– Cobranças automáticas sem ação do cliente e

– Continuidade dos serviços sem a ação do cliente.

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A grande problemática dos softwares que não têm como modelo o SaaS, é exatamente a ação do cliente. Quando o cliente não quer mais a continuidade do serviço, ele simplesmente não volta para comprar novamente, não liga para renovar ou comprar a versão nova do pacote. No modelo SaaS, ambos os casos, em renovações e nas atualizações do software, a interação do cliente é somente de caráter informativo, não necessitando dele a ação de compra. Numa crise qual modelo está mais preparado para a sobrevivência? A venda de software tradicional ou as empresas do modelo SaaS.

As empresas que resistem a crises são exatamente aquelas que estão de fato preparadas para ela. Não só financeiramente falando, mas na solidez de todos seus processos. Um dos grandes vilões na crise é exatamente a retenção. A primeira coisa que o cliente corta numa situação dessa é o supérfluo, ou o que ele entende por supérfluo. Se ele entende que o produto de certa empresa não é essencial, a retenção dessa empresa pode chegar a zero. É a quebra, a falência e problemas que vão além dessa frase.

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Empresas SaaS sobrevivem melhor a crises.

Sem planejar, o modelo SaaS trouxe uma experência que vai além da retenção puramente. Outro grande fator observado é o fator financeiro dos próprios clientes. Numa crise, a vida econômica das pessoas também são fortemente afetadas. Isso gera impacto inclusive na forma de comprometimento em parcelas, financiamentos e gastos dessas pessoas. O modelo SaaS amparado pela cobrança recorrente, tem por prática tomar somente o limite da parcela no cartão de crédito dos consumidores. Diferente do parcelamento que toma o valor total do contrato.
Juntando o fator retenção (que é uma vantagem das empresas “Software as a Service”), aliado à cobrança recorrente (que acontece sem a ação efetiva do consumidor) e tem como premissa tomar somente o valor da parcela mensal, o modelo SaaS e a cobrança recorrente, são grandes agentes no combate à crise. Seja ela de qual tipo for.

Segundo um provérbio chinês, “a crise nada mais é que o anúncio de novas oportunidades. “

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