A morte de um negócio de 150 anos – e o que sua empresa tem a ver com isso

A morte de tudo o que é analógico estava decretada antes mesmo que eu me entendesse por gente, o que já faz algum tempo. E junto com isso vão à falência todas as operações, negócio e pessoas que têm por trás de algo que há 155 anos vem fazendo parte de uma história nacional.

Ontem, dia 30 de novembro de 2017, o Diário Oficial da União publicou pela última vez  sua versão impressa. O que significa que até um veículo de comunicação que pertence ao órgão mais burocrático do nosso país entendeu que o analógico, o físico, o ‘velho’ não detém mais a força que detinha.

Um jornal (um do negócios mais antigos de que se tem lembrança) não resistiu mais e cedeu ao que a tecnologia veio proporcionar: transformação digital. Você deve estar se perguntando: e o que minha empresa tem a ver com isso, afinal?

Inovação tecnológica

A publicação do Diário Oficial trazia informações que, num clique, você consegue achar na versão online do veículo. O que significa que não tinha mais público para isso, não correspondia mais ao que o leitor/cliente usa e quer hoje. A pergunta é: sua empresa está no mesmo caminho?

Eu tenho batido um pouco na tecla de que: as empresas precisam entender o que seus clientes querem, de que não adianta mais pensar no produto sem pensar na experiência do cliente. Mas é porque entender isso é a base para entender todo o resto por trás das transformações pelas quais todos os mercados (sem exceção) estão passando.

Transformação Digital

Neste post, a redação do StartSe elencou sete grandes empresas que morreram por não inovar. E a lista traz cases de diferentes potencias de diferentes mercados que morreram não porque a tecnologia surgiu, mas porque  o consumidor mudou e quer mais.

O que as empresas que escalam hoje fizeram foi se aliar ao novo, mudar e oferecer um experiência incrível para o cliente – do momento da compra até a finalização (pagamento) e acompanhamento do cliente que tá ali. As que não fizeram estão mortas ou decretando falência.

Então, se eu posso dizer sobre o que a sua empresa tem a ver com a morte de um negócio de 150 anos, é: não siga os mesmos passos. Ouça seu cliente, digitalize seu negócio e automatize os processos dentro da sua empresa para você investir mais tempo no que é  seu carro-chefe e não cair no limbo das empresas que fecham as portas.

Afinal, quando isso acontece, não tem processo, operação, pessoas ou simbologia histórica que sustente uma empresa fadada ao fracasso.

Sobre o autor

Nathalia Braga
Jornalista que passou por redações de entretenimento, varejo e economia, mas acabou se apaixonando por marketing digital e hoje atua em suas principais vertentes.