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Ilhas Marshall, 1946: o Atol de Bikini foi alvo de testes de bombas nucleares americanas no início quente da corrida armamentista da Guerra Fria.

Tão explosivo quanto, foi no mesmo ano, a criação de um francês que cortou o maiô no meio e deu a ele o nome de um dos lugares mais falados da época.

O resultado não poderia ser outro: um dos símbolos mais fortes da cultura pop do século XX.

O início

Iniciativas simples e criativas como a do bikini foram responsáveis por vantagens competitivas de várias empresas ao longo do tempo, mas somente durante a década de 1980 a ideia começou a ser estudada e definida como conceito.

Inspirados principalmente pelas táticas de guerra dos vietcongs na Guerra do Vietnã, os profissionais de marketing começaram a se perguntar como uma estratégia pode ser vencedora mesmo dispondo de muito menos recursos para competir.

Inicialmente, o marketing de guerrilha era usado basicamente por empresas menores que tinham orçamentos mais apertados que os seus concorrentes maiores.

Com isso, muitas iniciativas eram feitas essencialmente por aqueles que não conseguiam pagar por um comercial na TV ou nas revistas, por exemplo.

Hoje em dia isso mudou por diversos motivos. Primeiro, porque as empresas estão cada vez mais buscando reduzir custos para serem mais competitivas.

Segundo, em um momento em que todos são bombardeados de informações por todos os lados, é necessário buscar estar na mente dos consumidores todo o tempo possível.

Quando digo todo o tempo, é todo o tempo mesmo. A maior parte das empresas se convenceu da necessidade de conseguir não apenas clientes, mas também fãs. E ser criativo é o diferencial competitivo mais importante para isso.

Atualmente o marketing de guerrilha não se restringe somente à publicidade física, muito pelo contrário.

As redes sociais são ferramentas potencializadoras do alcance da marca, principalmente no que diz respeito ao potencial de viralização deste tipo de ação.

Marketing de guerrilha é para mim?

Erra quem pensa que o marketing de guerrilha é usado somente por empresas de pequeno porte. Atualmente, os grandes players como Netflix, McDonald’s ou Coca-Cola, que têm à disposição enormes budgets para marketing investem esforços nesses tipos de ações.

Acredito que o marketing de guerrilha pode ser definido melhor com base em uma mentalidade do que em táticas específicas.

Melhor do que pensar no “como”, é pensar no resultado final que se quer chegar.

No final das contas, o foco deve ser sempre na inovação, em fazer mais com menos recursos, ou fazer o que ainda não foi feito.

Mais do que isso, o foco deve estar sempre no público. Deve-se pensar sempre no que vai realmente chamar a atenção das pessoas de forma positiva e fazer com que elas compartilhem a sua ideia.

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