Inadimplência sobe e desafia empresas

“Artigo” style=”text-align: left;”>A economia do nosso país está enfrentando épocas muito complicadas. A crise está afetando drasticamente o bolso dos consumidores e também dos lojistas e empresários, que estão sentindo o problema da inadimplência aumentando cada dia mais. Isso não há como negar.

Os índices de atraso nos pagamentos estão crescendo, ao contrário do que aconteceu com as vendas de fim de ano, que caíram em comparação aos últimos anos no mesmo período. Além da crise, temos outros sérios problemas que causaram um aumento nos índices de inadimplência, como a inflação e os altos níveis de desemprego, problemas que podem piorar em 2016.

Entenda melhor como acontece e as consequências da inadimplência:

Principais índices de atraso

A inadimplência acontece quando não há o pagamento de uma determinada dívida assumida ou quando o cheque fornecido pelo consumidor não possui fundos, por exemplo. Podemos enquadrar como dívidas assumidas: cartão de crédito, promissórias, aluguel, contas de água, luz e internet, boletos entre tantos outros compromissos financeiros que fazem parte do dia a dia do consumidor comum.

Frisa-se que, de acordo com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), os dois principais causadores do aumento dessa taxa são os empréstimos e cartão de crédito. Sendo assim, encontramos o maior índice de inadimplência com os Bancos, já que cada vez mais os consumidores buscam dinheiro com financiadores para tentar quitar essas dívidas.

50% das famílias brasileiras estão individadas;

17% estão com as contas atrasadas;

Em São Paulo, 7,3% das famílias não conseguiram pagar as contas em Dezembro (2015).

(Fonte: Fecomércio)

Segundo o Serviço de Proteção ao Crédito os brasileiros vêm gradualmente deixando de pagar suas contas desde meados de 2015, quando a inflação afetou a nossa economia. Dessa forma, cartões acabam sofrendo atrasos no pagamento da fatura, consequentemente os endividados buscam por empréstimos. Quando acontece a falta do pagamento de tudo isso, o consumidor sofre a restrição no nome, fazendo com que os cheques acabem voltando posteriormente. Ou seja, os níveis de inadimplência acabam subindo consideravelmente como uma bola de neve.

Pagamento das dívidas dos inadimplentes

Segundo pesquisas do SPC, os consumidores acabam deixando as dívidas bancárias por último, dando prioridades para outras dívidas mais importantes, segundo o critério de cada indivíduo. As dívidas prioritárias dos endividados são o aluguel ou moradia, saúde e alimentação. Os financiamentos também são considerados importantes, pois neste caso, há risco de perder o bem adquirido.

Em números, segundo o SPC, cerca de 80% a 90% dos inadimplentes bancários possuem as contas básicas (água, luz, moradia, condomínio, aluguel, alimentação, saúde entre outras) e financiamentos em dia, atrasando ou não efetuando, o pagamento das dívidas bancárias, normalmente oriundas dos cartões e de empréstimos.

Dessa forma, os inadimplentes priorizam quais as contas a pagar e as que ficarão sem pagamento. Porém, as dívidas bancárias acabam acumulando juros, o que torna o montante da dívida muito maior.

Aumenta o número de famílias inadimplentes

A crise econômica, o aumento da inflação, o aumento da taxa de desemprego e os altos preços de mercado, culminam para aumentar também o número de inadimplentes. O resultado é um grande número de famílias terminando o ano de 2015 endividadas.

A Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor) foi realizada pela Fecomercio/SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) pode comprovar esse aumento de famílias endividadas. Em dezembro de 2014, 43,1% das famílias possuíam dívidas e 10,9% estavam com alguma conta atrasada. Já em dezembro de 2015, esse número dobrou, alcançando mais de 50% de famílias endividadas e 17% com as contas atrasadas. Em números, são mais de 1.790 famílias começando 2016 com dívidas para pagar.

A situação de inadimplentes está alarmante. Segundo a mesma pesquisa, 7,3% das famílias de São Paulo, não conseguiram pagar suas contas. Esse é o maior índice desde 2009. E pode piorar: nesse ano, esse número poderá aumentar juntamente com o aumento do desemprego. Alguns setores como o da indústria e comércio já sentiram bastante, mas agora o segmento de serviços também já sofrem os efeitos. Caso das escolas particulares que sofreram consideravelmente no fim de 2015. O índice de inadimplência nas escolas particulares chegou a 19%, dobrando o número comparado ao mesmo período de 2014.

Como minimizar o impacto da inadimplência?

Algumas empresas depois de implantar o software de faturamento recorrente da Vindi, reduziram mais de 20% de inadimplência no mês seguinte de implantação. Isso pela automação dos:

– processos de notificação;

– a cobrança recorrente no cartão de crédito e:

– práticas de envio de boletos via PDF e email.

Simples coisas, que além de liberar departamentos financeiros para trabalhos gerenciais, possibilita o controle dos recebimentos da empresa de forma inteligente. Não é mágica, consulte nossa equipe.

Esse panorama pode afetar seu negócio, tenha em mãos uma solução para minimizar o impacto da inadimplência da sua carteira. Fale com a gente!

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Sobre o autor

Rodrigo Dantas
Fundador e CEO da Vindi, plataforma líder em recorrência e criador do maior evento de empresas SaaS e Assinaturas do país, o “Assinaturas Day”.