Gateway ou Subadquirente?

Essa é uma dúvida frequente por parte dos empreendedores que querem vender pela internet. Quando pensam em começar a planejar seu ecommerce ou serviço SaaS, a maioria cai nessa dúvida recorrente: E agora uso um Gateway ou Subadquirente?

Primeiro de tudo vamos dar uma apanhado básico nas diferenças dos dois exemplos:

Principais Características de um Gateway: responsável pela transação entre a Operadora e o Cliente. Cobra por transação (variando de R$0,30 a R$0,70 por transação). Mais sobre os gateways:

– Entra no checkout transparente, sem levar o cliente a outros ambientes. A análise de fraude muitas vezes é feita em tempo real.

– Exigem complexidade na integração, o que pode impactar em orçamento, tempo e projeto.

– É eficaz na conversão. Algumas lojas da VINDI por exemplo, chegam a 80% de conversão no carrinho (inclunido os problemas de falta de limite do cartão do cliente, preenchimento errado, fraude e cartão vencido).

– O dinheiro entra diretamente na conta do banco em 31 dias, sem intermediários. Necessitam de um adquirente (Elavon, Cielo e etc) para vender.

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Principais Características de um Subadquirente: responsável pela intermediação entre o Cliente e Operadora. Cobra porcentagem sobre o volume de vendas (variando de 4,5% a 7% sobre o volume). Mais sobre os subadquirentes:

– Leva o cliente ao ambiente seguro do próprio subadquirente. Embora alguns já façam transparente, a maioria ainda “joga o cliente” para fora do site.

– Faz a análise antifraude em horas, e pode levar até dias.

– Têm como histórico o baixo índice de conversão no checkout: apenas 60% dos clientes que vão aos carrinhos, finalizam a compra.

– O dinheiro fica retido durante 21 dias.

– Não necessitam de adquirentes.

gateway-subadquirente

A partir das principais diferenças ilustradas acima podemos ter já uma ideia de qual caminho tomar para decidir qual a melhor solução para meu negócio. Importante frisar que não existe fórmula mágica no ecommerce, e que testes são na verdade o grande segredo para o sucesso na conversão. Testes A/B, “retentativas” e uma boa plataforma, podem ajudar a analisar quais métricas seguir. Na maioria das vezes, o histórico confirma a principal diferença na hora de usar um gateway ou um subadquirente. Vamos apenas sugerir algumas dicas para ajudar os indecisos e também tirar dúvidas rápidas de qual a melhor solução para seu negócio.

Subdquirentes

Quando o projeto é pequeno (minúsculo ou embrionário) o subadquirente é um bom aliado. A integração é rápida, a maioria das integradoras de “lojas prontas” só pedem o código do cliente para começar a vender e o custo de integração não existe. Basta se cadastrar e validar as informações no subadquirente escolhido. Não é escalável, então se você quiser vender muito, essa não deve ser a sua escolha. Algumas análises de fraude comprometem a operação pelo tempo de análise (algumas duram dias para aprovar ou recusar). O dinheiro das vendas fica retido em média 21 dias. O checkout prejudica a conversão, pois a maioria leva o cliente para fora do ecommerce. Quando o volume financeiro aumenta, o subadquirente torna-se inviável do ponto de vista financeiro.

Gateways

Se o seu projeto é grande, ou simplesmente pensa em se tornar grande, o gateway é a escolha certa. 100% dos grandes ecommerces usam gateways. Pergunte-se porque lojas como Dafiti, Netshoes, Oqvestir entre outras usam gateways. A integração é complexa na maioria das vezes, onde o TI e desenvolvimento precisam concentrar esforços para fazer funcionar. O custo é relativamente alto, dependendo do projeto. É transparente no checkout, o que impulsiona consideravelmente a conversão. A VINDI, que possui um gateway em sua plataforma de serviços, é focada na conversão. A análise de transação é em “real time”. É escalável, pensando em custo. Aliás, alguns gateways (é o caso da VINDI), quanto mais a loja vende, menos ela paga pelo número de transações ou assinantes.

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Algumas lojas gastam milhares de reais em projetos para implantar um gateway, e pelo projeto não ser bem sedimentado, fracassam porque poderiam começar com um subadquirente. Já outras lojas, que mesmo com um crescimento considerável, não sabem da grande oportunidade que têm se mudarem o checkout externo (subadquirente) para um checkout transparente via gateway. Reafirmamos que para tudo no ecommerce, testes são essenciais. O que pode dar certo numa loja, pode não dar em outra. E agora: uso um Gateway ou um Subadquirente? Mas se o post é para ajudar, e podemos dizer resumidamente que:

–  Para grandes projetos (mesmo que startups), o caminho é o gateway.

Para pequenos projetos (seu sonho é grande?), a escolha deve ser o subadquirente.

Não entendeu? A Vindi criou um infográfico para ilustrar cada processo.

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Sobre o autor

Redação Vindi
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