Crise faz com que os consumidores parcelem menos suas compras na internet

Oportunidades x Desafios

O aumento da taxa Selic, em 2014, pode ser percebido este ano pela alta dos juros, levando a uma verdadeira revolução no perfil de pagamento dos consumidores nas compras online. Ou seja, o pagamento à vista fez parte da preferência entre 40% dos compradores do e-commerce no primeiro semestre deste ano. Outros 14,6% aderiram ao pagamento através do parcelamento em três vezes, segundo dados da 32ª edição do Webshoppers, relatório realizado pela E-bit com o apoio da camara-e.net.

Tal mudança é decorrente, principalmente, da redução dos prazos nos parcelamentos sem juros oferecidos pelas lojas virtuais. Outro ponto desencadeante para a transformação deve-se ao aumento na taxa de desemprego, uma forma de evitar dívidas de longo prazo.

Apesar do momento instável da economia brasileira, o comércio eletrônico, nos primeiros quatro meses de 2015 cresceu 16%, faturando R$ 16 bilhões  em comparação com o mesmo período de 2014, quando auferiu R$ 16,1 bilhões. Segundo o relatório E-bit, o grande incentivador deste resultado foi o tíquete médio, que conferiu 13% a mais em relação ao primeiro semestre de 2014, atingindo valor médio de R$ 377. Muitos varejistas de lojas físicas encontraram na internet um importante canal de vendas e, principalmente, uma possibilidade para o consumidor encontrar as melhores ofertas e analisar preços de produtos, antes mesmo de efetuar as compras.

Em momentos de crise, o e-commerce vem salvando muitos empreendimentos. No primeiro bimestre deste ano, o número de novas empresas físicas apresentou uma queda de 7,2%, a primeira em cinco anos. Mas nem tudo se perdeu: o comércio virtual vem suprindo as deficiências do varejo físico, que muitas vezes não consegue alcançar todos os consumidores brasileiros, algo que só é possível com as vendas online. Um dos grandes problemas enfrentados pelo e-commerce no Brasil está atrelado à falta de produtos à venda, o que faz com que consumidores comprem produtos de sites internacionais, como no caso o AliExpress, que representou, em 2014, um faturamento de R$ 30 bilhões.

Pagamento Recorrente: a solução em momentos de crise

É preciso se moldar conforme as novas necessidades do mercado. Serviços que caminham através do tradicional modelo de venda por demanda precisam e necessitam se adequar à venda programada, ou melhor, ao faturamento recorrente.

A Vindi oferece os melhores recursos de cobrança recorrente para a sua empresa potencializar o faturamento. Um controle completo de assinaturas e recebimento. Tudo num só lugar e sem a necessidade de instalação de software – você pode controlar, gerenciar e analisar tudo online, basta apenas ter acesso à internet e acessar sua conta. Assinaturas, planos e mensalidades pensados em cada escala de negócio. Além disso, é possível aceitar pagamentos online com cartão de crédito, com boletos e débito em conta. A Vindi está presente em todas as situações e pode ajudar sua empresa a gerir melhor a instabilidade através de uma plataforma dinâmica e que vai otimizar suas vendas através do pagamento recorrente.

economia da recorrencia

Gostou do post? Como sua empresa está lidando com a crise? Compartilhe conosco sua opinião nos campos abaixo!

A Equipe de redação Vindi é formada pela área de sucesso do cliente, marketing, financeira e vendas. Todo mundo contribui para que você fique informado sobre tudo em assinaturas, pagamento on-line e Saas.

Você vai gostar também

Banco Central anuncia novas regras para pagamentos... O Banco Central anuncia novas regras para pagamentos mobile (via celular). Alexandre Tombini, presidente da instituição, anunciou na última segunda (0...
Como integrar sua loja ao Pagamento Recorrente da ... Olá! Esse tópico foi especialmente preparado para Lojistas, Desenvolvedores e Web Designers cadastrarem bem rápido o pagamento recorrente da Vindi. Vo...
‘Efeito Netflix’ chega aos jogos digitais Apesar de Millennial, eu tenho manias analógicas ainda, como anotar tarefas em agendas de papel que eu certamente não vou ler, rascunhar  ideias de pa...
Boleto, cartão ou PayPal: qual é o melhor? Boleto, cartão ou PayPal? Escolher as formas de pagamento é um dos desafios para quem vai vender, seja no modelo off ou online. Afinal, tem gente que ...