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Concorrente da Uber nos Estados Unidos, a Lyft, está testando oferecer os serviços de transporte por assinatura. A ideia da (possível) implementação é oferecer vantagens para os passageiros que usam o app com frequência e, claro, ter uma receita previsível para se garantir nos próximos anos.

O modelo

Se seguir o mesmo modelo testado, os descontos para os passageiros podem ser de até 50% dos valores que seriam pagos nas corridas comuns. Um pacote com 30 viagens, por exemplo, chegaria a custar US$ 199 – o que representaria menos da metade do valor de  US$ 450 gastos mensalmente por alguns passageiros.

De acordo com o CEO da Lyft, Logan Green, a ideia de oferecer os serviços também por assinatura é uma das formas de a empresa expandir e atender o comportamento de consumo do futuro. “Vamos  transferir todo o mercado baseado em propriedade para um modelo de assinatura”, afirmou ao The Verge.

O futuro das empresas

Se pensar bem, a empresa só está se adequando ao formato de serviços que se adequa mais ao atual (e futuro) usuário. Ou seja, ela pensa em acesso e, logo, flexibilidade no pagamento desses serviços.

Prova disso é que, segundo o The Verge, um porta-voz da empresa comentou sobre os teste que estão sendo feitos e chegou a dizer “Estamos sempre testando novas maneiras de fornecer aos passageiros as opções de transporte mais acessíveis e flexíveis”.como-montar-um-clube-de-assinaturas

Mas… Lyft não é a bola da vez

Apesar de testar um modelo inovador para o mercado de transportes, a empresa não é a primeira a repensar o seu formato e entrar no mercado de assinaturas.

A Uber também testou o formato de assinaturas, inclusive com delivery, e no ano passado presenciamos em solo brasileiro a EaSy Taxi começar a oferecer os planos de transporte por assinatura.

Aliás, vale dizer que qualquer empresa, de qualquer mercado, país e formato, que pensa no futuro do negócio está olhando para o modelo de assinaturas como um formato único (a exemplos dos clubes, SaaS e etc) ou como um plus como tem sido o varejo ~ que é mega tradicional.

Fonte: The Verge

 

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