Charlie Hebdo, de 10 mil para 200 mil assinantes em um mês

Precisou de um problema crítico, para que o Charlie Hebdo passasse de 10 mil assinantes para 200 mil. Estou falando de um mês de crescimento. Felizmente, você não vai ler nesse texto meu ponto de vista político sobre os atentados. Mas o fato é que: o jornal estava em crise antes do ocorrido de 07 de Janeiro.

Antes desse dia, o jornal francês passava por graves problemas financeiros. Amargaram Dezembro com a iminente notícia que provavelmente encerrariam as operações ou demitiriam parte da equipe em 2015. Nesse mesmo dia, o atentado terrorista levou à morte 12 pessoas, incluindo os diretores de publicação e o cartunista Stephane Charbonier (o Cherb). Bem triste isso.

No dia seguinte ao atentado (08/01), o pior dia da história do CH, o jornal teve o maior pico de vendas de assinaturas em um único dia. Passados quase um mês, o jornal publicou que as assinaturas cresceram 20 vezes. Ou seja, saíram de 10 mil para 200 mil assinaturas.

O jornal Charlie Hebdo foi fundado em 1970 e não existe mais crise financeira por lá.

 

Fundador e CEO da Vindi, plataforma líder em recorrência e criador do maior evento de empresas SaaS e Assinaturas do país, o “Assinaturas Day”.

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