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Emissão de boleto online

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Boleto bancário é o segundo meio de pagamento mais utilizado no mercado brasileiro, principalmente em e-commerces. Segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), são pagos anualmente no Brasil cerca de 3,7 bilhões de boletos bancários de venda de produtos ou serviços. Além de ser o método que muitos empresários encontraram para contornar a inadimplência.

Esse método era considerado um dos mais seguros para os consumidores, pois não solicitava os dados do cliente, nem de sua conta.

Assim, desde janeiro deste ano, a emissão de boletos podia ser realizada em dois tipos de carteiras: com registro e sem registro. Entretanto, devido aos altos índices de fraudes em boletos bancários, a Febraban optou por encerrar boletos sem registro.

Para entender melhor o que é o fim de boletos sem registros e como isso impacta o seu negócio, vamos falar um pouco sobre boleto bancário.

Como funciona o boleto bancário?

O boleto bancário é um método de pagamento que pode ser oferecido por empresas (pessoas jurídicas) ou pessoas físicas. Para isso, porém, existem algumas exigências, como:

  1. Possui uma conta ativa em um banco: pessoa física ou jurídica precisa possuir uma conta corrente que esteja vinculada a um dos bancos homologados (além de um convênio de emissão de boletos);
  2. Possuir uma carteira de cobrança vinculada ao banco: em carteiras registradas, a empresa paga uma taxa por qualquer título emitido (mesmo em casos em que o comprador não efetuou o pagamento).

A emissão de um boleto bancário pode ser feita pelo banco, ou com auxílio de um sistema online. Uma ferramenta online para emissão de boletos traz benefícios como: fazer identificação do comprador, recebedor e data de pagamento, além de permitir a solicitação de boletos em conjuntos (em lote).


Boleto bancário com registro

Boletos com registro são aqueles repassados ao banco pelas empresas, para que seja feito o registro de todas as informações (código do boleto, valor, vencimento, CPF, etc.). O controle bancário sobre boletos com carteira registrada oferece maior segurança, permitindo que títulos não pagos sejam protestados. Dessa forma, é possível que o banco envie o cliente inadimplente aos órgãos de proteção de crédito.

A desvantagem, porém, são as taxas, já que o banco cobra pela emissão, manutenção e alterações. Logo, os valores não são baixos como em boletos sem registro. Esse tipo, encerrado pela Febraban, dispensava (em alguns casos) a identificação do cliente (nome, valor e prazo de vencimento).

Esse modelo possuía vantagens como baixo custo, uma vez que bancos cobravam apenas os boletos pagos. Contudo, o processo tornou-se falho e muito propenso às fraudes e cobranças indevidas.

Agora que você já sabe o básico sobre boletos bancários, vamos entender um pouco mais sobre o fim do boleto sem registro.

Fim do boleto sem registro

O principal objetivo da Febraban ao decidir pelo fim do boleto sem registro foi o aumento de segurança e a redução dos índices de fraude. Dessa forma, os dados são mantidos em uma única base centralizadora para que os bancos tenham fácil acesso.

Para quem paga, o principal benefício é poder efetuar o pagamento em qualquer banco. Ou associado, independente da instituição que emitiu o boleto bancário.

Já para quem vende, principalmente no caso de e-commerces e negócios online, isso quer dizer que será preciso registrar todas as vendas no banco, mesmo sendo boleto bancário.  Nossa recomendação é contar com um software que facilite o pagamento. Assim, é possível ajustar até mesmo outras demandas (como split de recebimentos e soluções de serviços).

Nova Plataforma de Cobrança

Nomeada “Nova Plataforma de Cobrança”, esse sistema foi desenvolvido junto às redes bancárias para facilitar o processo de encerramento dos boletos sem registro.

Desde o dia 24 de março, boletos de cobrança no valor igual ou acima de R$ 800,00 passaram a trafegar pela Nova Plataforma de Cobrança. O portal da Febraban também divulgou um cronograma com as próximas datas e valores de boletos a serem incluídos na plataforma. Confira:

  • R$ 200,00 ou mais: a partir de 1 de setembro de 2018;
  • R$ 100,00 ou mais: a partir de 22 de setembro de 2018;
  • R$ 50,00 ou mais: a partir de 06 de outubro de 2018;
  • R$ 0,01 ou mais: a partir de 20 de outubro de 2018;

A previsão da Federação é que esse processo de transição seja concluído até dia 03 de novembro de 2018.

Além disso, a rede bancária adotou um período de convivência entre o antigo modelo de cobrança (boletos sem registro) e o novo. Essa medida foi iniciada em janeiro, e terá continuidade nas seguintes datas para boletos bancários nos seguintes valores:

  • R$ 400,00 ou mais: a partir de 25 de agosto de 2018;
  • R$ 100,00 ou mais: a partir de 13 de outubro de 2018;
  • R$ 0,01 ou mais: a partir de 27 de outubro de 2018;

A estimativa é que até 10 de novembro de 2018  o processo esteja 100% concluído. Assim, a partir de 25 de agosto, todos os boletos que passarem pela Nova Plataforma de Cobrança deverão estar adaptados ao novo sistema.

Pagamento recorrente com boleto bancário?

Contar com o auxílio de uma plataforma online significa otimizar o processo de emissão de boletos bancários. Se o seu negócio emite altas quantias de boletos diariamente, você economiza tempo tornando essa atividade 100% automatizada.

Com a plataforma de pagamento da Vindi, por exemplo, você poderá oferecer aos seus consumidores diferentes formas de pagamentos. Se você trabalha com boletos bancários, nosso software trará benefícios como:

  • Emissão do boleto em menos de 30 segundos;
  • Emissão de boleto a um custo inferior aos oferecidos pelos bancos;
  • Envio automático do boleto ao cliente na data programada;
  • Envio de notificações aos clientes sobre emissão da fatura;
  • Redução da inadimplência.

Com as mudanças na emissão de boletos bancários, é fundamental oferecer diversas opções de pagamentos aos seus clientes. Dessa forma, você facilita e proporciona uma melhor experiência de compra!

Disrupção, do dicionário, é o mesmo que “interrupção do curso normal de um processo”. Exatamente aquilo que as Fintechs estão fazendo: alterando todo um processo que, durante anos, ficou nas mãos das agências bancárias.

O processo? Precisar de um intermediador para fazer as transações financeiras, tais como: abrir uma conta, fazer um cartão de crédito, solicitar um empréstimo. E principalmente no caso das empresas: receber pagamentos. Todo esse sistema ficou centralizado, até a chegada das Fintechs.

O que é uma Fintech?

As fintechs, da junção Finanças e Tecnologia, são empresas que nasceram de um movimento de aceleração de startups. Essas startups criaram (e ainda criam) soluções para o mercado financeiro em diferentes âmbitos, tudo à base da mais alta tecnologia.

Com as fintechs brasileiras, veio a chance de descentralizar das instituições bancárias o poder de transações financeiras, muitas vezes caracterizadas pela burocracia, necessidade de intervenção humana direta e inacessibilidade.

Com as fintechs, os serviços bancários se tornaram mais cômodos e acessíveis. Vamos ver algumas das principais marcas que têm atuado para facilitar essas transações:

Fintechs que substituem os serviços bancários

Nubank

Todos, obviamente, conhecem o Nubank que, ao meu ver, é um dos maiores cases do segmento fintech, no Brasil. O “roxinho” ficou conhecido no mercado por ser um cartão de crédito sem tarifas de uso.

Em relação aos bancos, o sucesso dele se deu por:

  • Possibilitar o uso do cartão de crédito sem tarifa bancária;
  • Oferecer os juros mais baixos do mercado;
  • Ter um atendimento diferenciado;
  • Facilitar e tornar cômoda a abertura de uma conta – o que nos bancos, às vezes, é uma tortura;
  • Disponibilizar tudo por meio de um app, que tem uma boa interface e ainda serve para atualizar e gerir todos os gastos referentes ao cartão.

A fintech funciona apenas como cartão de crédito, e é aceito em todos os estabelecimentos por carregar a bandeira Mastercard.

O Nubank nunca divulgou o número de clientes que possui. Mas, até 2015, a fila de espera de usuários para usar o cartão era de 70 mil e o número de cliente dobrava a cada três meses.

Vérios

A Vérios é uma fintech que ajuda o usuário a investir o dinheiro dele. As pessoas não têm muito conhecimentos sobre as opções de investimentos mais vantajosas e a startup veio para resolver esse problema. 

A poupança não rende lá grandes números, pedir ajuda ao banco implica em o gerente oferecer as melhores opções de investimento, só que para ele. E o tesouro direto é algo que quase ninguém entende bem. É aí que entra a Vérios.

O investidor precisa:

  • Criar uma conta na Vérios, fazer o cadastro na corretora e assinar um contrato. Tudo feito on-line;
  • Transferir o dinheiro para a corretora da Vérios (investimento mínimo inicial de R$ 12 mil).  Em seguida, a carteira de investimentos é montada;
  • Fazer aplicações constantes, mas tudo monitorado pelos analistas da Vérios. O cliente transfere o dinheiro e eles são aplicados automaticamente.

A carteira é montada de acordo com o perfil do cliente – do mais arrojado ao mais conservador. A aplicação dos recursos é dividida entre diferentes ativos: Tesouro Direto (Tesouro Selic – LFT, Tesouro Prefixado – LTN e Tesouro IPCA+ – NTNB). Outra parcela menor é investida em cestas de ações (ETFs) das bolsas brasileira e norte-americana (a diversificação com ETFs está disponível para carteiras a partir de R$ 50 mil).

Creditas

Empréstimo com as menores taxas de juros do mercado é a proposta dessa startup. Diferente dos bancos, que analisam fatores como o risco de inadimplência e os custos com a operação, a Creditas faz um empréstimo tomando com garantia ativos do solicitante, como carro ou imóvel. Esse é o chamado empréstimo com garantia ou refinanciamento.

O diferencial que eles oferecem é: 

  • 1,15 a.m – quando o imóvel é dado como garantia
  • 1,99 a.m – quando o carro é dado como garantia

Mas quem não tem nenhum ativo para dar como garantia, a Creditas oferece outras opções com taxas um pouco maiores. Veja:

  • Empréstimo pessoal: taxas a partir de 2,79% ao mês, caso o solicitante não tenha restrições no nome.
  • Empréstimo pessoal: taxa de 15,8% a. m (fixo), para quem tem restrições.

Para conseguir o empréstimo, é necessário fazer uma solicitação e eles retornam com uma proposta personalizada. Depois de aceita, a proposta passa por uma análise de crédito. Ao ser aprovado, eles formalizam o empréstimo e o valor cai na conta do tomador.

GuiaBolso

O famoso GuiaBolso é um app que ajuda os usuários no controle financeiro. A ideia da startup era ajudar os brasileiros a fazer uma melhor gestão dos seus gastos e, para isso acontecesse, eles criaram um aplicativo de gestão onde tudo é feito de forma simples e prática.

Para usar, é só baixar o GuiaBolso pelo Apple Store ou Google Play, criar uma conta (que é gratuita), conectar o aplicativo ao banco com a senha de visualização e pronto!

Ele substitui os extratos financeiros que puxamos no banco, mas é mais fácil de usar e ainda possibilita:

  • Olhar todas as transações financeiras efetuadas no banco;
  • Organizar as transações por nome e categoria;
  • Fazer planejamento dos gastos a partir de metas que o usuário impõe e acompanhar para ver se elas estão sendo cumpridas;
  • Adicionar os gastos com dinheiro para gerir tudo ganhos e despesas;
  • Compara a saúde financeira entre os usuários.

Além disso, a funcionalidade mais recente do GuiaBolso é ajudar os usuários a identificarem os melhores opções para tomar empréstimos, tudo de acordo com o perfil cadastrado.

Vindi

A Vindi é uma plataforma voltada para pequenas, médias e grandes empresas desenvolvida para ajudá-las a receber pagamento. Além de funcionar como um gateway – que é uma função importante principalmente para ecommerces – o software auxilia na gestão de empresas que trabalham com a recorrência.

A finalidade do software, totalmente na nuvem, é – principalmente – ajudar empresas na gestão financeira do negócio. Os empreendedores contam com funcionalidades como:

  • Gestão de assinaturas;
  • Cobrança automática;
  • Personalização de planos;
  • Checkout transparente;
  • Integração com diversas plataformas de gestão e serviços;
  • Ferramentas de combate à inadimplência e etc.

Por estar conectada às principais operadoras de cartão, a Vindi transaciona as vendas e no período de 30 dias as adquirentes fazem o repasse do dinheiro para a conta corrente da empresa. Tudo com a mais alta segurança certificada pelo PCI Compliance.

O que as fintechs têm feito é otimizar atividades que os bancos, muitas vezes, dificultam com burocracias e empecilhos. E, justamente por tornar os serviços mais ágeis, cômodos e simples, é que elas têm crescido exponencialmente e transformado a forma de pessoas e empresas se relacionarem com a gestão financeira.

 

É impossível não ter acompanhado os resultados da final do Super Bowl que aconteceu no último domingo (5/2), quando os Patriots venceram os Falcons dentro e fora de campo. Dentro pelo placar e fora pelos aspectos: favoritismo e otimismo. E tudo isso foi possível por causa de uma prorrogação.

Daí, você deve estar se perguntando: o que tem a ver a vitória dos Pats em cima dos Falcons com o fim dos boletos sem registro? Eu vou responder, mas só depois de explicar como está o atual cenário do “universo” dos pagamentos com boleto bancário:

Em janeiro deste ano, a Febraban justificou a implantação das medidas que determinam o fim dos boletos sem registro e apresentou a plataforma que será responsável, a partir de então, pela gestão dos boletos registrados.

No novo processo de emissão, os dados serão enviados ao banco quando a empresa emitir uma cobrança via boleto. Quando o boleto for pago pelo cliente, as informações de código de barras serão comparadas aos dados registrados no sistema no momento da emissão. Ou seja, será uma gestão unificada. 

Mas, o que muda na prática?

Além de problemas como falhas no preenchimento das informações que constam nos boletos e o pagamento em duplicidade, a principal mudança quanto à medida – de acordo com o diretor-adjunto das operações da Febraban, Walter de Faria, em entrevista ao Valor Econômico –  é o aumento nos custos com emissão.

Não se sabe ao certo o quanto a implantação do sistema vai impactar nos custos de emissão e manutenção dos boletos bancários, isso vai depender da negociação de cada empresa com o banco, mas a tendência é de que eles sejam maiores em relação aos já praticados no modelo atual.

Conheças as taxas de boleto dos bancos

A adequação ocorrerá por etapas. A ideia era que o sistema fosse validado a partir de março de 2017, mas a Febraban adiou o início das operações para julho. Assim, os bancos têm um prazo maior para fazer os ajustes necessários.

As mudanças vão ocorrer de maneira sucessiva. Boletos de maior valor serão registrados primeiro e, de forma gradativa, os de menor valor. Veja o calendário:

Calendário de adequação:

  • 10 de julho –  boletos com valor acima de R$ 50 mil
  • 11 de setembro – Boletos com valores entre R$ 49.999,99 e R$ 2 mil
  • 09 de outubro – Boletos com valores entre R$ 1.999,99 e R$ 500
  • 13 de novembro – Boletos com valores entre R$ 499,99 e R$ 200
  • 11 de dezembro – Boletos de R$ 200 ou menos

Com toda essa reviravolta nos prazos para o fim do boleto sem registro, as empresas têm mais tempo para se ajustar e escolher a melhor forma de continuar emitindo boletos sem ter que aumentar muito os custos com esse processo.

Agora, voltando à pergunta: o que a vitória dos Pats sobre os Falcons tem a ver com os boletos sem registro? A prorrogação.

Os Falcons estavam “massacrando” os Patriots, mas o time foi na raça, conseguiu empatar no último tempo e, pela primeira vez na história do Super Bowl, levaram um jogo para uma prorrogação. Um prazo curto que eles tiveram para tomar fôlego, traçar a melhor estratégia e vencer o favoritismo do que parecia ser melhor.

Com a prorrogação do fim dos boletos sem registro, as empresas têm mais tempo para pensar (tomar fôlego), escolher a melhor decisão (traçar a estratégia) e escolher como vão trabalhar a emissão dos boletos sem aumentar os custos com esse processo – que é um dos principais aspectos apresentados pelas medidas da Febraban.

Se você ainda não sabe como se ajustar e resolver isso, vem com a Vindi que a gente te ajuda a virar esse jogo! 😉

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A Febraban, Federação Brasileira de Bancos, divulgou recentemente um material esclarecedor sobre as novas regras de emissão de boletos. Centenas de textos pingaram com o chamado de fim do boleto sem registro.

Mas é isso mesmo? É o fim do boleto sem registro?

Batizada de “Nova Plataforma de Cobrança”, o sistema de regras está sendo desenvolvido juntamente de toda rede bancária e promete mesmo iniciar o fim do boleto sem registro. Elaborei as principais premissas do projeto e dediquei destaques para os que mais impactam o dia a dia das empresas de serviços (que emitem na sua maioria, boletos bancários sem registro).

O movimento da Febraban é: assegurar melhor controle, ter maior segurança e mais agilidade no sistema bancário. Há controvérsia, mas o propósito da instituição de modernizar o sistema de pagamentos, é muito válida. Para se ter uma ideia, desde 1993, esse sistema não era modernizado. Ou seja, estamos há 23 anos sem nenhuma alteração nesse ambiente.

UPDATE: JAN/17

A Febraban no começo do ano revogou os prazos para o “fim do boleto sem registro. As mudanças vão ocorrer de maneira sucessiva. Boletos de maior valor serão registrados primeiro e, de forma gradativa, os de menor valor. Veja o novo calendário de adequação:

  • 10 de julho –  boletos com valor acima de R$ 50 mil
  • 11 de setembro – Boletos com valores entre R$ 49.999,99 e R$ 2 mil
  • 09 de outubro – Boletos com valores entre R$ 1.999,99 e R$ 500
  • 13 de novembro – Boletos com valores entre R$ 499,99 e R$ 200
  • 11 de dezembro – Boletos de R$ 200 ou menos

Fim do boleto sem registro

Será de fato o fim do boleto sem registro? A princípio não, mas é bom se preparar, pois na prática será diferente do modelo atual.

Se tratando de uma nova forma de recebimento, é bom ter em mente que os bancos farão uma cruzada para aprovar novos convênios somente na modalidade de registrados.  Foram criadas “ondas” de obrigatoriedade na forma de emissão, que deverá seguir o acompanhamento dos bancos na: abertura de novos convênios e mudança dos convênios atuais para casos de empresas que necessitem a mudança.

A cartilha nomeou alguns agentes para entender como isso vai funcionar. Veja abaixo.

Empresa beneficiária = sua empresa.

Pagador = seu cliente.

Instituição beneficiária = seu banco.

Nova Plataforma de Cobrança = novo sistema de cobrança dos bancos.

fim do boleto sem registro
Reprodução: Febraban

Empresas dos setores Indústria e Comércio terão com certeza, uma dureza maior na mudança. Serão praticamente obrigadas a fazer a alteração. Empresas do segmento de serviços também já estão sofrendo a investida das instituições bancárias para a troca, porém alguns ramos estão mantendo as carteiras pela natureza da cobrança.

Na regra da Febraban: O Banco Central é responsável por regular e fiscalizar as instituições bancárias no Brasil. Portanto, determinou que todo boleto de pagamento tenha os seguintes dados: CPF ou CNPJ do beneficiário e do pagador, valor e data de vencimento. O fim do boleto sem registro é responsabilidade do órgão.

Na prática: sua empresa precisa se adequar o quanto antes. Por que? Os bancos vão incentivar a migração em massa de boletos sem registro para boletos com registro. As ondas de adequação (que estavam previstas para JAN/17) foram ilustradas para que cada empresa tenha em vista, quando precisarão se adequar.

São pagos anualmente no Brasil cerca de 3,7 bilhões de boletos bancários de venda de produtos ou serviços – Febraban

Mas então, o fim do boleto sem registro, vai acontecer?

E-Commerces, Negócios On-line, ONGs, Associações e Igrejas

É exatamente nesses ramos, que o impacto precisa ser melhor entendido.

Para o caso de e-commerces e negócios on-line, onde o registro inviabiliza a atuação de quem vende na internet, a recomendação é usar um facilitador de pagamento, que pode ajustar inclusive outras demandas como split de recebimentos e soluções de serviços. Ou negociar fortemente com o banco a manutenção da carteira sem registro. Alguns bancos estão conseguindo entender o discurso. Por que dei essa recomendação? Por que a Febraban, pela regra, obriga o registro do boleto – na hora que seu cliente comprar seu produto/serviço.

Isso quer dizer que sua empresa (que vende on-line) precisará registrar todas as vendas no banco, mesmo sendo boleto. Veja o que diz a regra:

“Os bancos já dispõem de sistemas online para registro de boletos emitidos pelo e-commerce. Assim, quando o cliente fizer uma compra e optar por boleto para efetuar o pagamento, a empresa deverá encaminhar imediatamente ao banco, de forma online, o boleto para registro na base da Nova Plataforma.”

Meu ponto de vista: será um caos no primeiro momento.

fim do boleto sem registro

Para o caso de ONGs, Associações e Igrejas, onde a contribuição voluntária é o usual, a recomendação da Nova Plataforma de Cobrança é emitir o boleto com o valor zerado:

“Conforme entendimento oficial e cumprindo as Circulares nos 3.598/12 e 3.656/13, de que o campo de valor não poderá estar em branco, o boleto poderá ser grafado com o valor zero. Entretanto, no momento de registrá-lo na Instituição Beneficiária (que o registrará na Nova Plataforma), o emissor deverá explicitar que se trata de boleto passível de recebimento com valor divergente. 27 20 NOVA PLATAFORMA DA COBRANÇA Esse é o termo que está no layout. O emissor também deverá definir sistematicamente qual é a faixa de valor de recebimento que esse boleto poderá ter – mínimo de R$ 10,00 e máximo de R$ 1.000,00, por exemplo. Dentro dessa faixa de valor, que o emissor do boleto definiu com o banco dele, a pessoa poderá pagar qualquer valor.”

Note que a regra da Febraban obriga que esses negócios registrem todos os boletos, mesmo sendo doações e contribuições recorrentes. Isso vai exigir que esses ramos, precisarão urgentemente procurar soluções de ERPs, plataforma de recebimento (olha a Vindi aqui!) e softwares de gestão para emitir o boleto e registrar da forma correta.

Será um grande desafio para esse tipo de ramo. Fizemos um vídeo abaixo, já que ajudamos milhares de empresas a resolverem problemas com boletos. Achei importante colocar o “jabá” aqui 🙂

Cronograma de adequação por valores (antigo)

TODOS OS BOLETOS COM VALOR Valores Data de Início de Validação
IGUAL OU ACIMA DE R$ 50.000,00 13/03/2017
IGUAL OU ACIMA DE R$ 2.000,00 8/5/2017
IGUAL OU ACIMA DE R$ 1.000,00 10/7/2017
IGUAL OU ACIMA DE R$ 500,00 18/9/2017
IGUAL OU ACIMA DE R$ 200,00 23/10/2017
BOLETOS DE TODOS OS VALORES 11/12/2017

O recado aqui é: todos bancos estão preparados para seguir o cronograma. Sendo assim, se prepare. Itens como melhoria na gestão, redução de fraudes, economia de papel (que é um item importante) e melhoria no ambiente de crédito foram defendidos na cartilha de forma coerente. Faz sentido. Inclusive chamar esse movimento de o fim do boleto sem registro.

Só que o E-commerce, as ONGs e as Associações terão grandes desafios pela frente. Parece que nesse ponto, a Febraban deixou uma lacuna, pois os bancos estão pressionando a mudança, mesmo nesses ramos. E não há na cartilha, alguma referência sobre a recomendação dada por eles aos bancos. Fica claro numa resposta deles que: independente do negócio seja on-line ou off-line, todas empresas terão que registrar os boletos.

O fim do boleto sem registro é realmente iminente?

O que você deve saber e que ninguém te contou?

Como a Vindi tem um DNA bancário, fiz questão de deixar esse texto mais pessoal (e simples) para entender como será no dia a dia. E deixo abaixo algumas reflexões finais importantes sobre essas alterações e sobre o fim do boleto sem registro.

  1. Os bancos vão (e já estão) incentivando fortemente a mudança;
  2. Quem não se adequar terá problemas, já que a Nova Plataforma de Cobrança, dará ao pagador (seu cliente) o poder dele ir a qualquer banco e pagar esse boleto. Se você emitir alguns boletos fora da regra, sua empresa poderá ter problemas de inconsistência e pior inadimplência;
  3. O pagador (seu cliente) poderá quitar boletos vencidos em qualquer agência, independente do banco. Anteriormente, só era permitido pagar boletos bancários vencidos, no próprio banco;
  4. O pagador à partir da Nova Plataforma de Cobrança poderá atualizar juros em qualquer banco;
  5. Não haverá duplicidade de pagamentos: já que o sistema todo estará integrado;
  6. A cartilha fala muito de DDA (débito autorizado direto). Esse item terá pouco impacto, as pessoas ainda não comparam essa ideia;
  7. Boletos físicos continuarão existindo, a mudança é que mesmo esse, precisará ser registrado;
  8. Se você tem um negócio on-line, ONG, Igreja e Associação: terá um grande desafio.
  9. Ainda é um momento de adequação, portanto não há motivos de desespero. Mas comece hoje a pensar na mudança.
  10. Não deixe para a última hora.

Minha dica final é ficar atento e nos procurar case precise de ajuda.boleto pdf

A gente separou algumas dicas importantes sobre o fim do boleto sem registro, olhe abaixo!

  1. Sua empresa está preparada para o fim do boleto sem registro?
  2. Boletos sem registro – Universidades;
  3. Cronograma da Febraban – fim dos boletos registrados;
  4. Super Bowl e os boletos sem registro.

A cartilha da Febraban está aqui.

Mais conteúdo sobre boletos e sobre o fim do boleto sem registro:

Diferença entre boleto registrado x boleto sem registro

 

O boleto bancário é o segunda forma de pagamento mais utilizada pelos consumidores online, segundo o relatório WebShoppers 2016. Entre os consumidores off-line o cenário é o mesmo. Apesar de o pagamento com o cartão ser o preferido, o boleto ainda é um meio de pagamento muito usado. Por isso, preparamos uma tabela com as tarifas dos principais bancos para você escolher a melhor forma de trabalhar o boleto no seu negócio:

Antes de saber o funcionamento dessa ferramenta tão usada diariamente por empresas que faturam através de boleto: você sabe o que é um arquivo remessa de cobrança? O arquivo remessa de cobrança bancária é a transmissão eletrônica entre sua empresa e seu banco. Na prática o banco precisa receber ou enviar um arquivo  (em formato específico) para saber que você faturou um cliente. Isso é feito quando a cobrança ou sua modalidade necessite de um registro.

O que é um arquivo remessa de cobrança?

Como o próprio nome já diz, é o arquivo com extensão .REM que envia informações para cobrar algum cliente de um produto ou serviço. Boletos bancários, débito em conta e outras transações financeiras como por exemplo Compror, são elaboradas em um layout específico, padronizado pela Febraban, que bancos podem ler para efetuar o registro e a cobrança. Um boleto registrado precisa indispensavelmente dessa funcionalidade.

Para a empresa que emite boleto bancário com ou sem registro, fazer a conciliação de boletos é uma tarefa diária. Para empresas que recebem através de débito em conta corrente também. Segmentos como hospedagens, academias, contabilidades e escolas usam o arquivo de remessa diariamente. Esse processo, quando manual, se torna caótico, pois a conferência de relatórios e controles manuais levam tempo, o que implica em falta de produtividade. Automatizar a conciliação de boletos é um ganho para qualquer negócio. Para essa cobrança bancária ser automática, ela precisa de um software que consiga gerar um arquivo remessa.

Como funciona arquivo de remessa de cobrança?

Para ilustrar ainda melhor o funcionamento dessa remessa, vamos usar de exemplo a plataforma de recorrência da Vindi. Quem vende através de boleto bancário online, offline ou débito em conta, usa a funcionalidade de remessa dentro do nosso sistema online de cobrança. Essa é na verdade, uma das funcionalidades mais poderosas, já que a automatização do faturamento age sobre o fluxo financeiro de forma eficaz das empresas que usam esse recurso.

Na prática, o arquivo remessa de cobrança é processado através de um arquivo com a extensão .REM, já o de recepção de uma liquidação de boletos em lote vêm com a extensão .RET (retorno). Esse formato permite que dados sejam compilados em lote para que sejam lidos através de uma aplicação única. Em outras palavras, esses arquivos juntam diversos dados diferentes, como por exemplo a geração de boletos diversos. Um software gera um lote contendo os arquivos em grupo. Os bancos recebem esse lote e geram individualmente os débitos (no caso do débito em conta) e os boletos no caso de cobranças bancárias. A maioria dos bancos fornece um padrão para que os arquivos de remessa e retorno sejam lidos por bancos, os mais comuns são o CNAB400 e o CNAB200.

Para entender ainda melhor, precisamos explicar o que é um arquivo CNAB.

O que é um CNAB?

O assunto do CNAB já apareceu em nosso blog anteriormente. Você já leu o artigo “O que é o CNAB e para quê ele serve”? Se ainda não leu, vá até lá e dê uma espiadinha. Se já leu, vamos reforçar! Você sabe o que é CNAB? Vamos entender exatamente o que essa sigla representa e como ela afeta sua empresa.

Centro Nacional de Automação Bancária

A sigla CNAB representa “Centro Nacional de Automação Bancária”. Você já imaginou como as informações financeiras podem ser transmitidas da sua empresa para o banco ou vice-versa? É para isso que o CNAB existe.

O CNAB é um tipo de arquivo em formato texto utilizado para manter uma frente de comunicação entre clientes e bancos. Através do CNAB são trocadas informações relativas a pagamento, cobrança, débito em conta, custódia de cheques, entre outros.

Tipos de CNAB

Atualmente, existem dois tipos de CNAB. O CNAB 400 armazena uma quantidade menor de informação e suporta, no máximo, 400 posições para cada registro. Já o CNAB 240 armazena uma quantidade bem maior de informação. Ele é capaz de suportar 4 segmentos de 240 posições para cada registro.

A Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) fica responsável por definir o layout padrão dos arquivos CNAB, contendo algumas colunas fixas. Na verdade, cada banco também acaba gerando seu próprio layout, já que cada um possui algumas características e requisitos próprios.

Envio e recebimento dos arquivos

Existem várias maneiras pelas quais estes arquivos são enviados ou recebidos. A principal delas é através do site do próprio banco. Os sites de banco são de alta segurança, o que garante a privacidade das informações trocadas.

Remessa e Retorno

Essa é uma nomenclatura comum usada para os arquivos CNAB. Quando o cliente (sua empresa) envia um arquivo para o banco, esse é chamado de “remessa”. Quando o banco envia um arquivo para o cliente, esse é chamado de “retorno”. Quando falamos de informações financeiras, segurança é primordial. Por isso, o arquivo CNAB não deve ser compactado.

Como funciona na prática?

Vamos entender, então, como funciona o CNAB usando um exemplo prático bem simples. Suponha que a sua empresa emitiu boletos para que alguns clientes possam realizar um pagamento. Então, chega a hora de dar baixa no seu sistema financeiro interno. Você precisa acessar o site do banco e verificar se algum arquivo CNAB foi enviado para você – ou seja, se há algum CNAB de retorno disponível. Quando o arquivo aparecer no site do banco, é preciso processá-lo através do seu sistema financeiro interno. O sistema vai extrair os dados do CNAB para realizar a baixa dos boletos que já foram pagos.

Reforçando, então: o CNAB é um arquivo essencial para manter a consistência e o diálogo entre as informações que constam no sistema do banco e as informações que constam no sistema financeiro interno da sua empresa. Conhecer o CNAB e entender como ele pode ser integrado no seu sistema financeiro é essencial para manter o controle sobre as informações de pagamento e recebimento. O assunto do CNAB é bastante complexo. Alguns pontos (como o layout que deve ser usado pelo seu banco, ou a maneira certa de efetuar o envio e consultar o recebimento de arquivos) só podem ser esclarecidos diretamente pelo seu banco.

Lembre-se de que esses pontos variam de acordo com a instituição financeira com que sua empresa trabalha. Assim, essa instituição poderá lhe oferecer todas as informações necessárias para colocar o CNAB em funcionamento nas atividades da sua empresa.

Como funciona o arquivo de remessa de Cobrança da Vindi?

Basta ter uma cobrança registrada habilitada no seu banco. Você poderá exportar arquivos de remessa e importar arquivos de retorno. Exportar para casos de boletos registrados e débito em conta e importar para fazer a conciliação dos boletos pagos. Na ilustração abaixo exemplifico um caso de boleto registrado que precisa ter gerada a remessa e enviada ao banco. Basta gerar o lote e enviar para a instituição financeira. Simples assim. Você pode inclusive juntar um lote diário para enviar o arquivo remessa para o banco somente quando fechar o movimento diário.

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Os arquivos de remessa podem ser enviados em lote, ou seja, a empresa pode ir faturando e emitindo os boletos, e gerar a remessa quando o movimento diário estiver encerrado. Não importa a quantidade de boletos online que a empresa emita, um único arquivo remessa enviado, formaliza o registro desses boletos no seu banco. Veja a ilustração abaixo de um arquivo do tipo .REM pronto para ser aprovado e enviado ao banco.

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Após esse passo, a importação do banco fará com que os registros sejam efetuados. O banco por sua vez, cria uma carteira de recebimento a ver, permitindo alterações, baixas e negociações dessa carteira de cobrança. Agora que você sabe o que é um arquivo remessa de cobrança que tal usar na prática?

codigos e erros de transação

A atual situação do nosso país, com desafios afetando todos os setores econômicos, nos obriga a enfrentar a situação e encarar os dados das estatísticas de uma forma animadora. Afinal, quando se fecha uma porta, duas janelas se abrem, não concorda? Por isso é importante visualizar o quadro atual da crise e notar saídas estratégicas para seu negócio. No setor de ensino, em todas as áreas, o problema tem causado inadimplência das mensalidades dos alunos. Mas, como podemos sempre tirar vantagem de qualquer impacto negativo, é fundamental lembrar que existem outras formas de cobrar de seus clientes, como o pagamento recorrente, em que o pagamento é garantido ao proprietário da empresa. Vamos conferir algumas informações sobre como anda os desafios no setor educacional no Brasil?

Setor de ensino em tempos de crise

O Governo atual prometeu cortar gastos na área de educação, afetando programas sociais como o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) e o Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego). Em julho de 2015, e educação nacional perdeu um investimento no valor de R$ 1 bilhão, contrariando o tema de campanha do segundo mandato de Dilma Rousseff na presidência. O corte orçamentário atualizado integra parte dos métodos anunciados pelo grupo econômico com o objetivo de cumprir a nova meta fiscal do governo, o que representa 0,15% do Produto Interno Bruto (PIB).

O grande problema na questão dos cortes se encontra no fato de que a diminuição de recursos do Governo Federal para programas como o Financiamento Estudantil, o FIES, algumas faculdades aprovadas no benefício perderam suas reservas de vagas para os alunos beneficiários. E o problema atinge até mesmo a integridade das universidades, que podem ser extintas, por conta de falta de verbas, e consequentemente novos alunos para os cursos. Algumas universidades têm encontrado saída para um financiamento privado. A Estácio de Sá, por exemplo, fez parceria com a Ideal Invest, um programa de crédito universitário particular. Parcerias como essa visam driblar o corte do Governo nos investimentos no setor de educação nacional, e são benéficas para os estudantes que ficam encurralados com as práticas governamentais.

E a educação básica, como vai?

O ramo educacional básico é um dos setores mais blindados em épocas de crise. Isso porque classes médias e altas costumam priorizar acima de tudo uma educação de excelência para seus filhos, independente do quadro atual do país. Vale ressaltar que falhas na educação públicas são motivos para colocar o ensino particular em primeiro lugar no orçamento familiar, sempre visando o sucesso de seus filhos no disputado mercado de trabalho. Na verdade o que pode ocorrer nos momentos de crise é um aumento na inadimplência das mensalidades. Por isso uma sistematização nos métodos de cobrança se faz necessária para evitar a elevação de dívidas no caixa das escolas. O pagamento recorrente, que pode ser feito através do cartão de crédito, por exemplo, pode ser a saída para as instituições de ensino básico que estão sofrendo com a crise na educação.

Educação à distância: surge uma nova tendência

Com a correria típica da nossa rotina, muitos alunos estão optando por um método mais moderno de ensino: a educação à distância. Até porque nos dias de hoje se dedicar apenas aos estudos, embora seja um sonho de muitos brasileiros, é um privilégio isolado. E a necessidade financeira tem afastado cada vez mais alunos das salas de aula. Entretanto, a falta de tempo para estudar não tem sido mais uma desculpa para não seguir com os estudos, independente do curso escolhido. Os cursos à distância, ou EAD, tem sido uma tendência forte no setor de educação. Com a possibilidade de estudar quando e onde puder, o EAD é a alternativa para quem não pode parar de trabalhar, mas deseja se formar na área pretendida. Aliás, vale citar que o EAD é o método de ensino de maior crescimento no país, sendo que todos os anos novos cursos da educação superior são reconhecidos pelo MEC.

De acordo com informações do Censo da Educação Superior publicado no ano de 2013, matrículas de licenciatura, bacharelado e cursos superiores ultrapassam um milhão, sendo que a licenciatura é a área com o maior número de estudantes à distância. O método oferece várias vantagens aos alunos, como comodidade, horários mais flexíveis, mais tempo livre nas horas vagas e mensalidades com valores mais acessíveis ao bolso.

E o EAD não é tendência apenas no Brasil. Nos Estados Unidos, por exemplo, a University of People, Universidade do Povo (UoPeople) é uma organização sem fins lucrativos que depende de doações para seu funcionamento, e que conta com a ajuda de professores voluntários. O usuário do EAD pode estudar de graça e aonde quiser. Embora sua localização seja em Pasadena, nos EUA, as aulas ocorrem de forma online, para maior comodidade do aluno. O estudante pode planejar sua rotina de estudos, sanar suas dúvidas, fazer suas lições, entre outras atividades. Mas, mesmo com um método flexível, os estudantes devem entregar todas as tarefas dentro do prazo. Uma categoria interessante que tem se tornado uma forte tendência de ensino não só em nosso país, mas no mundo inteiro. Afinal, é preciso acompanhar as modernizações da tecnologia.

A problemática na educação por conta dos cortes nos gastos na área tem sido uma grande preocupação de quem estuda pensando em um futuro melhor. Focar em estratégias, como bolsas de estudos em universidades particulares, cursos EAD, que possuem mensalidades mais acessíveis para o estudante, entre outras alternativas, podem ser a solução para encarar o atual quadro educacional e financeira sem deixar de sonhar com o diploma na parede. Lembre-se que com criatividade enfrentamos qualquer situação com serenidade e encaramos cada problema como um desafio! O pagamento recorrente pode se tornar a solução ideal para seu negócio. Acesse nosso post sobre o assunto e fique ligado: http://blog.vindi.com.br/motivos-para-implementar-o-pagamento-recorrente-em-sua-escola/.

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O mercado evoluiu e muitas barreiras do comércio físico foram vencidas com o e-commerce, graças às facilidades e com as variadas formas de pagamento. O boleto online é uma dessas facilidades que surgiu para dar maior praticidade e comodidade aos adeptos da “era” tecnológica. Plataformas de gestão de pagamento web vêm se destacando e possibilitando aos usuários que todo o processo de cobrança e pagamento seja facilitado em poucos segundos.

A plataforma Vindi oferece todo o suporte para a realização da transação. Em apenas 30 segundos, a interface – criação do cliente, cadastro do produto ou plano e emissão do boleto – é realizada e o processo é instantaneamente interligado com o banco escolhido, permitindo a automatização das cobranças e um controle maior dos pagamentos. Conheça as vantagens do boleto Online da plataforma Vindi e integre a seu negócio esta facilidade. Confira!

Boletos online – como são emitidos?

Emitir um boleto nunca foi tão fácil e enviá-lo de forma online se tornou ainda mais prático e rápido. Você cadastra o cliente, define a periodicidade das cobranças em um plano e pronto, está tudo resolvido. Como o sistema Vindi trabalha com cobranças avulsas e faturamento recorrente, você pode escolher para qual conta-corrente deseja direcionar o recebimento da cobrança e tudo é feito sem nenhuma intermediação bancária. Tanto o gerenciamento quanto a cobrança são realizadas da forma mais simples e prática, tudo pela própria plataforma. Não é necessária a instalação de software ou qualquer tipo de programa com integração de bancos. Tudo é realizado via web de qualquer computador e em qualquer lugar, bastando apenas o acesso à internet.

Com a Vindi, as burocracias empresariais foram extintas! Outra grande vantagem é que o sistema permite o armazenamento na nuvem, o que possibilita aos clientes que os pagamentos sejam realizados com maior autonomia, controlando e administrando os inadimplentes.

Envio de boleto online por e-mail

Outra grande opção para quem procura um jeito mais rápido e simples é enviar as faturas por e-mail, juntamente com um boleto em PDF. Depois de enviar, é possível saber quem abriu o boleto, o que garante uma maior gestão dos fluxos diários. Além disso, você poderá reenviar novamente, o que garante uma maior chance de evitar o não pagamento da fatura.

Outra grande vantagem do envio de boleto online por e-mail é a notificação do pagamento. Quando ele é efetuado, o sistema envia a confirmação e os produtos podem ser despachados. Nos casos em que não houve pagamento ou que ocorreu atraso, o sistema também notifica, dando ao empresário a segurança para que não haja perdas financeiras no envio de produtos antes do valor ser depositado.

E você, como processa as cobranças e recebimentos da sua empresa? O que acha de tornar o processo mais simples e menos oneroso com os boletos online da plataforma Vindi? Compartilhe conosco suas experiências nos comentários abaixo!

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Quem possui uma empresa em funcionamento no mercado, independente do porte e segmento, sabe o quanto é importante manter constante a movimentação financeira dos negócios e, que uma vez ou outra, é preciso recorrer a algum tipo de financiamento para capitalizar o dinheiro. Se sua empresa precisa de crédito, esse pode ser um tutorial rápido para entender qual melhor modalidade para você. As diferentes formas de obter uma “ajudinha” nas finanças são inúmeras e as formas de quitação dessas dívidas também. Para empresas que precisam de um empréstimo em curto prazo (até 18 meses), o pagamento do financiamento através de boletos ou cartões de créditos é uma excelente opção. Vejamos algumas modalidades, para quem vende através de cartões, que podem se encaixar perfeitamente nas suas necessidades. Confira!

1. Antecipação de recebíveis

Considerada umas das modalidades mais vantajosas do que empréstimos e algumas formas de crédito. Em termos de taxas de juros, a antecipação de recebíveis é uma das mais baixas, além do acesso ao recurso ser mais fácil e rápido. Pode ser conferida a antecipação do recebimento de cartão de crédito, cheques pré-datados, conta garantida e duplicatas. Nesta modalidade, o agente financeiro, que pode ser um banco ou uma entidade assemelhada, antecipa o recurso, cobrando despesas bancárias, financeiras, juros e outros encargos pelo período entre a data da antecipação e o vencimento do recebível. Pela ampla utilização no e-commerce, a antecipação de cartão de crédito é a que tem garantido a saúde financeira de muitas empresas. Além das taxas cobradas serem menores do que outras modalidades de financiamento. O varejista entra em contato com uma operadora de cartão ou com o próprio banco e solicita a antecipação diretamente ou pode negociar com o banco a melhor forma de recebimento dos créditos, que neste caso é a melhor, já que a taxa bancária é menor do que a das operadoras de cartão.

Dica: atenção para alguns tipos de investimentos como ampliação, reforma da rede ou investimento em novas unidades (franquias) e etc, essa não é uma modalidade indicada, pois é uma forma de antecipar necessidades de curtíssimo prazo, como um desencaixe de dias ou de até 45 dias. Usar essa modalidade para investimento pode comprometer bastante o fluxo financeiro.

2. Capital de Giro

Garantir certo valor para custear e manter as despesas do dia-a-dia da organização nem sempre é uma questão fácil e muitas empresas acabam se endividando gravemente por conta da falta de um fluxo de caixa positivo, afetando diretamente o funcionamento sustentável da empresa. Vale destacar que o conceito de capital de giro, ou ativo circulante, como também é conhecido, é o capital necessário para que as atividades das empresas possam ser realizadas adequadamente por certo período. Diante das dificuldades, empresários recorrem ao crédito para alavancar os negócios e colocar as finanças em dia. É uma boa opção de empréstimo para quem precisa suprir as necessidades de caixa da empresa. O valor contratado é recebido de uma só vez e o pagamento poderá ser realizado através de parcelas no boleto bancário ou no cartão de crédito. É um ótimo instrumento para investimentos de curto prazo, focado na melhoria do faturamento ou na equalização de fluxo financeiro de até 18 meses.

Dica: vender através de cartão de crédito, possibilita acesso a linhas de crédito mais abrangentes quando o assunto é capital de giro. Dependendo do banco, e do histórico da empresa, o seu faturamento de cartões pode ser multiplicado por até 7x do faturamento. Ou seja, se a sua empresa tem o faturamento de R$100 mil em cartões, algumas aprovações de capital de giro podem chegar a R$700 mil reais.

3. Conta Garantida

Empresas que se deparam com eventuais necessidades de capital de giro acabam recorrendo à Conta Garantida, uma espécie de conta empréstimo separada da conta corrente. O valor é definido pela instituição financeira e varia conforme a capacidade financeira de cada empresa. Com créditos e taxas de juros reduzidas, esta modalidade acaba sendo uma das melhores na hora do “aperto”. Entre as principais vantagens estão: o valor é cedido conforme a necessidade da empresa; atende os mais variados perfis de empresas: pagamento de juros acontece apenas pelo valor utilizado: sua empresa consegue equilibrar o fluxo de caixa.

Dica: é ótima para separar o fluxo e as garantias em contas distintas. Também é uma modalidade de CP (Curto Prazo), porém possibilita taxas bem acessíveis, em detrimento a operações garantidas pelos avalistas. Se for com garantia de cartões, melhora mais ainda no quesito taxa e volume.

4. Cheque especial

O cheque especial é outra modalidade que chama bastante a atenção de empresários que precisam turbinar o dinheiro em caixa. Além de ser aceito por bancos e instituições financeiras assemelhadas, o cheque especial pode ser utilizado para o pagamento de fornecedores, que tem como vantagem, a exclusão de despesas bancárias ou financeiras. Contudo, é preciso analisar a segurança do recebível, não sendo o crédito através do cheque especial o mais seguro, já que não há garantia de recebimento como acontece com outras modalidades.

Dica: fuja do cheque especial. Use das modalidades de crédito de acordo com sua necessidade, mas use sempre outras modalidades que não o cheque especial.

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