A Vindi foi ao <!–c505218304b50c59c3659f6dda43bae7-links-0–> para acompanhar de perto o que as empresas estão trazendo de novo para ajudar as instituições de ensino a inovar no modelo educacional brasileiro.

A gente sempre fala da importância de você inovar e de como a tecnologia/automação tem sua importância para que você faça isso. Por esse motivo, demos – literalmente – um giro 360° na feira para trazer para você, gestor escolar, nossa percepção do que vai ser “a nova escola”.

Vamos lá?

Educate by Richmond 

O programa oferece aula bilíngue baseada na imersão. Em vez de um ensino fechado a quatro paredes com carteiras, o programa traz a proposta do ensino do inglês através de experiências diferentes, como a cozinha.

O método

Na feira, a experiência foi proporcionada dentro de uma “cozinha”. As aulas foram lecionadas por professores nativos que ensinavam apenas em inglês. Eles apresentavam os itens de cozinha, ingredientes dos lanches que seriam montados e as ações feitas na montagem da refeição, como “espalhar o queijo no pão”, por exemplo.

Já existem algumas propostas de ensino assim, sabemos. Mas, o que chamou a atenção foi a questão do ensino colaborativo. As pessoas sentam umas ao lado das outras e conforme vão montando os lanches reforçam o aprendizado da pessoa ao lado repetindo o nome dos ingredientes e as ações – como uma espécie de telefone sem fio.

Ao final da atividade, a pronúncia dos ingredientes estava na tela de uma televisão e o instrutor perguntava qual ingrediente não tinha sido colocado para testar a memória das pessoas. Então, além do estímulo ao aprendizado de um nova língua, a atividade incentiva a prática colaborativa do ensino e a memória.

Veja, gravamos um pouco dessa experiência:

Uma observação importante é que: as pessoas presentes no workshop que não entendiam inglês conseguiam acompanhar as atividades e entender bem o que os instrutores falavam porque a aula trazia o dinamismo dos gestos e interpretações que levavam ao entendimento.

Zoom Education for Life

O programa é voltado para educação – do ensino infantil ao médio – trazendo a proposta de ensino inovador. Tudo por meio de soluções de tecnologia. Mas, tem como cerne a questão do ‘aprender fazendo’.

Na feira, o que chamou a atenção foi um robô que respondia, por meio de sensores, às ações que um ser humano. E, claro, a gente foi lá testar:

O robô foi construído para que os alunos do programa sejam incentivados ao aprendizado. E, além da aprendizagem do conceito em si, a proposta do programa é fazer com que o aluno desenvolva outras áreas do conhecimento a partir dessas experiências – como matemática, física, etc,.

O negócio é: o aluno constrói na prática, e entende como funciona ampliando a visão dele para além do conceito da engenharia. A gente pegou o depoimento do Pedro, que estava na feira controlando o robô. Veja:

 Smart Lab

Um dias desses li uma matéria publicada pela Folha de São Paulo que tinha uma manchete mais ou menos assim “Maioria das graduações será on-line até 2023”. Minha experiência na feira Bett Educar me faz acreditar que, possivelmente, esse número vai ser ainda maior em 2030/35 se pensar que desde já as crianças estão tendo contato com o aprendizado on-line.

A proposta da Smart Lab é expandir esse formato de ensino por meio de plataformas que incentivam a leitura, ensinam matemática e também jogos interdisciplinares.

 A gente fez um breve vídeo sobre o que eles oferecem:

Importante fomentar que o uso desses aplicativo estimula a questão da colaboração, já que as ferramentas são de interação com o dispositivo mas com o professor envolvido. Inclusive, uma o Smart Lab oferece, também, a formação continuada para professores imergirem nesse mundo.

 A educação está, de fato, passando por transformações – é um movimento irreversível. Mas, cabe dizer que os livros e brinquedos estimuladores e criativos estão inseridos nesse contexto também, mas trazem uma carga maior de aprendizagem com o uso da programação envolvido.

A Feira Bett Educar

De tudo o que pudemos observar na feira, o papel da tecnologia está atrelado a três pilares importantes que vão além do uso da tecnologia: imersão, ensino colaborativo e visão ampla do conhecimento (o fazer, entender e aprender que comentei antes) e é importante que as instituições de ensino acompanhem todo esse cenário.

Em uma das palestras surgiu uma pergunta que vale responder aqui também: quais são os custos e os desafios para implantar novos currículos no ensino e fazê-los caminhar com os já existentes? Não existe uma receita pronta, um passo a passo.

 O importante é que você, gestor/dono/professor/coordenador escolar entenda que a mudança está acontecendo e você precisa fazer parte dela e pode, inclusive, ajudar a construí-la com novas ideias.

O Bett Educar ainda tá acontecendo e vai até amanhã (13/5), vale dar uma passada por lá e conhecer as inovações que estão sendo apresentadas ao setor educacional. Se não der, busque novas formas de se atualizar e entender essas mudanças, isso vai contar muito!

 Ah, se for ao Bett Educar não esquece de visitar o Stand da Vindi! 😉

 

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