Autodesk vai vender somente no modelo de assinaturas a partir de 2016

A grande vantagem da mudança é a flexibilidade na entrega das atualizações, que passa a ser mais rápida, além de permitir aos clientes a assinatura de planos em períodos anuais, trimestrais ou mensais. A estratégia é reduzir custos e se adaptar com maior agilidade. A adequação às assinaturas trará benefícios a cliente pequenos, como escritórios de advocacia, contabilidade, designers e até mesmo freelancers, que antes teriam que pagar uma licença perpétua e realizar grandes investimentos, mas que a partir do ano que vem poderão adotar o novo modelo. Diante dos fatos, você sabe quem é a Autodesk? Qual o mercado atuante? Quando e como foi fundada? Acompanhe o post e saiba importantes detalhes da evolução e atuação da Autodesk no mercado. Confira!

Quem é a Autodesk?

A Autodesk, fundada em 1982, é uma empresa de software de design e conteúdo digital, cujo faturamento de 2014 chegou à casa dos US$ 2,5 bilhões. A empresa desenvolve as tecnologias 2D e 3D mais modernas do mercado, possibilitando que usuários possam visualizar, simular e analisar os resultados das suas ideias sob condições realistas antes mesmo do encerramento do projeto. O que fornece aos clientes que os projetos sejam melhorados e aprimorados antes mesmo de iniciar a execução, economizando tempo e dinheiro, além de uma melhoria contínua na qualidade.

Primeiros softwares

Em 1982, a Autodesk introduziu no mercado o AutoCAD, um programa que poderia rodar em vários sistemas operacionais, sobretudo, para arquitetura CP/M, além do DOS e Unix. O objetivo inicial era tornar o AutoCAD conhecido e funcional.

Em 2002, a empresa adquiriu um software de uma concorrente chamado Revit pelo preço de US$ 133 milhões. O Revit, que atuava no campo de soluções para construção e infraestrutura, e o Inventor, para o campo de mecânica, formaram a primeira geração dos produtos Autodesk – largando, assim, os códigos do AutoCAD e abrindo espaço para novas tecnologias. Em 2006, a Autodesk adquiriu a Alias, cujo valor era de US$ 197 milhões. Desde então, a empresa vem crescendo e se readequando a um novo mundo de negócios – isso vale para um modelo de assinatura periódica.

A mudança

A empresa vem se adequando às mudanças levando em consideração três importantes fatores: a impressão 3D, que futuramente deve ser tornar uma commodity; a forma como a vida útil dos produtos pode ser alterada por meio de updates de softwares distribuídos pela internet; e o aumento da demanda por produtos e serviços customizados. Diante disso, a mudança é inevitável e o modelo de assinatura periódica, baseado na distribuição pela nuvem, segue as novas exigências dos consumidores, que querem escolher um software por um tempo, sem que ter que comprá-lo permanentemente.

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Redação Vindi
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